HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (IV de IV)

Auto-Hemoterapia: ciência ou religião? (IV)
Textos do Dr. Jorge Martins Cardoso (Médico) – CRM 573

3º tapa no laboratório – Um pouco de história. Foi em 1688 (século XVII) que a família Merck fundou a primeira farmácia em Darmstadt, na Alemanha. Da dinastia, um dos pioneiros foi Frederick Jacob Merck. No final do século XIX, a família Merck criou uma filial nos Estados Unidos, surgindo a Merck & Company que passou a ser administrada por George W. Merck. A fábrica da Merck & Company foi inaugurada em 1903, em Rahway, Nova Jersey (USA), continuando com fortes vínculos com a matriz da Alemanha. Com o advento da I Grande Guerra (1914-1918) e com a entrada dos americanos no conflito, os vínculos da Merck & Company dos Estados Unidos com a matriz na Alemanha, tiveram de ser cortados, deixando o Sr. George W. Merck sem outra alternativa, a não ser a companhia ser capitalizada nos Estados Unidos e, ações foram disponibilizadas na bolsa da valores de Nova York. Em 1919 (após o término da guerra), a empresa era totalmente independente.

Com o início da II Guerra Mundial (1939 -1945), a partir de 1940, a Merck & Company começou a produção de penicilina, a exemplo de outros poucos laboratórios dos EUA. Enquanto perdurou a 2ª guerra, toda a produção de penicilina era exclusividade das forças armadas americanas. Só após o término da guerra em 1945, é que a penicilina começou a ser exportada para o Brasil e outros países. E esta é uma informação muito importante, porquanto tem muito a ver com o progressivo desuso da Auto-Hemoterapia, por motivos comerciais. Nas décadas de 20, 30 e 40, os grandes trustes propagandeavam que no subsolo brasileiro não havia petróleo. Hoje está aí o petróleo e a Petrobras.

Do mesmo modo, guardadas as devidas e medidas proporções, é o que deve ter acontecido com a Auto-Hemoterapia. Pressionado pelos poderosos trustes, e, utilizando como testa-de-ferro os Institutos de Pesquisas e as grandes Universidades dos Estados Unidos, com reflexo no Brasil, passaram a desacreditar a Auto-Hemoterapia, para dar passagem às suas drogas medicamentosas “milagrosas”, e assim, obter lucros fabulosos. Entre os institutos, destacamos de antemão o bilionário Instituto Rockfeller. O que podemos adiantar com certa segurança, é que a penicilina chegou ao Brasil após 1945, embora não saiba precisar ainda qual o ano exato. É questão de tempo!

Em 1953, o Merck & Cmpany, por razões “científicas”, “humanitárias” e financeiras uniu-se ao Sharp & Dhome, dando origem então à companhia Merck Sharp & Dhome (MSD), que ficou sob a presidência de George W. Merck. Só a partir de 1963 é que foi lançada a 1ª vacina contra o sarampo, que recebeu o nome comercial de Rubeovax. Entre 1968 e 1974 o Merck Sharp & Dhome lançou no mercado três vacinas: para rubéola (Meruvax), para caxumba (Mumpsvax) e contra a meningite tipo C (Meningovax). Esta última vacina era administrada nas tropas americanas que estavam combatendo na guerra do Vietnã.

No ano de 1974, começaram a surgir os primeiros casos de meningite no Brasil, que aos poucos, transformou-se numa epidemia. Estávamos no governo Médici e a censura formal estava vigente. A princípio, os casos de meningite atingiram as camadas mais pobres, mais desnutridas e conseqüentemente, com seus sistemas imunológicos mais deficientes, o que é cientificamente compreensível.

Entrementes, a meningite começou a atingir pessoas da classe média e alta. Embora sob censura, setores da imprensa, da sociedade e certas autoridades, começaram a botar a boca no trombone. “Perigosíssimos” comunistas, subversivos, esquerdistas e outros “istas” engrossaram o caldo de feijão. Realmente o feijão estava aguado. A feijoada era fraquinha, e o povinho faminto. Mas, a pressão na panela aumentava. Os queixumes e as reclamações pipocavam por todo lado.

