HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo de setembro, 2009

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… A Saúde está aprisionada!

Publicada: 28/02/2009
Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

Do telefone principal de Londres (cidade onde Dr. Fleming faleceu em 1955), o escriba recebeu uma mensagem secreta que só agora passa para as simpáticas leitoras e os simpáticos leitores. Cadeia para Bush. George Walker Bush devia se preso. Julgado primeiro, claro, porque não se pretende privá-lo de direitos, como ele fez com outros. Sobretudo os torturados pelo mundo, porque o governo dele decidiu aplicar força bruta para extrair informações de prisioneiros, em nome da segurança nacional. Exatamente como faziam – e justificavam – os torturadores do DOI-CODI na época da ditadura militar brasileira.

Difícil acontecer? Nem tanto. A detenção de Augusto Pinochet em Londres, dez anos atrás, foi um precedente importante no Direito Internacional. Criou jurisprudência, para autorizar a prisão, em qualquer país, de quem seja acusado de crimes contra a humanidade. O velho ditador chileno escapou da Justiça (no caso, o pedido de um juiz espanhol) porque as autoridades britânicas julgaram que ele estava doente e sem controle de suas faculdades mentais (rapidamente recuperadas quando ele retornou ao Chile, mas isso é outra história).

O fato de que os EUA não reconhecem o Tribunal Internacional de Haia pode ser um complicador, mas não impedimento para julgar o ex-presidente fora de seu país. Assim ocorreu com o sérvio Slobodan Milosevic (que morreu de infarto na prisão, enquanto era julgado), com o seu compatriota Radovan Karadzic (1) (ainda preso em Haia e sob julgamento), e com o liberiano Charles Taylor e os responsáveis pelo massacre de tutsis em Ruanda.

Tem gente de olho em Robert Mugabe, do Zimbábue, para pegá-lo na mesma rede. O ex-secretário de Estado americano, Henry Kissinger, já evita certas viagens com medo de captura por crimes cometidos no Chile, com seu beneplácito, na época em que servia ao governo Nixon. O ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, em coma num hospital, já viajava com cuidado para não ser detido fora do país, acusado de crimes de guerra. Dois anos atrás, um general israelense evitou desembarcar em Londres de um avião da El Al (território soberano de Israel), quando lhe informaram que autoridades britânicas tinham ordens de prendê-lo sob acusação semelhante.

É irrelevante que Bush tenha preferido chamar tortura de “método aplicado de interrogatório”, porque simular afogamento de prisioneiro (waterboarding é o eufemismo) para fazê-lo confessar nada mais é do que tortura. Ou “método invertido de suspensão” seria menos condenável do que “pau-de-arara”? Bush autorizou essa prática. O ex-presidente Bush autorizou, o seu vice-presidente Dick Cheney adorou (defende até hoje), o secretário de Defesa Donald Rumsfeld (2) aprovou e o ministro da Justiça/Procurador-geral Albert Gonzalez forneceu um arcabouço jurídico de desculpas (“a Convenção de Genebra não se aplica”, escreveu) para justificar as práticas abusivas. Cadeia para os três.

Tais palavras foram escritas na coluna do jornalista Silio Boccanera, transmitida pela Agência Alô e publicada no JORNAL DA CIDADE (SE), no dia 24 de janeiro de 2009, caderno A-2. O brilhante e muito bem informado jornalista mandou a mensagem de Londres (cidade na qual Dr. Fleming foi cremado em 1955).

