HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo para fevereiro, 2015

Meu testemunho! por Roberta Achy em resposta a matéria publicada pela Associação Médica de Pernambuco – AMPE com o título “CFM reforça que auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada.”

CFM reforça que auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada

Saudações

“Todos somos responsáveis por um mal advindo de um bem que deixamos de fazer.”

Meu nome é Roberta Achy e esse não é nem o começo, nem o fim da minha história… Mas um pedaço dela deixo aqui, nestes registros on-line com o intuito de auxiliar a outros que tenham tido o mesmo tipo de experiência, soluções para suas enfermidades… Por ser portadora de duas doenças raras, sem cura e auto-imunes, ambas congênitas, faço há mais de cinco anos aplicações de auto-hemoterapia de 10 ml a cada 6 dias e aqui reafirmo o meu testemunho em prol de todos os benefícios que recebi até então. Não seria quem sou hoje se não fosse o milagre dessa técnica. Minha história é longa mas conta como REAPRENDI a viver depois que descobri a Auto-Hemoterapia. Esta técnica foi o “Novo Começo da Minha História” !

Registros sobre o meu testemunho podem ser encontrados no endereço:
https://hssuffer.wordpress.com/

Sei por certo de uma única coisa:
” Não há neste mundo Conselho Federal de Saúde ou de qualquer ordem que me diga ou me convença de que a experiência que EU vivo não é REAL! ” Sou testemunha VIVA de que a auto hemoterapia funciona sim. PONTO!

Equação Sine qua non.

AbbVie anuncia novos resultados de estudo de fase 3 de tratamento de hidradenite supurativa (HS)

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AbbVie ( http://www.abbvie.com/about-us/who-we-are.html ) anuncia novos resultados de estudo de fase 3 de tratamento de hidradenite supurativa (HS)

A Hidradenite Supurativa (HS), também chamada como “acneinversa”, é uma doença crônica, geralmente dolorosa, de caráter autoimune e caracterizado por áreas inflamadas geralmente ao redor das axilas e da virilha. Estas áreas inflamadas geralmente apresentam lesões, nódulos, bolhas e abscessos e ocorrem onde muitas das glândulas sebáceas e de suor estão localizadas; podem ocorrer também sob as mamas, nas nádegas e na parte interna das coxas, quando há atrito de pele. Ainda não é clara a razão pela qual as pessoas desenvolvem a Hidradenite Supurativa; entretanto, sabe-se que uma resposta anormal ao sistema imunológico que desempenha um papel na doença.

Apesar de nem todos os casos da hidradenite supurativa ser progressivos (o que significa que a doença pode aumentar em gravidade com o passar do tempo), alguns casos da doença podem se desenvolver de forma mais grave. Por isso, é importante o diagnóstico eo controle da doença o quanto antes. O diagnóstico pode ser difícil, mas os dermatologistas são treinados para reconhecer a diferença entre a hidradenite supurativa e outras doenças de pele.

Até o momento não há tratamentos disponíveis para pacientes que vivem com a doença, mas o estudo PIONEER o primeiro de fase 3 a pesquisar o uso de Humira (medicamento biológico) em pacientes com a hidradenite supurativa de moderada a grave trouxe esperança para esses pacientes.

Em setembro deste ano aconteceu o 44º Encontro Anual da Sociedade Europeia de Pesquisa Dermatológica em Copenhagen, Dinamarca. Nesse encontro a Abbvie anunciou resultados de um estudo de fase 3, que demonstrou a eficácia de Humira – adalimumabe (medicamento biológico), na redução dos sinais e sintomas clínicos comuns de hidradenite supurativa, de moderada a grave, especificamente na redução do número de abcessos e nódulos inflamatórios.

fonte:
hidrosadenite-supurativa@googlegroups.com

Doença de Alzheimer é revertida em paciente

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TESTEMUNHO DE USUÁRIA:

Eu divulgo, defendo e faço auto-hemoterapia, porque com ela fui (e estou há 6 anos) curado de uma furunculose crônica de 51 anos. Uma vida inteira sofrendo com isso. A minha mãe vai fazer 81 anos, e os sintomas do Alzheimer estão muito bem controlados. Ela faz AHT há 5 anos. A AUTO-HEMOTERAPIA TEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA, e somente o Brasil fez a besteira de proibir a AHT, e esta “proibição ilegal” foi somente aos profissionais de saúde, mas qualquer pessoa que quiser pode fazer AHT. O Dr. Luiz Moura, maior divulgador da AHT, fará 90 anos em maio, e tem mais de 70 anos de experiência, faz aht desde 1943. É só procurar no Google Acadêmico e procurar por auto-hemoterapia e por autohemotherapy. Os testemunhos de usuários beneficiados com a AHT e Alzheimer estão no endereço abaixo e muitos no site AHT HEMOTERAPIA. E concordo com o comentário abaixo, que nós temos que vibrar de forma mais positiva tanto para os cientistas, como para os governantes. Um abraço a todos.

