HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (XXIV)

fleming24

 
Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

Os agrotóxicos e a força das multinacionais
Enquanto pesquisas acusam a contaminação de vários alimentos e milhares de casos de intoxicação humana, especialmente de trabalhadores rurais, a Justiça
brasileira suspende avaliação pela Anvisa de agrotóxicos que são proibidos na Europa e garante a expansão do segundo maior mercado mundial.
O Brasil é o segundo maior consumidor mundial de agrotóxicos. Entre 2002 e 2007, o faturamento líquido do setor passou de US$ 1,9 bilhão a US$ 5,4 bilhões e tudo indica que o crescimento deve continuar. O lucro fica na mão de poucos: apenas dez empresas respondem por 90% do mercado nacional
– Bayer (Alemanha), Syngenta (Suíça), Basf (Alemanha), Monsanto (EUA), Dow Chemical (EUA), Milenia/Makteshim Agan (Israel), DuPont (EUA), FMC (EUA), Nortox (Brasil) e Arysta (Japão).
Por comercializarem produtos com grande impacto sobre a saúde e o meio ambiente, essas companhias têm procurado construir uma imagem positiva e vêm se apresentando como social e ambientalmente responsáveis. Algumas delas integram o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. Um
grupo mais seleto, formado por Bayer, Syngenta, Basf e DuPont, participa do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). Uma terceira associação na qual essas empresas têm igualmente um envolvimento ativo é o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para
Defesa Agrícola (Sindag), a principal entidade representativa dos produtores de agrotóxicos do país. No Sindag, a presidência é da Syngenta, a vice -presidência nas mãos da FMC e DuPont, a diretoria administrativa é da Milenia e a diretoria financeira é da Basf. Como suplentes: Bayer, Dow Chemical,
Monsanto e Arysta.
No início do mês de julho (2008), o Sindag obteve na Justiça uma liminar, que interrompeu o processo de reavaliação de agrotóxicos realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saúde. Ao contrário do processo de registro, no qual as fabricantes são as principais fornecedoras de informações sobre a toxicidade dos agrotóxicos, o procedimento de reavaliação conta com informações obtidas de instituições independentes. Iniciativas como essas permitiram ao governo proibir o uso de produtos como o DDT, em 1998, e o monocrotofós, em 2006.
Contaminação da comida
O risco de intoxicação não se restringe apenas aos trabalhadores rurais e seus
familiares. Utilizados incorretamente, os agrotóxicos contaminam a comida que vai para as mesas de todo o país. Em 2001, a Anvisa iniciou o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, que busca identificar o excesso de produtos químicos nos alimentos e o uso de agrotóxicos. No Brasil,
segundo o decreto nº 4.074/2002 “cabe aos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério da Saúde e Ministério do Meio Ambiente, no âmbito de suas respectivas áreas de competências (…), promover a reavaliação de registro de agrotóxicos.
A iniciativa é muito importante, pois, ao contrário dos medicamentos, o registro de um agrotóxico não tem prazo de validade. Até o início deste ano (2008), além de vários ministérios, o Sindag discutia e acompanhava as reavaliações. A partir de julho de 2008 o Sindag foi afastado. Para 2008, a Anvisa havia
programado a reavaliação de 14 substâncias, escolhidas principalmente com base na literatura científica existente. Desse total, o Sindag conseguiu, com a liminar obtida na Justiça, interromper a reavaliação de nove princípios ativos, e, entre os nove o metamidofós (nos seres humanos, superestimula o sistema
nervoso, provoca náuseas e confusão e pode induzir parada respiratória e morte), o endossulfam (cancerígeno) e a parationa metílica (toxicidade aguda e causa distúrbios no sistema nervoso). Os três venenos estão proibidos na Europa. As empresas ligadas ao Sindag opuseram-se à movimentação da Anvisa.