Afinal, quem é mesmo ou quem foi Radovan Karadzic (1)? Segundo a revista Veja, edição 2.071, de 30 de julho de 2008, na página 88 consta o seguinte: Internacional – O Assassino que virou guru – Como Radovan Karadzic (1) o carniceiro da Bósnia, se disfarçou numa personificação de bondade – Médico e monstro. (A reportagem é do jornalista Duda Teixeira). As crianças o chamavam de Papai Noel. A barba branca cobria seu rosto e o cabelo era preso no alto da cabeça com um coque. O objetivo do adereço, Radovan (1) explicava às pessoas, era atrair energias vitais (3) do ambiente. O mais surpreendente é que o carniceiro da Bósnia, procurado por crimes de guerra há treze anos, não se contentou em disfarçar-se para não ser reconhecido. Ele forjou uma nova personagem que pretendia ser a personificação da bondade. Bom vizinho, atencioso e educado, ganhava a vida escrevendo artigos e dando palestras sobre bioenergia (3) e auras pessoais. Em um consultório num bairro popular de Belgrado, a capital da Sérvia, oferecia serviços de homeopatia, acupuntura, meditação e medicina quântica. A farsa terminou quando ele foi preso pela polícia sérvia, que deve entregá-lo para ser julgado no Tribunal Criminal Internacional para a ex-Iugoslávia, em Haia, na Holanda. Psiquiatra de formação e poeta de certo prestígio, ele se tornou o chefe da rebelião sérvia contra a independência da Bósnia.

No DVD em que o médico Dr. Luiz Moura (absurdamente cassado pelo Cremerj aos 82 anos de idade e com 57 anos de profissão) dá uma aula humanitária sobre a “Auto-Hemoterapia: Uma Contribuição para a Saúde”, ele fala sobre bioenergia (3) ou energias vitais (3). Vejamos: “Agora depois, só depois o Reich (4) com a bioenergética (3), que deu para explicar o porquê a ventosa curava; porque a ventosa puxava um sangue carregado de energia, subia o potencial de energia acima dos micróbios e a energia que estava sendo usada pelos micróbios, para se reproduzir, era tirada dele, e a ventosa com isso curava a pneumonia. Mas, sem esperar o Reich (4) publicar os livros dele, nos anos 40 do século XX, não se sabia, mas os médicos tinham juízo e usavam a ventosa sem saber disso…

É interessante observar que o Dr. Luiz Moura, além da auto-hemoterapia, no DVD, fala também em ventosa e em bioenergética (3), como sendo terapias que complementam a “terapia oficial”, ou seja, a terapia das multinacionais. No entanto, a terapia com o uso de ventosa, no passado, já foi muito usada no Brasil. Hoje em dia, vários países estão retomando o seu uso, inclusive o Japão. A história da bioenergética (3) é um pouco mais complicada, merecendo vários artigos à parte. Todavia, os psiquiatras e psicanalistas têm conhecimento de sua existência e também devem saber das perseguições por que passou o médico Wilhelm Reich (4), culminando com a sua morte dentro de uma penitenciária, por causa de suas descobertas em favor da saúde humana. Curiosamente, o CFM e a Anvisa proibiram unicamente a prática da auto-hemoterapia e, consequentemente, qualquer pesquisa sobre o assunto. Por que será?

O jornalista Silio Boccanera em seu artigo empurra todos num mesmo balaio. O médico Radovan Karadzic, que é o carniceiro da Bósnia, e as demais ex-autoridades dos EUA. E eles são carniceiros de onde mesmo? A decisão será dos juízes que irão julgá-los. Condenados ou não, as multinacionais continuarão às soltas. Cadeia nelas também. A auto-hemoterapia foi usada no passado, sempre fez o bem. Está sendo usada no presente, não fez mal a ninguém. Será que, ao cassar a profissão de um médico idoso (o caso do Dr. Luiz Moura), será que, ao proibirem pesquisas sobre o funcionamento (vem de fisiologia) da auto-hemoterapia, os “donos” da Anvisa e os médicos do CFM, por acaso não estarão lesando a humanidade? Cometendo um crime de lesa humanidade? E, por conseguinte, um crime contra a humanidade?

