HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (III de IV)

Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (III)
Textos do Dr. Jorge Martins Cardoso (Médico) – CRM 573

O debate entre os cientistas e os religiosos continua acalorado. Cada vez mais acirrado. Contraditoriamente, o diálogo continua calmo, diplomático, verdadeiramente democrático. Os cientistas exigem uma comprovação científica, de que Deus existe ou já existiu. Por sua vez, os religiosos exigem uma comprovação científica, de que a Auto-Hemoterapia já existiu ou se ainda existe. Os cientistas estudam e pesquisam Deus. Os religiosos oram e rezam a Auto-Hemoterapia. Nos momentos de profunda reflexão, os religiosos lêem o livro de Charles Darwin, pois eles defendem o evolucionismo. Já os cientistas nas ocasiões em que se dedicam a uma extremada meditação, lêem à bíblia, porquanto, se apegam ao criacionismo. O debate, embora “fervoroso” é completamente livre. Sim liberdade! Sim existe liberdade de expressão e de opinião, mas, não existe total liberdade de pensamento. Tantos os cientistas como os religiosos, todos eles são filhos da “pauta”. Na condição efêmera de “magistrado”, o escriba acha que os dois lados têm razão. Tanto a Auto-Hemoterapia, como Deus, já existiu e continua existindo.

Discretamente, assistindo a tudo (o debate e o diálogo), encontrava-se um grupo de homens aparentemente desinteressados. Aparentemente. E, como todos nós já estamos cansados de saber, muitas vezes a aparência engana. “Dizem” que entre o discreto grupo, encontravam-se sete banqueiros, sete donos de empresas farmacêuticas e sete militares. Os banqueiros são de alto (s) dólar (es). Os industriais são de alto coturno e os militares são de alta patente. Eles apenas observam com um olhar absolutamente enigmático. Os 21 personagens, durante sete horas, não piscaram os olhos aguçados. Permaneceram calados. Calados é força de expressão.

Eles permaneceram completamente mudos, o que dava a forte impressão de que realmente eram mudos. Mas, pensavam com a velocidade da luz e a profundidade de um computador da mais recente geração. As orelhas e os ouvidos, em suma, a audição dos 21 “representantes”, de tão perfeita, deixaria qualquer um ou todos os otorrinolaringologistas, com tal grau de perplexidade e com tanta raiva, que sentiriam uma enorme vontade de rasgar os seus diplomas, que obtiveram com tanta dedicação, muitos esforços e penosos trabalhos. Mas, ali não é permitida a presença de médicos. Nem da imprensa. Afinal ali está sendo decidido o futuro do mundo! O futuro do mundo dos negócios! O futuro “deles”! Naquele ambiente sacrossanto, o “grupo dos 21”, tinha aparecido misteriosamente. Da mesma forma, desapareceram silenciosamente e misteriosamente…

Como escrevemos na parte II, ficamos de falar sobre o laboratório Merck, Sharp & Dhome, ou abreviadamente o laboratório farmacêutico Merck. Em seu livro “Cem anos de mentira” (pois aborda o período de 1906 a 2006), o jornalista Randall Fitzgerald, 58 anos de idade, residindo atualmente na Califórnia (EUA), escreveu o seguinte: meu irmão mais novo tornou-se obeso, aparentemente por causa dos efeitos colaterais de medicamentos. Desenvolveu diabetes do tipo 2 – cujo diagnóstico fez com que os médicos lhe prescrevessem ainda mais medicamentos de uso contínuo. Ao meu pai foi receitado o medicamento Vioxx, para a sua artrite, ele então sofreu um derrame, tornando-se uma das milhares de pessoas que foram vitimadas por essa droga, antes que ela fosse retirada do mercado. Minha irmã teve o útero removido cirurgicamente, aos 41 anos de idade, após ela ter recebido injeções de esteróides.

Entre meus amigos e conhecidos, – todos, assim como eu, pertencentes a geração baby boom – três estão lutando contra algum tipo de câncer. Outros três recuperam-se de câncer, sendo que destes, dois desenvolveram esclerose múltipla. Um homem e uma mulher são aidéticos. Dois sofrem do mal de Parkinson em estágio avançado. Dois, na casa dos trinta anos, têm a doença de Crohn. Três sofrem de ataques crônicos de enxaquecas e alergias alimentares. Meu pai e minha mãe tomam juntos, mais de uma dúzia de medicamentos diferentes, todos os dias. A despesa mensal chega à casa dos 900 dólares – valor que excede o que eles gastam com comida, no mesmo período. (páginas 11 e 12).