De acordo com a decisão nº 69/2008 do Juiz Federal Substituto da 13ª Vara do Distrito Federal, foi determinado que a Anvisa se abstivesse de suspender ou restringir a comercialização de diversos agrotóxicos. À Anvisa deve ser garantido o poder de regular os agrotóxicos no Brasil. E à sociedade o direito de participar e decidir sobre a utilização desses venenos. (1).
Observações do escriba:
1ª – o que os leitores acabaram de ler não passa da ponta do iceberg.
2ª – A maioria das medidas mais vigorosas, tomadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ocorreram durante o governo do presidente Lula. 3ª – As bilionárias e poderosas multinacionais dos
agrotóxicos e dos “venenos”, acionam o Poder Judiciário e a Anvisa fica a ver navios, com o bolso vazio.
4ª – Algumas dessas multinacionais, no presente e no passado distante, estão envolvidas em crimes contra a humanidade, assunto que iremos abordar em outros artigos. São monstruosidades de arrepiar os cabelos da cabeça dos calvos.
5ª – Na maioria dos artigos que eu escrevi, eu tento denunciar que foram as multinacionais que, no passado, impediram a prática da auto-hemoterapia, pelo menos, no lado de cá, no chamado “mundo ocidental”. Do lado de lá, no chamado “mundo oriental”, até a presente data, desconheço o que aconteceu ou o que acontece atualmente. Correntemente, as transnacionais dos “remédios”, continuam a impedir a pesquisa e/ou a prática da auto-hemoterapia no Brasil, e com certeza em outros países.
6ª – Quer queiramos ou não, teremos de conviver com agrotóxicos, venenos,
transgênicos e medicamentos alopáticos nocivos à saúde humana.
7ª – Ainda assim, a prática da auto-hemoterapia pode abrandar os efeitos deletérios de tais produtos, químicos ou não, pois, o sistema retículo-endotelial é capaz de limpar o organismo humano de partículas estranhas, provenientes do sangue ou dos tecidos, inclusive toxinas e outras substâncias tóxicas.
7ª – Estimulando o sistema retículo-endotelial através da auto-hemoterapia, e assim, quadruplicando a taxa de macrófagos, esses glóbulos brancos que fazem parte do nosso sistema imunológico, têm a capacidade de desintoxicar, de metabolizar e de eliminar todas as drogas, que estiverem em excesso no organismo humano, e, quem diz isso, não é só Dr. Luiz Moura e o Dr. Ricardo Veronesi. Para qualquer pessoa curiosa que tenha interesse pelo assunto, é só vasculhar os dicionários de termos médicos e praticamente todos os livros de biologia, e lá, as leitoras e os leitores encontrarão a verdadeira missão, a função científica do sistema retículo-endotelial, dos macrófagos, e, o que é muito mais interessante e importante a verdadeira “história” da glândula chamada THIMUS ou TIMO.
8ª – Podemos afirmar com muita segurança que o TIMO é uma glândula de secreção interna e, como todas as glândulas de secreção interna, ela também produz hormônios. Isso, nós veremos em outros artigos (2).
Se Deus quiser e se Deus permitir, voltaremos outro dia. Que tenham tido uma boa leitura e… Bom dia.
Fontes:
(1) – Revista “Le Monde Diplomatique Brasil”, setembro de 2008, páginas 18 e 19, por Bruno Milanez, Marcelo Firpo de Souza Porto, Jean-Pierre Leroy, Julianna Malerba, Jeffer Castelo Branco, Marcio Antonio Mariano da Silva, Zuleica Nycs e Michael Sogaard Jorgeensen.
(2) – artigo da revista “Resenha Clínico-Científica” (1º de setembro de 1939); tratado de anatomia (1970); enciclopédia da Editora Abril Cultural (1970); trabalho científico do Dr. Ricardo Veronesi (1976); almanaque da Editora
Abril (1977); depoimento do Dr. Luiz Moura em DVD (2004); além de vários dicionários médicos e vários livros de biologia (antigos e novos).
Aracaju, 04 de outubro de 2009
Jorge Martins Cardoso – Médico.

por Walter Medeiros

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