Não se sabe exatamente como, um grupo de médicos e pessoas influentes, após estudos, descobriram que para a referida epidemia meningocócica, existia a tal vacina que estava sendo usada no Vietnã.

Depois de trocarem muitos tapas e beijos, muito bate-boca, muitos enfermos e muitas mortes, negociações entre autoridades brasileiras e americanas, fizeram chegar a um acordo sobre a epidemia. A vacina seria importada dos EUA. Finalmente, o governo brasileiro realizou uma campanha de vacinação “em massa” na população, no ano seguinte. O que de fato aconteceu! Prova disto é que em 23 de abril de 1975, a revista Veja, publicou uma reportagem (de capa) com a manchete: “Meningite. A batalha decisiva”. O escriba recorda-se perfeitamente, que tomou a dose da vacina em um galpão improvisado na Rua de Geru, centro da capital sergipana. Na época foram usados injetores automáticos, que inexplicavelmente não se usa mais.

O laboratório Merck & Company anteriormente, bem como posteriormente o conglomerado Merck, Sharp & Dhome, lançaram no mercado internacional, vários outros produtos farmacológicos, para diversificadas enfermidades ou “doenças”. A quem afirme que “não existem doenças, mas, sim doentes”.

A maioria dos grandes laboratórios, segundo e seguindo minha linha de raciocínio, não estão preocupados com os doentes. Preocupam-se, sim, com as doenças, cada vez mais numerosas e com nomes cada vez mais sofisticados. Tal fato não acontece por acaso. O portentoso complexo industrial hospitalar-farmacêutico investe vultosas verbas em propagandas de conteúdo duvidoso, em publicações “médicas” inconsistentes, em congressos médicos caros e suntuosos, geralmente em hotéis e locais paradisíacos. Interferem, direta e/ou indiretamente nas universidades, nos institutos de pesquisas, nas faculdades e em seus currículos, nos grêmios estudantis, nas entidades de classe médica, etc..

Na história da humanidade, até hoje, uma única doença foi erradicada do planeta terra, que foi a varíola. Ainda assim, o vírus selvagem da varíola, continua armazenado em dois laboratórios de segurança máxima. Um laboratório em Atlanta (Estados Unidos) e o outro em Novosibirsk (Rússia). Erradicou uma só doença infecciosa (e virótica). Em contrapartida, “inexplicavelmente”, fabricaram centenas de outras doenças, com nomes exóticos, que requer exames complementares sofisticadíssimos, planos de saúde caros e tratamentos também caros, e o que é bem pior, de ação duvidosa e, em não poucos casos, até letais. Então, a Auto-Hemoterapia deveria ser sepultada e deve continuar “falecida”, para felicidade geral dos fabricantes farmacêuticos. A “ciência” passou a ser um monopólio de poucos. Os professores e os médicos passariam todos à condição de filhos da “pauta”. Quem passaria a fazer as “pautas” seriam as multinacionais.

Não arranca tampo de ninguém, citar mais uma vez, que entre as “milagrosas drogas” fabricadas pelo Merck, Sharp & Dhome, encontra-se o “antiinflamatório” Vioxx, que deu no que deu: infarto, derrame e mortes.

Antes da fabricação da vacina contra o sarampo, já existiam as vacinas contra a varíola, contra a hidrofobia, contra a febre amarela, contra a poliomielite, etc. Então o Merck, Sharp & Dhome não foi o pioneiro na produção de vacinas. Eis uma informação distorcida! A classe médica há muito tempo vem sendo usada pelos “trustes”. Muitos não se submetem aos seus ditames. Outros infelizmente se corrompem, alguns até inconscientemente, e, uma minoria, há de se imaginar, conscientemente.

