HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (XX)

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Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

A crise do contraditório: escassez e abundância de fertilizantes no Brasil. As principais produtoras de matérias primas, que compõem as formulações NPK, estão em poder de apenas quatro grandes grupos privados, os quais, detêm cerca de 80% do mercado. Tal concentração pode, sem qualquer dúvida, ser
entendida como um oligopólio, no mercado de fertilizantes.
Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo, mas participa com apenas 2% da produção mundial, configurandose, portanto, como um grande importador de insumos agrícolas. Em 2007, as importações de fertilizantes de formulação NPK representaram 74% do suprimento de fertilizantes consumidos. Dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos mostram que foram consumidas 2,8 milhões de toneladas de Nitrogênio (75% importado), 3,7 milhões de toneladas de Fósforo (51% importado) e 4,2 milhões de toneladas de Potássio (91% importado). A Rússia é a principal origem das importações de nitrogênio e fósforo. No caso do potássio, o principal fornecedor são os Estados Unidos.
A partir desses dados, pode-se concluir que tanto a origem das matérias primas, que compõem os fertilizantes no Brasil, quanto à atividade das misturadoras das formulações, sinalizam para um grande domínio de poucos atores (em nível internacional e nacional). O Brasil é grande em geodiversidade.
Dito de outra forma, a ocorrência de rochas ricas em potássio, fósforo, cálcio, magnésio e vários micronutrientes, podem assegurar o atendimento das necessidades de fertilização dos solos, para manter a produção agrícola brasileira. A utilização de pós de rochas (ou farinhas de rochas), para rejuvenescer ou remineralizar solos empobrecidos ou degradados, pelo uso intenso ou inadequado, é o principal pressuposto de uma tecnologia denominada “rochagem”.
Essa técnica ou prática de fertilização pode também ser entendida como uma espécie de “banco de nutrientes”, do qual as plantas se apropriam na medida da necessidade do seu desenvolvimento. Este insumo configura-se como um fertilizante inteligente, pois fornece somente a quantidade de nutrientes que as plantas necessitam. Não há o risco de contaminação do solo e dos corpos hídricos, pelo excesso de oferta, tal como vem ocorrendo com as formulações NPK.
O oferecimento de uma ampla gama de micronutrientes, muda o fato de que, os alimentos consumidos, não ficam restritos a cerca de dez elementos químicos, conforme ocorre com a adubação convencional. No processo de exploração mineral, são geradas enormes quantidades de subprodutos, que são descartados.
Esses subprodutos, considerados um problema para a atividade mineral, podem se converter na solução para o setor agrícola. Estudos e experimentos têm recorrentemente confirmado que, pós de rochas, atendem às demandas nutricionais das plantas. Não obstante, o uso da “rochagem”, não é difundido no mundo e nos países dependentes de importação, das matérias primas utilizadas nas formulações NPK.
A “rochagem” fundamenta-se na busca do equilíbrio da fertilidade, na conservação dos recursos naturais, e na produtividade naturalmente sustentável. (1).
Os leitores, talvez estejam a se perguntar. E o que é mesmo que a auto-hemoterapia tem a ver com isso? A auto-hemoterapia, embora não seja uma terapia convencional, a auto-hemoterapia, ainda que não seja uma terapia oficialmente reconhecida, a auto-hemoterapia, ainda que não tenha o apoio da “comunidade científica”, ainda assim, tal terapia complementar benfazeja, continua epidemicamente se espalhando pelo mundo afora.
Afinal, o que é mesmo que o “NPK” tem a ver com a auto-hemoterapia? O notável Dr. Luiz Moura, tem algumas considerações sobre as formulações NPK! É o que veremos a seguir.
Cloreto de magnésio. O magnésio é de enorme importância no uso do dia a dia, todo mundo deveria tomar, porque os alimentos hoje estão pobres em magnésio e, o motivo é simples demais. É que as plantas precisam muito do magnésio para respirar. O mecanismo clorofílico delas, (das plantas) – a fixação de gás carbônico e a eliminação de oxigênio, – quem faz é a clorofila, que é à base de magnésio, basicamente do magnésio, que faz parte da estrutura molecular delas.
Acontece que o que se usa hoje em dia, o adubo químico que se usa hoje em dia, é o NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio). Não se repõe o magnésio na terra. Antigamente, quando as cidades eram todas de casas, as casas tinham fossa, e esse magnésio, que a gente elimina pelas fezes, voltavam para o lençol freático. Mas hoje, vai tudo para os rios e para o mar. Então está havendo um empobrecimento crescente de magnésio nas terras.
As duas razões mais importantes para o uso do cloreto de magnésio são: 1ª – ele fixa cálcio onde existe pouco cálcio. 2ª – ele retira cálcio onde existe muito cálcio. Ou seja, ele regula o metabolismo do cálcio. Então, as calcificações
da coluna, as calcificações das articulações, as calcificações das artérias, certas calcificações renais, podem ser tratadas com o uso do cloreto de magnésio.
O magnésio é tão importante que, o médico francês (cirurgião) Pierre Delbet, em 1940, publicou o livro “A política preventiva do câncer”. No livro dele tem: o mapa do câncer e o mapa do magnésio (estudos realizados na França e na Itália). (2).
Observações do escriba:
1ª – em outros artigos, iremos escrever sobre a ação do cloreto de magnésio
isoladamente, e sobre a ação do cloreto de magnésio associado ao uso da auto-hemoterapia, no tratamento de várias doenças.
2ª – A autora do texto sobre as formulações NPK, não cita os grupos privados. Quais serão eles?
3ª – Puxa vida! As multinacionais não me deixam em paz!
4ª – Alô rede AH, aquele abraço!
Se Deus quiser e se Deus permitir voltaremos outro dia. Boa leitura e bom dia.
Fontes: (1) – Jornal do Dia, opinião, 11 de setembro de 2009, página 04, Suzi Huff Theodoro (pesquisadora adjunta sênior da UnB e Phd em gestão ambiental e desenvolvimento sustentável). (2) – Depoimento em DVD, do Dr. Luiz Moura, em 2004.
Aracaju, 02 de outubro de 2009.
Jorge Martins Cardoso – Médico.

 

por Walter Medeiros

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