HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

ESCOLHAS

escolhas

 “A coisa mais difícil de aprender na vida é qual ponte precisamos atravessar e qual devemos Queimar.”
daniel.rn2008

É a velha questão do livre arbítrio. Você sempre terá opções. Você tem que fazer “escolha” e arcar com as conseqüências dela. Isso se chama responsabilidade sob suas ações, ter o discernimento em sua consciência do que se passa no crivo da sua razão. É o que lhe torna juiz dos seus próprios atos. ESCOLHA.  Não é uma tarefa fácil! É a forma mais simples de se ver a aplicação concreta, palpável, visível da “Lei de Causa e Efeitos” que rege nossas vidas.

Nada fica oculto por muito tempo. A verdade se desembrulha dos véus do tempo, no tempo certo. A verdade é sempre única e absoluta. Relativo são as nossas interpretações a cerca dela. Cada um, mais uma vez, escolhe como quer enxergar a vida e o que fazer dela.

Um dia eu estava bem baixo astral. Isso foi há uns 3 anos atrás eu acho. A HS já havia se manifestado a todo vapor há algum tempo apesar de eu não ter tido, naquela época, o diagnóstico prescrito por um Doutor, por assim dizer. Mas o fato é que eu estava mal. Muitos antibióticos que não traziam resultados, muitos efeitos colaterais, e a vida social, profissional, pessoal e emocional completamente abalado. Meu ex-marido se dirigiu a mim e disse: – Tenho pena da HS agora. Então eu questionei sem entender onde ele queria chegar! Ele disse novamente: – É que a HS não tinha cura até agora, mas ela veio parar na pessoa errada. Agora ela vai ser desvendada, porque você vai encontrar. Ela já era!

Eu me senti tão grande… E percebi o tamanho da injeção de energia positiva que ele mandava para mim. Ele acreditava em mim mais do que eu mesma. Mas isso me fez tomar decisões e rumos que eu jamais havia sequer me questionado anteriormente. Vencer a vergonha, o medo e a dor não teriam sido tarefas fáceis, se eu não tivesse tido o suporte emocional que me foi necessário para superar diversas situações.

O mundo inteiro me reportava informações confusas e de referência pouco creditáveis. Fui buscar no meio científico o que havia de conhecimento responsável dentro da área de saúde. Abstracts Médicos, pesquisas científicas, casos ainda em estudo, relatos de casos, comunidades de portadores, absolutamente tudo que rondasse a respeito da Hidrosadenite Supurativa (Hidradenitis suppurativa), HS para os íntimos, a fim de entender melhor o que eu estava vivendo. Deparei-me com estudos de casos titulados: “Hidradenite supurativa, uma doença abjecta”. Esclarecendo os termos, para os que não entendem a palavra do nosso vocabulário português “abjecção”, bem, ela expressa o estado de uma excessiva baixeza moral. Descobri então que a doença não é tão rara assim, mas os registros dela sim. Um dos grandes tabus a se vencer nessa constante batalha do portador é a “vergonha” de se expor, o que contribui para dificultar um diagnóstico mais precisa e rápido, entre outros fatores de igual importância.

O resultado da ausência de registros gera a falta de interesse e INVESTIMENTO para um antídoto. Diante desse fato, mais do que real, a minha busca foi experimentar o que fosse concebível sob meus julgamentos as possibilidades que eu tinha para administrar o que quer que fosse a tal HS…

COBAIA DAS MINHAS ESCOLHAS. Isso mesmo! Adquiri o conhecimento necessário do que precisei e resolvi testar o que e como funcionava em mim. Não sou médica, não sou cientista, sou portadora de uma chaga e não sou burra. Sei descrever exatamente o que sinto, como sinto, o que faço e meu estado mental AINDA é socialmente normal sob a avaliação de qualquer psicoterapeuta…

Quando apoio e divulgo a Auto-Hemoterapia, estou simplesmente dando o meu testemunho de vida sob os resultados que essa técnica me trouxe. Não tenho vínculo de qualquer espécie nem sob qualquer circunstância com ninguém, nem qualquer entidade. Reporto o que vivo e o que adquiri de conhecimento ao longo dos últimos 5 anos com o único propósito de ajudar outros portadores da mesma forma que recebi auxílio quando dele necessitei. Trata-se primeiramente de uma questão de “humanidade”, depois julguem os senhores da forma que melhor lhes convier…

Meu lado sentimental entrou em conflito quando me deparei com uma matéria onde vários adeptos do movimento que difama a prática da auto-hemoterapia me classificam como uma charlatã. Meu suposto envolvimento e apoio a Campanha do Dr. Luis Moura e a difusão de uma série de fatos que resolvi expor ao conhecimento público tornaram-se o estopim de uma rede de intrigas que mais se assemelha a uma novela. Pensei comigo mesma: – Que roteirista pobre! Acho que foi nesse instante que pude, talvez, de longe avaliar 1/3 da decepção que o Senhor Doutor Luis Moura deva sentir ao ver sua contribuição para a humanidade tão manipulada e distorcida ao bel prazer de interesses vis.

O Dr. Luis Moura jamais me prometeu a cura para a HS. Aliás, em seus estudos não há a reportagem de um único caso de cura de um portador de HS através do uso da auto-hemoterapia. Foi-me informado através de contatos que fiz da melhora de determinados sintomas devido ao aumento da minha taxa imunológica. Nada mais me foi prometido. E de fato, com o tratamento que venho executando obtive pelo menos 90% de melhora visível em minha qualidade de vida, muito embora não tenha sido a cura. O que não significa necessariamente que essa prática não seja a cura para outras tantas enfermidades que existem…

Vi um comentário na revista Época (GLOBO) fazendo referência a algo que postei sobre a HS. Foi reconfortante para o meu EGO saber da aderência e da credibilidade de alguns pelo menos aos meus relatos. O meu muito obrigado pela cautela no julgamento á credibilidade dada ao que se refere a mim. O meu apoio e divulgação da Auto-Hemoterapia são devido à experiência que vivencio e espero tão somente com isso dar a minha parcela de contribuição á humanidade.

 Como diria Gordon Livingston: “Tudo que conheço são os meus sentimentos e a minha esperança.”

Aos incrédulos e maquiavélicos eu deixo uma história que me foi transmitida muito interessante sob certo ponto de vista… Trata-se dos 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:

1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata, ouro, e pedras preciosas;
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pensem nisso! A forma como você vê o mundo pode mudar a sua vida!

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