Silio Boccanera citou Radovan Karadzic (1). A revista Veja citou Radovan Karadzic (1) e também citou a bioenergética (3), a homeopatia e a acupuntura. Dr. Luiz Moura citou a bioenergética (3), a ventosa, ao nos dar uma brilhante aula sobre a auto-hemoterapia. Será que devemos prender o jornalista Silio Boccanera? Será que devemos queimar a revista Veja? Será que o Dr. Luiz Moura deve continuar cassado? Até quando? Aprisionaram a palavra liberdade! Prenderam a liberdade de pensamento. Prenderam o pensamento! Prenderam a verdade. Aprisionaram a saúde. A saúde está aprisionada.

Elitismo da medicina retarda aprovação da Auto-Hemoterapia

Artigo publicado por Walter Medeiros

A discussão que vem sendo travada de forma acentuada sobre a auto-hemoterapia desde 2007 faz ganhar destaque um tema que é visto, avaliado e considerado por todos, mas que finda sendo evitado na maioria das vezes: o elitismo na Medicina. Os próprios adeptos, defensores e usuários da Auto-hemo fazem observações importantes, ao participarem do fórum de discussão que está se tornando um importante ambiente de auto e mútua ajuda. (veja a discussão no link http://inforum.insite.com.br/39550/ ).

Na opinião do jornalista Evaristo da Veiga, a auto-hemoterapia, por suas próprias características, “não está destinada a ser uma terapêutica de elite, ministrada em instalações de luxo e aplicada a preços exorbitantes”. Por isso, ele diz que vê “com desconfiança a intenção de transformá-la numa especialidade médica”. Explica o jornalista: “Sou a favor do leigo esclarecido e responsável, a mesma perspectiva que o grande Hahnemann seguiu quando criou a Homeopatia, isto é, para ser receitada por não-médicos”. Lembra que no caso da AHT, o remédio está “dentro” do paciente, não necessitando nenhum processamento ou preparo, não havendo, portanto, porque condicioná-la ao receituário de um médico”.

A aplicação da auto-hemo, no entanto, a seu ver deveria ser regulamentada no sentido de que se evite os eventuais acidentes derivados da extração / aplicação do sangue. Considera que “Este é um ponto sensível”. Observa que “A aplicação é mais simples, mas a extração do sangue tem os seus mistérios”, acrescentando: “Digo por experiência própria. Hoje aplico exclusivamente na minha esposa (que é, por sua vez, minha aplicadora), mas já esbarrei em alguns obstáculos nesse processo. Consultei especialistas, enfermeiros, livros, inúmeros sites, e hoje, depois de um ano, posso dizer que cheguei num patamar estável na técnica”.

Evaristo é plenamente a favor de que o maior número de pessoas leigas aprendam a técnica de extração/aplicação, e isso é o mais importante. Mas recomenda “que o façam com total segurança”. Espera a aprovação da auto-hemo por parte dos conselhos e vislumbra um futuro com cursos que formarão “pessoas com certificação para fazer a aplicação segura da AHT”. Adverte que “O que temos que combater é a escalada dos preços da prática” opinando que “Se criticamos a ganância dos laboratórios e dos médicos mercenários, temos que preservar a AHT de tais males”.

SINTONIA
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Plenamente sintonizado com essas idéias, o usuário Arnaldo Ferreira fez referência à aprovação pelo Conselho Federal de Medicina da Medicina Antroposófica, mostrando que “Aprovar a Medicina Antroposófica, que beneficia uma ultra minoria intelectual foi muito fácil para o CFM”, indagando: “Qual o peso econômico disso?” para explicar que “a auto-hemoterapia, que atinge muitos milhares de pessoas é muito diferente, uma vez que o impacto econômico é brutal”
Acrescenta Arnaldo que “a Medicina Antroposófica não ganhou a popularidade da AHT, ficando restrita a uma minoria da elite esclarecida e intelectualizada, não ameaçou assim a poderosa e Bilionária ‘indústria da doença'”. Adianta que no Rio de Janeiro surgem cada vez mais Hospitais moderníssimos, um luxo só, e ressalta que “não gostaria que deixássemos esta chama maravilhosa cair no ostracismo e morrer”. Informa que aplica a auto-hemo desde abril de 2007 e diz que ficará feliz no dia em que fizerem justiça ao Dr. Luiz Moura.