Não me causa muita estranheza, o parecer, de um “ilustre” médico desconhecido, quando afirmou e continua afirmando que a Auto-Hemoterapia nunca existiu, não existe, não tem base científica e que pode prejudicar a saúde das pessoas. A expressão Auto-Hemoterapia consta em vários dicionários médicos, elaborados por vários cientistas e médicos de vários países do mundo. Então o “parecer” do “ilustre” médico, afirmamos nós, é que não tem base científica. O que é lamentavelmente constrangedor, é que também não permitem qualquer tipo de pesquisa, sobre a mencionada terapia complementar. Num passado não muito distante, o mesmo aconteceu com a homeopatia e com a acupuntura. Hoje, felizmente, as duas terapias são aceitas no Brasil.

4º tapa no laboratório – Segundo os atuais governantes dos Estados Unidos, um dos motivos que provocou a atual guerra e a invasão do Iraque, foi que tal país possuía armas de destruição em massa, inclusive armas biológicas, fatos que nunca foram provados. Um livro escrito por três jornalistas americanos, Judith Miller, Stephen Engelberg e William Broad (os três jornalistas vivem em Nova York), trás um pouco de luz sobre o assunto. O nome do livro é “Germes – As Armas Biológicas e a Guerra Secreta da América”, editora Ediouro, 1ª edição de 2001, 487 páginas. Vamos lá?

“Com a advertência dos serviços de informações de que Tóquio e Berlim dispunham de armas biológicas, em 1942, Washington mobilizou-se contra estes ataques”. O presidente Franklin D. Roosevelt denunciou publicamente as armas exóticas dos inimigos da América, classificando-as de “terríveis e inumanas”, ao mesmo tempo em que se preparava para uma retaliação da mesma forma. O homem escolhido para chefiar o programa secreto americano foi George W. Merck, presidente de uma empresa farmacêutica. Merck era um nome conhecido no meio; gerações de médicos aprenderam a confiar nas orientações do The Merck Manual para diagnosticar e curar doenças. Mas este novo esforço fora concebido para ser quase invisível, com um grau de sigilo só comparável ao projeto americano da bomba atômica.

Esta iniciativa biológica tinha o seu quartel-general em Camp Detrick, uma velha base do exército localizada em uma zona rural de Maryland, suficientemente perto de Washington para poder reagir com rapidez, mas longe o bastante para garantir uma margem de isolamento e segurança. O trabalho iniciou-se em 1943, expandindo-se rapidamente. De posto avançado numa zona rural, a base transformou-se, em pouco tempo, numa densa metrópole de 250 edifícios, com instalações para acomodar cinco mil pessoas. Os cientistas trabalhavam no antraz, para matar tropas inimigas, e em pragas agrícolas, para destruir o arroz japonês e as batatas alemãs. (páginas 48 e 49).

Na ocasião certa, iremos transcrever outros trechos dos dois livros mencionados. Então carecas, calvos, e cabeludas. Se quiserem e se puderem, arranquem seus cabelos. Bom dia e até outro dia!

FONTE: http://www.jornaldacidade.net

1 Comentário»

  M.Fetha wrote @

7 ESTUDOS 770 PACIENTES CONFIRMAM: A AUTO-HEMOTERAPIA É SEGURA E EFICAZ – Jornal Chinês, 2011, AGOSTO

Título da página:
As revisões sistemáticas de eficácia e segurança da auto-sangue terapia para acne. – Jornal Chinês, 2011, 08″

7 STUDIES 770 PATIENTS CONFIRM: THE AUTO-HEMOTHERAPY IS SAFE AND EFFECTIVE – Chinese Journal, 2011, 08 – MULTIPLE LANGUAGE CC

Page title:
Systematic reviews of efficacy and safety of self-blood therapy for acne – “Chinese Journal 2011, 08”

7 ESTUDIOS 770 PACIENTES CONFIRMAN: LA AUTO-HEMOTERAPIA ES SEGURA Y EFICAZ – Diario Chino, 2011, 08

Título de la página:
Las revisiones sistemáticas de la eficacia y la seguridad de la terapia de auto-sangre para el acné – “Diario Chino, 2011, 08”


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