HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (II de IV)

Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (II)
Textos do Dr. Jorge Martins Cardoso (Médico) – CRM 573

Continuemos o que está escrito na página 94 da revista Veja. O último levantamento do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas constatou que os remédios são a principal causa de intoxicação entre os brasileiros – e os benzodiazepínicos, antigripais, antidepressivos e antiinflamatórios são os que lideram a lista. Observação do escriba: na página 94 consta à foto da médica americana Márcia Angell que denunciou a relação incestuosa entre a FDA e a indústria farmacêutica.

Página 95 – O Prexige, assim como outros antiinflamatórios da mesma classe dos inibidores da Cox-2, tem indicação para o tratamento de dores agudas. Diante dos distúrbios causados pela Acomplia, a Agência Européia de Controle de Medicamentos (Emea), recomendou que ele fosse retirado das farmácias. Produzido pelo laboratório francês Sanofi-Aventis, o remédio estreou há dois anos com a indicação inédita de agir sobre a gordura visceral. Quando passou a ser usado em larga escala, o número de casos de depressão surpreendeu as autoridades sanitárias da União Européia. Foram registrados em seus países, 36.000 episódios de sintomas depressivos.

Assim que saiu a notícia de que o comprimido antibarriga (Acomplia) também seria banido das farmácias brasileiras, muita gente correu para o consultório do endocrinologista em busca da última receita do remédio. Infelizmente, não se vende juízo em comprimidos, conclui a reportagem.

Na página 90 da revista Veja consta a seguinte relação de medicamentos banidos do mercado brasileiro: Acomplia, Bextra, Prexige, Arcoxia, Vioxx, Lipobay e Posicor. Já na página 91 consta a lista dos medicamentos que foram alvo de algum tipo de advertência da FDA que são: Aspirina, stent farmacológico, Champix, Vytorin, Avandia, Cialis, Levitra, Viagra, descongestionantes de uso pediátrico, Ketek, Prozac, Zoloft, Aropax, Zyban, Lexapro, Efexor e Roacutan. Observação do escriba: sobre este último medicamento (Roacutan), posteriormente iremos dedicar um artigo especial, pois o laboratório fabricante, infelizmente, irá nos remeter de volta à segunda guerra mundial, ou seja, à Alemanha nazista. “E o vento levou”… “Assim caminha a humanidade”… “Dor de cabeça? Doril! A dor sumiu!”… “Dor de barriga? Benzetacil! A dor sumiu!”… Outra observação do escriba: o que foi escrito acima foi transcrito da revista Veja, de 05 de novembro de 2008, edição número 44.

Passaremos agora a transcrever o que foi escrito na edição de número 45, datada de 12 de novembro de 2008, da mesma revista Veja. Na capa, aparece a fotografia do presidente eleito dos EUA Barack Obama. Graças a Deus, o mundo está ficando livre do louco perigoso, George Walker Bush, o “Zé Buchinha” de canhão. O “Zé Bushchinha” deveria receber o prêmio Nobel da Guerra e o de Economia. Depois, devidamente escoltado, ser conduzido a um hospício do Alasca! Por que Alasca? Porque Alasca rima com “se lasca”.

Retornemos aos “medicamentos”. Nas páginas 28 e 33, dedicada à opinião dos leitores, segundo a revista Veja o assunto mais comentado foi sobre remédios, com 43 citações. Faremos à transcrição parcial de alguns comentários. Página 28 – “A população pede respeito, trabalho limpo e sensibilidade às indústrias farmacêuticas. Confiamos nossa vida a seus medicamentos!” – Carlos Eduardo Gadelha – João Pessoa, PB. Observação do escriba: esta é a opinião de um ingênuo. “Embora afirme inicialmente haver “algo de nebuloso no universo dos remédios”, pode-se, sim, confiar nos laboratórios. Atualmente, centenas de princípios ativos estão em diferentes fases de pesquisa e desenvolvimento em indústrias farmacêuticas nos EUA, na Europa e no Brasil, a um custo anual superior a 75 bilhões de dólares. A medicina e a indústria farmacêutica avançaram muito nas últimas décadas, mas, infelizmente, ainda não são infalíveis” – Ciro Mortella – Presidente executivo da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica – Por e-mail.

Observação do escriba: esta é a opinião de “uma das raposas, protegendo o seu galinheiro”. Multidólares!