ALTERNATIVAS
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Essas abordagens intensificaram-se quando publicamos artigo mostrando que o Parecer nº 21/93 do Conselho Federal de Medicina, que aprova a prática da Medicina Antroposófica começava afirmando que “Fazer do método científico convencional o único método possível de conhecimento significa renunciar a um conhecimento integral da natureza humana”. Esta afirmação é exatamente o contrário do que diz o Parecer Nº 12/07 do mesmo Conselho Federal de Medicina, que tratou da Auto-hemoterapia, negando-lhe eficácia. O parecer da Antroposofia reconhece ainda que “Acontecem processos que não podem ser compreendidos pelos métodos científicos usados para o conhecimento do mundo exterior”.
Defendemos que diante de todas estas situações, cabe mais uma vez mostrar que o Conselho Federal de Medicina precisa tratar de forma mais objetiva questões que são tão importantes. Elas envolvem a vida das pessoas que precisam de alternativas de tratamento e que se vêem cerceadas no seu direito humano de preservar a própria saúde, devido a este verdadeiro mar de contradições e desencontros em que se transformaram alguns dos seus Pareceres Técnicos. Uma forma digna de sanar essas falhas, seria a reabertura da discussão a respeito da auto-hemoterapia, com a revogação do Parecer Nº 12/07.

ALGO MAIS
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Nesse sentido, o jornalista Evaristo da Veiga também observou que a citada contradição “revela que existe um ‘algo mais’ por detrás do parecer do dia 12 de dezembro último, que cassou o CRM do Dr. Moura”. Discorre que “Os pareceres favoráveis a medicinas alternativas, como a Antroposófica, a Ortomolecular, a Acupuntura, etc. não provêm apenas do fato delas serem meios terapêuticos eficazes e consagrados pelo uso. Os Conselhos os aprovam, mesmo a contragosto, porque trata-se de matéria “difusa”, envolvendo diversas técnicas e procedimentos”. Aduz que “Já com a AHT passa-se algo completamente diferente, pois é um procedimento terapêutico incisivo e pontual, altamente eficaz, e que confronta de forma direta e aberta uma fatia importante do mercado farmacológico de imunomodulatórios e imunoestimulantes, além dos anti-alergênicos (que não funcionam), antibióticos, trombolíticos e outros. Esse é o “x” do problema”. – assevera.
Enfatiza ainda que “é intolerável para as mentes ortodoxas e capciosas dos conselhos, ver o Dr. Moura, inegavelmente um renomado médico, com invejável folha de serviços prestados ao longo de seus 58 anos de profissão, desancar o método científico num DVD que circula entre milhões de pessoas. Assim, o parecer contraditório do dia 12.12 foi um ato político aberto, de represália direta e incisiva, uma espécie de punição exemplar, previamente decidida, pela ‘grave desobediência’ e por expor de forma ostensiva os métodos da medicina oficial à execração pública”.
Pondera que “É claro que isso jamais será admitido…”, mas avisa que “A contradição entre os vários pareceres dos conselhos pode servir de arma eficaz, principalmente em mão de advogados, para fazer valer os direitos do Dr. Moura”. Finalmente, avalia que a pressão popular, derivada da difusão e prática da AHT, que cresce em escala logarítimica, vai fazer toda a diferença. E conclui: “Quando chegar no ponto em que, politicamente falando, os conselhos passarem a ter uma imagem intensamente ruim perante a opinião pública, esse jogo vira”.

