HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (XXXIII)

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Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)
Publicada: 31/07/2010

Inglaterra – abril de 1996 – Revista Isto É – A maldição da vaca – Sob a suspeita de estar doente uma vaca é sacrificada e seu corpo incinerado em Hertfordshire. O McDonald’s deixou de vender hambúrguer, e vegetarianos se valem da situação para defender seus hábitos alimentares. Na Itália avisa-se que a carne vendida é “nacional”. A União Européia proíbe a Inglaterra de exportar carne e joga o país numa forte crise.
A encefalopatia espongiforme bovina, que causa a degeneração do cérebro do animal por ela atacado e por isso é conhecida como o mal da “vaca louca”, seria similar à doença de Creutzfeldt-Jacob, que destrói igualmente o cérebro, só que se manifesta no homem. Ou seja: quem comer carne de “vaca louca” pode contrair Creutzfeldt-Jacob. “Não há prova definitiva de que a doença seja transmissível, mas também não há garantia de que não seja”, declarou Franz Fischler, consultor da Unidade Européia (UE) para Assuntos da Agricultura.
Ainda que não haja prova cabal dessa relação, o certo é que nem que a vaca tussa o mundo acreditará que pode comer carne da Inglaterra. E é aí que está o pânico do primeiro-ministro John Major, acossado por todos os lados enquanto vê impotente a economia de seu país despencar. “Até o final do século haverá 50 mil casos por ano”, exagera o microbiologista Michael Lacey. (1).
Bruxelas – janeiro de 1997 – Revista Veja – Na sede da União Européia, a comissão de inquérito do Parlamento Europeu sobre a doença da “vaca louca” (encefalopatia espongiforme bovina, cuja sigla em inglês é BSE) apresentou suas conclusões. Como se sabe, a BSE resulta do contágio do gado, alimentado com ração feita de carcaça de carneiros, por uma forma de degeneração cerebral. Diante dos riscos de contaminação humana criados pela doença, o relatório acusa as instâncias diretoras da União Européia de ter privilegiado os interesses econômicos em detrimento da saúde pública.
Desdenhando o perigo a que expunha os habitantes de outros países, o governo britânico continuou a exportar farinha animal contaminada após 1988, data em que proibiu o consumo dessa farinha na sua própria pecuária. Tudo nas barbas dos parlamentares e jornalistas europeus. Surge um escândalo que, se não fossem suas conseqüências dramáticas, poderia traduzir-se em fábula filosófica: na nova comunidade multinacional construída no âmbito da União Européia, o mercado viaja de trem-bala e a democracia de bicicleta. (2).
Canadá – fevereiro de 2001 – Revista Veja – Brasil X Canadá – Louca não é a vaca brasileira. É o urso canadense. Incomodado com o crescimento da Embraer, o Canadá parte para a retaliação e inventa que a carne brasileira está contaminada. Para a maioria dos brasileiros, o Canadá sempre foi aquele país
simpático e sem graça, situado ao norte dos Estados Unidos. Bem, desde a semana passada o Canadá apareceu com uma cara bem mais feia para os brasileiros. A terra dos ursos, transformou-se em nosso mais novo e, até segunda ordem, único inimigo externo. A agressão partiu deles. Numa decisão aparentemente irracional, o Canadá proibiu há dez dias a importação de carne brasileira. A alegação: havia uma remota possibilidade de o produto estar contaminado pelo mal da vaca louca, a terrível doença de origem européia que esfarinha o cérebro do gado e obrigou até agora o abate de milhões de animais no Velho Continente. Por trás da manobra, está o bilionário mercado internacional de jatos de pequeno porte, no qual a brasileira Embraer desbancou o reinado da canadense Bombardier. Pratini de Moraes: Canadá não cobrou relatório sobre mal da vaca louca.
A campanha contra o Brasil tem um ingrediente ainda mais perverso: as autoridades sanitárias canadenses sabem muito bem que o rebanho brasileiro é saudável. Lá, as vacas recebem como complemento alimentar um composto de farinha de ossos e outros restos animais tirados das carcaças do próprio gado. É um canibalismo forçado. Os especialistas suspeitam que essa ração animal dada a uma espécie ruminante, e, portanto vegetariana, esteja na raiz de todo o problema. De um lado, ela enfraquece o sistema imunológico dos animais. De outro, torna-se um vetor poderoso de transmissão do mal, uma vez
que animais doentes, mas sem sintomas, podem ter virado ração. (3).
Brasília (Brasil) – abril de 2001 – Jornal da Cidade (SE) – “Sinal de alerta”. O recente episódio da “vaca louca”, envolvendo o Brasil e o Canadá, traz à tona, uma vez mais, a complexidade, a peculiaridade e a importância da ação fiscalizadora do Ministério da Agricultura, que abrange lavouras, rebanhos, produtos, subprodutos, insumos e serviços agropecuários e agroindustriais em todo o país. A expressão comum extraída do noticiário, é que o Brasil não tem a doença da vaca louca porque “nosso gado é herbívoro”. Concordamos, mas garantimos que o problema não existe aqui graças, também, à ação eficiente dos fiscais federais agropecuários, vigilantes em todos os postos de fronteiras, além de portos e aeroportos.