Na página 28, mais uma vez aparece a foto da médica Márcia Angell que acusa: relação promíscua – conselheiros da FDA estão na lista de pagamento dos laboratórios. Outra observação do escriba: relação incestuosa? Relação promíscua? Por acaso não seria uma relação criminosa? Se a FDA (EUA) está recheada de corruptos, todavia, a nossa respeitável ANVISA (Brasil), não tem nenhum corrupto. “Segundo atualizadas e abalizadas informações científicas, evangélicas, mediúnicas, eclesiásticas, futebolísticas, diplomáticas, religiosas” e de vendedores de picolé de chuchu, procedentes de Natal, capital do Rio Grande do “Sul”.

Página 33 – As indústrias entraram no mercado de forma agressiva, desacreditando a manipulação feita pelos farmacêuticos. As escolas de medicina deixaram praticamente de ensinar os médicos a formular, ou seja, a prescrever fórmulas. Além de incentivarem o uso das especialidades farmacêuticas em detrimento do uso das formulações, as indústrias criaram equipes de visitação médica, cheias de colorido, de conversas floreadas, que oferecem supostas vantagens aos pacientes e reais vantagens aos doutores. Muitos não aceitam. Na experimentação de um novo medicamento, são feitas pesquisas em animais, cada vez mais limitadas pela militância que os defende. Os testes em voluntários humanos também são feitos em número limitado. Isso significa que somos cobaias em potencial, no nosso dia-a-dia – Isabel C. C. Bulhões – Farmacêutica – Por e-mail. Observação do escriba: a opinião da farmacêutica Isabel C. C. Bulhões, é a que se nos apresenta mais compatível com a realidade. Desde há muito tempo, os seres humanos, ou seja, nós todos, estamos sendo vítimas de uma inescrupulosa experiência química, feita pelas indústrias farmacêuticas, estendendo-se os seus tentáculos à indústria de alimentos processados (aromáticos, corantes, conservantes, etc.). Multidólares!

Depois do estrago feito pela revista Veja na indústria farmacêutica (a reportagem de capa sobre os remédios), um “respeitável” laboratório farmacêutico multinacional, pagou à Veja uma matéria publicitária. O laboratório em questão, o Merck Sharp & Dohme cometeu a pior tolice, pois a emenda foi pior que o soneto. Observem atentamente os leitores o que está escrito na Página 87 (edição de 12 de novembro de 2008).

“A pior doença é a falta de informação. Para saber o que é melhor para a sua saúde consulte um médico. Cada avanço da medicina é o recuo de uma doença, e a Merck Sharp & Dohme orgulha-se de fazer parte dessa história, sendo a pioneira no descobrimento de vacinas, tratamento de hipertensão, colesterol, diabetes, entre outros. Sempre colocamos os pacientes em primeiro lugar e somos os primeiros a alertá-los quando há qualquer tipo de risco, como já fizemos no passado. Por isso, confiamos plenamente em nossos produtos, e não em fatos sem comprovação científica. Afinal, o nosso compromisso é com a ciência e com você”. A “belíssima” mensagem do laboratório, não passa de uma meia-verdade, o que é pior do que uma mentira cabeluda. Palmas! Multipalmas! Multidólares! Multipalmas! Multibidólares! Multiciência! Multivocês!

É exatamente o que o escriba e outros médicos do Brasil vêm desejando e solicitando penhoradamente, há algum tempo. Comprovação científica! Comprovação científica da Auto-Hemoterapia! Por fim, na última parte (parte III), os admiráveis leitores vão ficar perplexos, quando tomarem conhecimento do que escreveu o jornalista Randall Fitzgerald sobre o laboratório Merck.

E o que é muito pior, o que foi escrito por três jornalistas americanos em um livro (publicado em 2001), que são: Judith Miller (New York Times desde 1977), Stephen Engelberg (editor de investigações do Times há dez anos) e William Broad (escreve sobre ciência no Times desde 1983 e ganhou o prêmio Pulitzer duas vezes). No livro, entre outros tenebrosos assuntos, o laboratório Merck é citado e envolvido em atividades supernebulosas! Se os leitores sofrem de calvície tudo bem! Agora se as leitoras e os leitores forem cabeludos, em solidariedade aos calvos, vão querer arrancar os cabelos! Continua na parte III.

FONTE: http://www.jornaldacidade.net/

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