Auto-Hemoterapia: NENHUMA LEI BRASILEIRA PROÍBE

“A atitude drástica, injustificada e enviesada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, do Conselho Federal de Medicina – CFM e da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia – SBHH declarando proibida a auto-hemoterapia nos serviços de saúde do Brasil vem se tornado cada vez mais absurda. A cada dia cidadãos de credibilidade e competência a toda prova vêm se manifestando e mostrando ao Brasil que as autoridades da saúde estão na contra-mão da história, com suas decisões arbitrárias.

Somente nos últimos dias alistamos três casos de manifestações importantes sobre auto-hemoterapia: o artigo “A prática da auto-hemoterapia no Brasil”, do Professor Douglas Carrara, Antropólogo; a série de artigos “Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos…”, do Dr. Jorge Martins Cardoso, Médico; e a matéria “Auto-hemoterapia: sem comprovação científica, técnica é aplicada em Araguari”, na qual o Dr. João Batista Caetano, Médico Hematologista diz que a ação de realizar a auto-hemoterapia não é ilegal.

Depois de fazer uma exposição completa sobre a auto-hemtoerapia, o Professor Carrara afirma: “Para concluir, há que reclamar do descumprimento da missão primordial da ANVISA, que objetiva ‘proteger e promover a saúde da população garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso.'”. Segundo o professor, “Além disso tal proibição impede as pessoas de realizarem a livre escolha dos serviços de saúde, infringindo o direito do consumidor (Lei 8078/90).”. Encerando, conclama: “Enfim convidamos os cidadãos brasileiros violentados em seu direito à saúde garantido pela Constituição Federal de 1988 a assinarem o abaixo assinado dirigido ao Presidente da República e ao Ministro da Saúde em http://www.abaixoassinado.org/“.

Em trecho de um dos seus brilhantes artigos, o Dr. Jorge Martins Cardoso assevera que  “os médicos Dr. Jésse Teixeira, Dr. Olívio Martins e Dr. Luiz Moura afirmam que a auto-hemoterapia também regula o sistema nervoso autônomo, trazendo benefícios para a nossa saúde. Sendo assim, entre as terapias que podem atuar no sistema nervoso autônomo, dispomos: da acupuntura, da eletroacupuntura, da auto-hemoterapia, da homeopatia e da alopatia (drogas, remédios, fármacos, multinacionais, etc.). (…) Todavia, por enquanto, focalizemos nosso microscópio óptico nessas terapias, conquanto, exceto a auto-hemoterapia e a eletroacupuntura, as demais já são do conhecimento público.” Então ele indaga: “Pensado no seu bolso, no meu bolso, no nosso bolso, qual a terapia mais barata, a de menor custo? E, pensando na sua saúde, na minha saúde, na nossa saúde, qual a terapia mais eficaz e menos nociva?” E explica: “Pois é, simpáticos leitores e muito simpáticas leitoras. É só pensar e escolher, conscientemente, livremente e por que não dizer, o tão em voga, democraticamente…”

Por outro lado, em 22 de janeiro de 2009 o jornal Gazeta do Triângulo publicou a matéria “Auto-hemoterapia: sem comprovação científica, técnica é aplicada em Araguari”, na qual o Hematologista João Batista Caetano, que possui 32 anos de profissão, afirma que a ação de realizar a auto-hemoterapia não é ilegal, somente o será, na medida em que for aplicada em uma farmácia ou em um hospital, visto que para a realização de qualquer procedimento nesses lugares é preciso prescrição médica.” A matéria cita os mesmos textos de lei que a ANVISA usou para alegar que a auto-hemoterapia poderia ser enquadrada como “infração sanitária”, mas que nós já comprovamos que não têm nada a ver, pois “ninguém será proibido de fazer nada senão em virtude da Lei”. Aqui eu mostro mais uma vez que a ANVISA está desnorteada. Por quê ela não apresenta nenhuma norma que afirme a proibição da auto-hemoterapia? A resposta todos sabemos: porque não existe nenhuma norma proibindo a auto-hemoterapia no Brasil. A proibição é, portanto, arbitrária.”

Artigo de Walter Medeiros

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