Fonte:
http://www.geocities.ws/

A matéria data de 04:41:00 14/07/2013 Postada por Simone de Moraes, mas com certeza é um conteúdo do qual vale a pena recordar.
Pela primeira vez Doença de Alzheimer é revertida em paciente

A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez no Canadá e com sucesso. Uma equipe de investigadores canadenses, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, diretamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença. O estudo vem publicado na «Annals of Neurology».

Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.

Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.

Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos elétricos para o cérebro através de eléctrodos implantados.

O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo.

Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.

Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolvem 50 pessoas.

Fonte: Ciência Hoje
Leia mais : Exercício físico e estimulação cognitiva podem reverter Alzheimer

Mal de Alzheimer

Existem vários tipos de demência, em que há decréscimo das capacidades de funcionalidade, comprometimento das funções cognitivas – atenção, percepção, memória, raciocínio, pensamento, linguagem etc. – e da capacidade físico-espacial.

O Mal ou Doença de Alzheimer é a principal causa de demência que causa problemas de memória, pensamento e comportamento. A doença é responsável por 50% a 80% dos casos de demência no mundo.

O Alzheimer é degenerativo, mais comum após os 65 anos de idade e caracteriza-se pela perda progressiva de células neurais. A médica Sonia Brucki, do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia, explica que há um acúmulo anômalo de algumas proteínas no tecido cerebral que provoca a morte dos neurônios.

“Até agora se acredita que isso seja multifatorial, causado por componente genético, fatores externos (baixa escolaridade, por exemplo), alterações vasculares (hipertensão, diabetes etc.), traumatismos cranianos com perda de consciência, alterações nutricionais e depressão”, enumera. Outros problemas podem causar demências, por exemplo, deficit de vitaminas, doenças da tireoide, alterações renais, portanto doenças que podem ser evitadas.

Atualmente, não existe medicação disponível para evitar esse acúmulo de proteínas, mas há medicamentos que retardam a progressão do Alzheimer. Algumas medicações, fornecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aumentam uma substância no cérebro que, em menor quantidade, traz alterações na memória.

Os sintomas geralmente são desenvolvidos lentamente e pioram com o tempo. Alguns pacientes conseguem ter uma redução progressiva da doença, mas outros não conseguem voltar à normalidade. Em casos mais graves, o paciente pode ter apatia, depressão, alucinação e pensamentos delirantes.

O médico neurologista Fábio Henrique de Gobbi Porto diz que o principal sintoma é a dificuldade de aprender coisas novas. O idoso não consegue se lembrar de fatos recentes como, por exemplo, o dia da semana. Tem também dificuldade para fazer contas.

Segundo ele, na fase inicial, o paciente pode ser lembrado de informações importantes e ter o suporte da família. Na fase moderada, tem uma dependência maior da família e, às vezes, existe mudança do comportamento. Na fase mais grave, tem dificuldade para realizar funções básicas, como urinar, dificuldade para engolir e até agressividade. A fase mais grave dura, em média, oito anos.

A família precisa ficar atenta a qualquer decréscimo de qualquer capacidade da pessoa, seja memória, dificuldade de realizar tarefas complexas, nomear coisas, problemas de linguagem. “Nem sempre começa com problemas de memória”, alerta Brucki.

Ainda não existe cura para o Mal de Alzheimer, mas alguns estudos testam medicações que poderiam estacionar a doença. De acordo com o neurologista Fábio Henrique de Gobbi Porto, já foi provado cientificamente que a escolaridade, principalmente na fase mais básica, é um fator protetor contra o Alzheimer.

Além disso, a prática de exercícios físicos e uma dieta saudável previnem a doença. “Algumas teorias dizem que a atividade física aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro, aumenta a lavagem (retirada) da proteína do Alzheimer que se acumula no cérebro, além de melhorar o humor e a saúde em geral”, explica.

Fonte:
http://www.brasiliaempauta.com.br/artigo/ver/id/2294/nome/Pela_primeira_vez_Doenca_de_Alzheimer_e_revertida_em_paciente

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