HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Doença de Alzheimer é revertida em paciente

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TESTEMUNHO DE USUÁRIA:

Eu divulgo, defendo e faço auto-hemoterapia, porque com ela fui (e estou há 6 anos) curado de uma furunculose crônica de 51 anos. Uma vida inteira sofrendo com isso. A minha mãe vai fazer 81 anos, e os sintomas do Alzheimer estão muito bem controlados. Ela faz AHT há 5 anos. A AUTO-HEMOTERAPIA TEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA, e somente o Brasil fez a besteira de proibir a AHT, e esta “proibição ilegal” foi somente aos profissionais de saúde, mas qualquer pessoa que quiser pode fazer AHT. O Dr. Luiz Moura, maior divulgador da AHT, fará 90 anos em maio, e tem mais de 70 anos de experiência, faz aht desde 1943. É só procurar no Google Acadêmico e procurar por auto-hemoterapia e por autohemotherapy. Os testemunhos de usuários beneficiados com a AHT e Alzheimer estão no endereço abaixo e muitos no site AHT HEMOTERAPIA. E concordo com o comentário abaixo, que nós temos que vibrar de forma mais positiva tanto para os cientistas, como para os governantes. Um abraço a todos.

Fonte:
http://www.geocities.ws/

A matéria data de 04:41:00 14/07/2013 Postada por Simone de Moraes, mas com certeza é um conteúdo do qual vale a pena recordar.
Pela primeira vez Doença de Alzheimer é revertida em paciente

A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez no Canadá e com sucesso. Uma equipe de investigadores canadenses, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, diretamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença. O estudo vem publicado na «Annals of Neurology».

Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.

Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.

Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos elétricos para o cérebro através de eléctrodos implantados.

O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo.

Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.

Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolvem 50 pessoas.

Fonte: Ciência Hoje
Leia mais : Exercício físico e estimulação cognitiva podem reverter Alzheimer

Mal de Alzheimer

Existem vários tipos de demência, em que há decréscimo das capacidades de funcionalidade, comprometimento das funções cognitivas – atenção, percepção, memória, raciocínio, pensamento, linguagem etc. – e da capacidade físico-espacial.

O Mal ou Doença de Alzheimer é a principal causa de demência que causa problemas de memória, pensamento e comportamento. A doença é responsável por 50% a 80% dos casos de demência no mundo.

O Alzheimer é degenerativo, mais comum após os 65 anos de idade e caracteriza-se pela perda progressiva de células neurais. A médica Sonia Brucki, do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia, explica que há um acúmulo anômalo de algumas proteínas no tecido cerebral que provoca a morte dos neurônios.

“Até agora se acredita que isso seja multifatorial, causado por componente genético, fatores externos (baixa escolaridade, por exemplo), alterações vasculares (hipertensão, diabetes etc.), traumatismos cranianos com perda de consciência, alterações nutricionais e depressão”, enumera. Outros problemas podem causar demências, por exemplo, deficit de vitaminas, doenças da tireoide, alterações renais, portanto doenças que podem ser evitadas.

Atualmente, não existe medicação disponível para evitar esse acúmulo de proteínas, mas há medicamentos que retardam a progressão do Alzheimer. Algumas medicações, fornecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aumentam uma substância no cérebro que, em menor quantidade, traz alterações na memória.

Os sintomas geralmente são desenvolvidos lentamente e pioram com o tempo. Alguns pacientes conseguem ter uma redução progressiva da doença, mas outros não conseguem voltar à normalidade. Em casos mais graves, o paciente pode ter apatia, depressão, alucinação e pensamentos delirantes.

O médico neurologista Fábio Henrique de Gobbi Porto diz que o principal sintoma é a dificuldade de aprender coisas novas. O idoso não consegue se lembrar de fatos recentes como, por exemplo, o dia da semana. Tem também dificuldade para fazer contas.

Segundo ele, na fase inicial, o paciente pode ser lembrado de informações importantes e ter o suporte da família. Na fase moderada, tem uma dependência maior da família e, às vezes, existe mudança do comportamento. Na fase mais grave, tem dificuldade para realizar funções básicas, como urinar, dificuldade para engolir e até agressividade. A fase mais grave dura, em média, oito anos.

A família precisa ficar atenta a qualquer decréscimo de qualquer capacidade da pessoa, seja memória, dificuldade de realizar tarefas complexas, nomear coisas, problemas de linguagem. “Nem sempre começa com problemas de memória”, alerta Brucki.

