HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Médico mineiro diz que auto-hemoterapia seria redenção da saúde pública

O médico mineiro Ronaldo João, que exerce a profissão há 32 anos e atende no município mineiro de Sete Lagoas, Minas Gerais, afirma que o assunto auto-hemoterapia causa polêmica porque “parece que a ANVISA e as instituições que congregam médicos e para-médicos se fazem de cegos e surdos para não verem e ouvirem o que é evidente, pois quem sabe de seus males é o paciente e são centenas de milhares que nesses 105 (cento e cinco) anos de existência do tratamento relatam melhoras e curas.”. O médico acrescenta que “Isto nos entristece, porque esse tratamento, apoiado por estas entidades seria a redenção da saúde pública nacional tão combalida nos dias de hoje.
Dr. Ronaldo João lembra que a mesma polêmica mostrada hoje frente à auto-hemorterapia, em passado recente postou-se contra a Acupuntura e a Homeopatia, agora aceitos pelo SUS. A polêmica vigora, portanto, porque o tratamento não é aceito pela ANVISA e pelas instituições que congregam médicos e para-médicos. Indagado sobre comprovação científica de benefícios, ele informa que a auto-hemoterapia é um tratamento originário da França, praticado há mais de 100 (cem) anos e sua efetividade é comprovada através de alguns trabalhos nacionais, como “Imunoterapia – Dr Ricardo Veronesi”; “Autohemotransfusão – Dr Jessé Teixeira”, “Auto-hemoterapia – Dr. Luiz Moura; Prof. Dr João de Felipe Júnior; Dra Berenice Wilke” e centenas de trabalhos estrangeiros, como pode ser verificado na extensa revisão feita por S. H. SHAKMAN, em seu trabalho – “AUTOHEMOTHERAPY REFERENCE MANUAL & HISTORICAL REVIEW”, acessando o site http://www.instituteofscience.com/.
A respeito dos alegados riscos desta prática, Dr. Ronaldo assevera que “É um tratamento isento de riscos”, opinando ainda que “deve ser feito por pessoas conhecedoras da técnica de aplicações parenterais e pode, em alguns casos, parecerem apenas hematomas que cedem naturalmente. Sobre o aumento do número de adeptos, diz que ocorre diariamente “porque eles vêem e escutam pessoas e parentes se beneficiando de um tratamento simples, barato e eficaz. Vêem pessoas antes imobilizadas por um mal que há longo tempo vem se tratando sem lograr resultados positivos, retomarem as suas atividades normais.”
O médico Ronaldo João aconselha à população “se inteirar do assunto buscando, tanto pela Internet como por pessoas que já estão em tratamento; procurar tirar dúvidas com médicos realmente comprometidos com a saúde pública (e não com as multinacionais dos remédios) e se precisar, aceitar o tratamento.”. Por outro lado, indagado sobre qual deve ser o comportamento de um profissional diante desta situação, sugeriu que “o profissional da área médica deve se comportar de acordo com suas convicções e seus conhecimentos científicos: aceitar ou não, aprovar ou não, mas antes de tudo, ser honesto com as informações a serem dadas a quem procurar.”. Afirma que é “estudioso do assunto que conheço há 40 anos, mas não faço aplicação nos pacientes.”, e adianta: “Estou aberto para esclarecer dúvidas e orientar aos que me procuram.”
Perguntado se “conhece casos de pessoas que tiveram prejuízos ou benefícios com esta técnica?, ele é taxativo: “Prejuízos eu desconheço, mas benefícios eu os comprovo diariamente.”. Sobre a definição de auto-hemoterapia, diz que “é o nome que se dá à técnica de aplicar em alguém o seu próprio sangue. Digo em “alguém” porque pode ser usada também em pacientes sãos que desejam se prevenir contra possíveis doenças.”. Lembra que “o sangue extraído da veia de um dos membros superiores é aplicado por via intramuscular no músculo deltóide ou no músculo glúteo maior.”. E esclarece que “este tratamento é complementar, faz parte da medicina alternativa e não substitui a medicina hipocrática.”. Conclui, entretanto, que “as duas, se aliadas, resolvem quase todos os problemas apresentados pela saúde pública.

por Walter Medeiros

https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/763453827106871/

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