HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Fosfoetanolamina e auto-hemoterapia: doentes não podem mais esperar tanto

O clamor dos cidadãos pela garantia do direito à saúde vem estabelecendo uma prática diferente do que tem sido usual. Na prática, surge uma espécie de grito da verdade, que passo a passo vai superando arbitrariedades, injustiças e pedantismo de órgãos que agem como se estivessem acima de tudo e de todos, como se o estado de coisas não pudesse ser modificado nunca. Referimo-nos ao uso da substância fosfoetanolamina, que é capaz de curar câncer com ajuda da imunidade do organismo dos doentes.

Esse clamor começou com a busca da justiça através de processos ajuizados por pessoas doentes de câncer que faziam uso e sentiam melhoras com as capsulas. Ganharam na Justiça de São Paulo o direito a receber o remédio, mas houve recurso e a decisão foi derrubada. Inconformados, recorreram ao Supremo Tribunal Federal, onde um ministro fez Justiça mandando fornecer o medicamento, tendo em vista tratar-se do único recurso que fazia efeito para os citados cidadãos. E assim o assunto está em discussão no STF, porém a repercussão vai além e nesta quinta-feira a substância será tema de debate no Senado Federal.

O que vem se configurando é que os pesquisadores levam décadas para cumprir protocolos de pesquisas intermináveis que só servem para retardar a cura de doenças, mas o uso da substância fosfoetanolamina vem apresentando efeitos tais que as pesquisas certamente servirão apenas para comprovar a sua eficácia. Da mesma forma que protelam, proíbem e criam obstáculos para o uso da auto-hemoterapia, uma técnica usada há quase duzentos anos, que trata e cura doenças com o uso do sangue da própria pessoa. Aliás, a auto-hemoterapia aumenta a imunidade do organismo ao multiplicar o percentual de macrófagos de 5% para 22% durante cinco dias, o que poderia gerar uma excelente dobradinha com aquela substância e curar o câncer com maior rapidez. É preciso que esta situação seja também pesquisada, para comprovar a sua eficácia.

Este clamor precisa gerar uma agilidade nas pesquisas, pois os cidadãos precisam da substância que cura e outros setores estão fazendo a sua parte, como o Judiciário, que tem se mostrado lúcido ao autorizar o uso do remédio mesmo sem o registro na Anvisa como medicamento. Até parece que no Brasil remédio só pode ser chamado de medicamento quando pode ser vendido. Mas os tribunais tem entendido que se existe possibilidade de cura depois que a medicina diz que nada mais pode fazer, então que seja feita a tentativa. E como essas tentativas tem curado gente Brasil afora, com fosfoetanolamina, auto-hemoterapia e outras alternativas injustiçadas!

O assunto voltará a ser debatido nesta quinta-feira pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado. Desta vez, em conjunto com a Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A reunião está marcada para 9h. Na última quinta-feira (22), a CCT fez audiência pública sobre o desenvolvimento de tecnologias na área de saúde, e o tema acabou dominando o encontro. A substância ganhou o noticiário nacional depois de ter sido apontada como revolucionária no tratamento do câncer. Todavia, especialistas vêm alegando a necessidade de maiores estudos e testes clínicos.

O Senado informa que foram convidados o doutor em química Gilberto Orivaldo Chierice (USP), que coordenou os estudos com a droga sintética; o mestre em bioengenharia Renato Meneguelo (USP); o pesquisador Salvador Claro Neto (USP); o biomédico do Instituto Butantã Durvanei Augusto Maria; o doutor em biotecnologia Marcos Vinícius de Almeida (Uniesp); o doutor em ciência e concentração química analítica Otaviano Mendonça Ribeiro Filho (USP); a diretora do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde do Ministério da Saúde, Clarice Alegre Petramale; o diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Paulo Eduardo Xavier Mendonça; o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovação, Jailson Bittencourt de Andrade; e o oncologista José Antônio Ribeiro Filho.

por Walter Medeiros

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