Ainda não existe cura para o Mal de Alzheimer, mas alguns estudos testam medicações que poderiam estacionar a doença. De acordo com o neurologista Fábio Henrique de Gobbi Porto, já foi provado cientificamente que a escolaridade, principalmente na fase mais básica, é um fator protetor contra o Alzheimer.

Além disso, a prática de exercícios físicos e uma dieta saudável previnem a doença. “Algumas teorias dizem que a atividade física aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro, aumenta a lavagem (retirada) da proteína do Alzheimer que se acumula no cérebro, além de melhorar o humor e a saúde em geral”, explica.

Fonte:
http://www.brasiliaempauta.com.br/artigo/ver/id/2294/nome/Pela_primeira_vez_Doenca_de_Alzheimer_e_revertida_em_paciente

3 Comentários»

  Fetha wrote @

Postei comentário e foi publicado. (mas tentei 2x e foram excluidos). É um boicote ignorante e irritante em torno da AHT.

  Fetha wrote @

Postado no Grupo Auto-hemoterapia meu sangue me cura por Olivares Rocha A auto hemoterapia estava sendo pesquisada numa universidade pública brasileira. Eram 3 fases. Confirmada na primeira fase o pesquisador foi literalmente proibido de continua ele levou seus estudos para outra instituição pública e de novo foi proibido… a vacina ZIMDUCK criada pesquisada e desenvolvida por cientistas brasileiros que se baseia no mesmo princípio da ah foi proibida de ser pesquisada pelos CES da vida. Talvez uma ONG. … mas não vejo muito como pessoas podem enfrentar interesses bilionários e globalizados.

  Fetha wrote @

ATÉ QUE ENFIM FORAM PUBLICADOS (VAMOS TORCER PARA NAO APAGAREM):

Marcelo Fetha > cleusa nogueira assunção • 19 minutos atrás

A minha mãe vai fazer 81 anos, e os sintomas do Alzheimer estão muito bem controlados. Ela faz auto-hemoterapia há 5 anos. Eu divulgo, defendo e faço AHT, porque com ela fui (e estou há 6 anos) curado de uma furunculose crônica de 51 anos. Uma vida inteira sofrendo com isso. A AUTO-HEMOTERAPIA TEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA, e somente o Brasil fez a besteira de proibir a AHT, e esta “proibição ilegal” foi somente aos profissionais de saúde, mas qualquer pessoa que quiser pode fazer AHT. No portal do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL estão publicados 3 artigos sobre a AHT. O Dr. Luiz Moura, maior divulgador da AHT, fará 90 anos em maio, e tem mais de 70 anos de experiência, faz aht desde 1943. É só procurar no Google Acadêmico por auto-hemoterapia e por autohemotherapy. Muitos testemunhos de usuários beneficiados com a AHT e Alzheimer estão no site AHT HEMOTERAPIA. E concordo com o comentário abaixo, que nós temos que vibrar de forma mais positiva tanto para os cientistas, como para os governantes. Um abraço a todos.

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Fetha > cleusa nogueira assunção • 22 minutos atrás

A minha mãe vai fazer 81 anos, e os sintomas do Alzheimer estão muito bem controlados. Ela faz auto-hemoterapia há 5 anos. Eu divulgo, defendo e faço AHT, porque com ela fui (e estou há 6 anos) curado de uma furunculose crônica de 51 anos. Uma vida inteira sofrendo com isso. A AUTO-HEMOTERAPIA TEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA, e somente o Brasil fez a besteira de proibir a AHT, e esta “proibição ilegal” foi somente aos profissionais de saúde, mas qualquer pessoa que quiser pode fazer AHT. No portal do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL estão publicados 3 artigos sobre a AHT. O Dr. Luiz Moura, maior divulgador da AHT, fará 90 anos em maio, e tem mais de 70 anos de experiência, faz aht desde 1943. É só procurar no Google Acadêmico por auto-hemoterapia e por autohemotherapy. Muitos testemunhos de usuários beneficiados com a AHT e Alzheimer estão no site AHT HEMOTERAPIA. E concordo com o comentário abaixo, que nós temos que vibrar de forma mais positiva tanto para os cientistas, como para os governantes. Um abraço a todos.

O COMENTARIO ABAIXO AGUARDANDO ESTÁ AGUARDANDO MODERAÇÃO:

RELATOS AUTO-HEMOTERAPIA E ALZHEIMER:
http://www.geocities.ws/autohemoterapiabr/doencas/alzheimer.htm


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