… Algumas pragas introduzidas no Brasil vêm dizimando as plantações de cacau (vassoura de bruxa), os laranjais (cancro cítrico) e os cafezais (ferrugem). Mas o exemplo mais elucidativo dos prejuízos causados pela introdução de pragas ou doenças no país é o do bicudo do algodoeiro, que liquidou a indústria têxtil no Nordeste, agravando os problemas sociais já existentes. De exportador de algodão o Brasil passou a importador, com desfalque em nossa balança comercial de US$ 1 bilhão anuais na década
de 90. (4).
Rio de Janeiro (Brasil) – 2004 – DVD – …”Imagina, metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas. Hoje que se sabe que essa doença encefálica, que dá a doença da vaca louca e tudo, é uma proteína que se chama prion, que é desnaturada, e ela (a auto-hemoterapia) então poderia ajudar no tratamento, ser um colaborador no tratamento dessa doença”. …”Mas a Ah também é usada em veterinária, se usa em vaca que tem uma doença provocada por vírus, que se chama figueira, é como verrugas que nascem no focinho da vaca, e que realmente prejudicam muito a vaca. Aplicando a autohemoterapia que eles fazem com 20 ml na vaca, em 2 a 3 dias caem toda a figueira, caem todas aquelas verrugas que a vaca tem, desaparece tudo, isso é um uso veterinário. (5).
Brasília (Brasil) – setembro de 2007 – Jornal da Cidade – “Pecuária” – Seminário debate “doença da vaca louca”. – Com o objetivo de capacitar instrutores para os procedimentos de colheita e amostra para o diagnóstico de doenças do sistema nervoso central em bovinos, o Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA) realizará o 8º Seminário sobre Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis, no período de 27 a 28 deste mês, na Universidade de Brasília (Unb). Serão repassadas informações sobre a política sanitária do MAPA, sobre prevenção da Encefalopatia Espongiforme Bovina – EEB (doença da vaca louca) e atualizações científicas sobre a enfermidade. (6).
Washington (EUA) – abril de 2010 – Jornal da Cidade – “Vacina contra câncer é aprovada pelo FDA” – O primeiro tratamento contra o câncer de próstata, que usa o sistema imunológico para combater a doença, recebeu aprovação do governo norte-americano ontem”. A vacina Provenge, da Dendreon Corp., prepara o sistema imunológico para lutar contra os tumores. O remédio é chamado de “vacina”, embora trate a doença, em vez e preveni-la. Os médicos tem tentado desenvolver esse tipo de terapia há décadas e a Provenge é a primeira a conseguir a aprovação da agência que regula alimentos e remédios no país, o FDA.
“A grande notícia é que é o primeiro tratamento de imunoterapia a conseguir aprovação e eu acho que dentro de cinco a dez anos, imunoterapias serão uma grande parte do tratamento contra o câncer”, disse o doutor Phil Kantoff, oncologista do Instituto do Câncer Dana-Farber, que ajudou a realizar os
estudos para a Provenge.
Atualmente, os médicos tratam câncer com a remoção cirúrgica dos tumores, com quimioterapia ou com radiação (radioterapia). A Provenge oferece uma quarta opção ao fazer com que o próprio mecanismo de defesa do corpo aja contra a doença.
…Especialistas médicos saudaram a aprovação como um marco importante, mas destacaram que o remédio será um acréscimo às práticas atuais, não uma substituição. “Este é apenas um passo, num novo caminho para tratar os pacientes”, disse o doutor Simon Hall, chefe de urologia do Hospital Monte
Sinai. (7).
Bem amigas e amigos da rede AH (Auto-hemoterapia). Imunitariamente e imunologicamente imune, por hoje encerramos aqui. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. A todos, boa saúde, boa imunidade, boa visão, boa
leitura e bom dia.
Fontes: (1) – Revista Isto É, Edição nº 1.383, de 3 de abril de 1996, página 14. (2) – Revista Veja, de 29 de janeiro de 1997, página 126, ensaio de Luiz Felipe de Alencastro. (3) – Revista Veja, edição nº 1.687, de 14 de fevereiro de 2001, capa e páginas 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40 e 41, reportagens de Consuelo Dieguez e Márcio Pacelli. (4) – JORNAL DA CIDADE (SE) – de 13 de abril de 2001, autoria de José Silvério da Silva, (Presidente da Associação Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários). (5) – DVD, 2004 – Auto-Hemoterapia – Uma Contribuição Para a Saúde, – Entrevista com Dr. Luiz Moura – Realização: Ana Martinez & Luiz Fernando Sarmento. (6) – JORNAL DA CIDADE (SE), de 23 de setembro de 2007, página 5. (7) – JORNAL DA CIDADE (SE), de 30 de abril de 2010, caderno A, página 8.


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Auto-Hemoterapia e os antibióticos – I – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/844686498983603/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – II – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845057435613176/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – III – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845474032238183/
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por Walter Medeiros

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