1° tapa no laboratório – o laboratório Merck, orgulhosamente estufa o peito e afirma: somos o pioneiro no descobrimento de vacinas, tratamento de hipertensão, colesterol, diabetes, entre outros. (página 87, revista Veja, de 12 de novembro de 2008). Quando o laboratório cita entre outros, o laboratório Merck deixou de citar o Vioxx, que provocou o acidente vascular cerebral no pai do jornalista Randall. Como o Merck se diz pioneiro no tratamento de diabetes, é de se supor que o irmão mais novo do jornalista, tenha engolido alguma droga desse mesmo laboratório para “controlar” seu diabetes. Assim sendo, o “Dr. Merck”, de uma só cajadada derrubou dois coelhos, da mesma família.

Continua Randall: na composição das cerca de nove vacinas administradas às crianças americanas em idade pré-escolar, incluem-se substâncias como mercúrio, alumínio, glutamato monossódico, formaldeídos e várias outras, associadas a distúrbios que variam desde danos ao cérebro e ao sistema nervoso até o autismo e o distúrbio de déficit de atenção (DDA). Muita gente gostaria de acreditar que a FDA (Food and Drug Administration) existe para proteger os cidadãos de quaisquer perigos advindo da comida e dos remédios que consomem. O fato é que a FDA aprova a utilização pública de novas drogas sem haver estudado os limites de segurança quanto ao consumo dessas substâncias. Para emitir sua aprovação, a FDA baseia-se nas informações fornecidas pelos próprios fabricantes das drogas, quanto aos níveis seguros para o consumo. Os médicos tampouco podem nos proteger. (página 22).

Como denunciou a médica americana Márcia Angell na revista Veja, conselheiros da FDA, estão na lista de pagamento dos laboratórios. Se a FDA (Estados Unidos) é subornada pelos laboratórios, é de se supor que na Anvisa (Brasil), alguns dos seus membros também possam estar sendo subornados. A força e os interesses dos laboratórios multinacionais, arrumam, juntam e doam um punhado de multidólares e multi-reais, e, pronto! A comida e a comilança estão prontas! E, caros leitores, quem é que vocês pensam que está proibindo a Auto-Hemoterapia no Brasil? O Conselho Federal de Medicina (CFM), que recebe “ordens” da Anvisa? Que por sua vez recebe “ordens” dos laboratórios multinacionais? Quem tem certeza? As “ordens” devem ser cautelosamente colocadas entre parênteses, pois tais “ordens” podem ter um duplo sentido ou mesmo vários sentidos. Por exemplo: visão (dólares), audição (moedas), olfato (perfumes), gustação (almoços e jantares), tato (notas) e até o chamado sexto sentido (viagens, status, mulheres, etc.). “Ordens” entre parênteses. Ficamos entendidos?

A médica Márcia Angell e os médicos Jerry Avorn e Jonh Abramson – os três são autores de livros-denúncia, diferentes, sobre os poderosos laboratórios – são associados à Escola de Medicina da Universidade de Harvard. Um quarto médico, Jay S. Cohen, também autor de um livro-denúncia, é professor da Universidade da Califórnia, em San Diego. Os quatro médicos são citados nas páginas 191, 192, 193, 194 e 195 do livro do jornalista Randall.

Continuando o livro do jornalista Randall: Em 1991, um especialista em vacinas alertou o presidente da divisão de produção de vacinas do laboratório farmacêutico Merck que, ao serem inoculadas com vacinas contendo Timerosal, crianças de seis meses de idade estavam recebendo níveis de mercúrio até 87 vezes maiores do que, os padrões de saúde considerados seguros. Quase uma década (dez anos) se passaram, antes que essa companhia farmacêutica introduzisse uma vacina isenta de mercúrio, em substituição àquela que continha Timerosal. (página 122).

2º tapa no laboratório – o arrogante laboratório Merck, afirma que é o pioneiro na descoberta de vacinas, o que não é verdade como veremos um pouco adiante. Além do mais, como é que pode um laboratório que se diz pioneiro e “perfeito”, permitir o uso de mercúrio em vacinas indicadas para crianças, mercúrio este que pode produzir danos cerebrais graves, e mesmo depois de alertado sobre o problema, passa dez anos para tomar providências? Fala-se muito em impunidade no Brasil, o que é verdade. E um caso desse porte, em que afeta gravemente a saúde de crianças, por que não é punido? No caso em pauta, o que ocorre é que há uma mistura de ignorância, prepotência, corrupção, impunidade e muito dinheiro. Multidólares! As drogas farmacêuticas, quase todas elas, podem produzir efeitos colaterais previsíveis, e, em outros tantos casos, podem acarretar reações adversas graves e imprevisíveis. Por outro lado, conforme afirma o médico carioca Dr. Luiz Moura, em seu DVD – “Auto-Hemoterapia, uma contribuição para a saúde” – ele diz que tal terapia complementar é absolutamente inofensiva. Não produz efeito colateral nenhum, nem reação adversa em hipótese alguma. Então, por que continua proibida a mencionada terapia? Observação do escriba: sentimo-nos no imperioso dever de continuar na parte IV. Bom dia, e até lá!

FONTE: http://www.jornaldacidade.net/

1 Comentário»

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