HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

O conceito teórico da Auto-hemoterapia, em momento algum, foi posto em dúvida.

"Mediante a retirada de sangue da veia do próprio sujeito e imediata aplicação em seu próprio músculo, há estimulo, um aumento dos macrófagos, por ser considerado um elemento estranho ao organismo. Os macrófagos são células de grandes dimensões do tecido conjuntivo, ricos em lisossomos, que fagocitam elementos estranhos ao corpo. Intervêm na defesa do organismo contra infecções e têm característica afinidade de cooperação com os linfócitos T e B. Possuem duas grandes funções na resposta imunitárias: fagocitose e destruição do microrganismo; e apresentação de antígenos."

"A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias."

O conceito teórico não foi posto em dúvida pelo CFM, nem pelo parecista do CFM, nem pela ANVISA, nem por qualquer acadêmico, defensores do método científico.

Portanto, pode-se partir do pressuposto de que a TEORIA que embasa a Auto-hemoterapia é reconhecida de maneira unânime como válida.

Se a teoria é válida, porque não seria válido seus efeitos benéficos?

É defendido por todos a necessidade de comprovação científica dos efeitos benéficos e da não evidência de efeitos colaterais.

Mais uma vez, a teoria que embasa a técnica denominada Auto-hemoterapia é aceita de forma unânime.

É uma técnica e não um medicamento.

"Um novo medicamento é testado rigorosamente ao longo de três fases: na primeira, são realizados estudos com várias espécies de animais, para comprovar seu efeito biológico real, efeitos indesejados, etc. Na segunda, são realizados estudos com voluntários humanos em pequeno número, para determinar a dosagem e formas de administração mais eficazes, e se o efeito comprovado nos animais se manifesta também de forma incontrovertida nos seres humanos. Na terceira fase, o medicamento é testado em uma população muito maior, fazendo-se um extenso acompanhamento clínico, nas mais diversificadas condições, e são estabelecidas as margens de segurança de uso.

A principal arma da ciência médica para comprovar se um medicamento funciona ou não para um determinado objetivo terapêutico se chama "ensaio clínico aleatorizado prospectivo duplo-cego". Ele funciona assim: grupos de pacientes com determinada doença que se quer tratar, são divididos aleatoriamente em dois subgrupos. Um deles recebe o medicamento, e o outro recebe um placebo. Ambos são avisados que podem estar recebendo um ou outro, mas não sabem qual. Os médicos que fazem o estudo também não sabem, pois os pacientes são identificados com números, cujo significado é mantido em segredo até a conclusão do estudo. Por isso se chama duplo-cego. Isso é feito assim porque se comprovou amplamente que a expectativa de um efeito por parte dos pacientes ou dos médicos influencia muito o resultado.

Depois que um grande número de pacientes é estudado desta forma, fazem-se exaustivos e complexos testes estatísticos, usando-se computadores e bancos de dados, para se determinar-se objetivamente se existe uma diferença significativa entre os grupos controle e tratado. Somente quando este efeito tem uma magnitude considerada clinicamente útil é que o medicamento pode começar a ser usado."

Fonte: Medicamentos e Pesquisa Científica.
por Fernando Augusto Orquiza

Surge, então, três propostas:

1ª) Manter contato com pesquisadores convidando-os a realizar as etapas necessárias para validação ou refutação da técnica denominada Auto-hemoterapia.

Segue uma sugestão inicial:

Instituto de Investigação em Imunologia – INTC
http://www.iii.org.br/default.asp?site_Acao=mostraPagina&paginaId=11

2ª) Convidar entidades de fomento a pesquisa como FAPESP, CNPq para patrocinar o projeto.

3ª) Na falta de apoio, criar uma entidade com apoio financeiro popular.

Fernando Augusto Orquiza
46 anos – Londrina – Paraná

fonte:
http://www.hemoterapia.org

1 Comentário»

  M.Fetha wrote @

Como traduzir um vídeo no YouTube – How to translate a video on Youtube – English + MULTIPLE LANGUAGES CC


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: