HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (XXXVIII)

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Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)
Doença celíaca

A doença celíaca é uma doença do intestino delgado caracterizada pela intolerância permanente ao glúten. Recentes publicações médicas descrevem a doença celíaca como sendo uma patologia de caráter imunológico. Os sintomas dessa doença são diarréia crônica, falta de apetite, desnutrição com retardamento do crescimento, osteoporose, dor abdominal, manchas e alteração do esmalte dentário e câncer do duodeno.

A doença celíaca não tem cura e o único tratamento consiste em uma dieta rigorosa por toda a vida, com total abstinência de todos os alimentos que contém glúten como: pães, biscoitos, bolachas, bolos, tortas, pizzas, hambúrgueres, macarrão, vodka, uísque, cervejas…

Em 2008, gastroenterologistas australianos anunciaram em Melbourne que se encontrava em fase de testes uma vacina contra a Doença Celíaca. A Associação dos Celíacos do Brasil (www.acelbra.org.br) estima que existem no Brasil cerca de 300 mil celíacos. Destes, aproximadamente 500 sergipanos estão cadastrados na Associação. (4).

4ª – observação: No texto é afirmado que a doença celíaca é de caráter imunológico. Em 2008, gastroenterologistas australianos anunciaram que se encontrava em fase de testes uma vacina contra a doença celíaca. Trocando em miúdos: o glúten é uma proteína, que em alguns casos – ou em muitos casos – poderia estar agindo como um anticorpo agressor. Portanto, como uma doença auto-imune.

Parece que estamos envolvidos em imunologia, imunoterapia e, por conseguinte em auto-hemoterapia! Então aqui cabe uma provocante interrogação. Poderia a auto-hemoterapia, também, colaborar no tratamento da
doença celíaca?

Revista brasileira I – 2010 – No miolo da questão – Pesquisadores australianos identificam componentes do glúten associados à doença celíaca. Com 1 milhão de vítimas no Brasil e mais de 6 milhões na Europa, América do Norte e Austrália, a doença celíaca caracteriza-se pela intolerância do organismo ao glúten, proteína encontrada no trigo, aveia, centeio, cevada e malte.

Descrita pela primeira vez no fim do século XIX, a doença celíaca até hoje não conta com um tratamento eficaz. Resta aos pacientes viver à base de uma dieta ultrarrestritiva.

Um estudo divulgado na semana passada na revista científica americana Science Translational Medicine lançou a esperança de que um dia os celíacos possam voltar a consumir alimentos à base de trigo, aveia, centeio, cevada e malte. Liderados pelo australiano Robert Anderson, do Instituto Walter e Eliza Hall de Investigação Médica, os pesquisadores identificaram os principais componentes do glúten que tornam a proteína tão nociva para determinadas pessoas.

…”Como o organismo do doente não consegue processar a proteína, o sistema imunológico acaba por atacar a mucosa do intestino delgado”, diz o infectologista Artur Timerman. Os cílios encontrados na parede intestinal, responsáveis pela absorção de vitaminas, sais minerais e outros nutrientes, são danificados. Tais lesões podem causar desde diarréia, anemia e perda de peso até déficit de crescimento, osteoporose e câncer.

…O objetivo final é a criação de uma vacina que “ensine” o organismo dos celíacos a lidar com o glúten – num processo conhecido no jargão médico como “dessensibilização”. Ainda não há previsão para o término dos estudos.

Fontes: Ellen Simone Paiva (endocrinologista e nutróloga) e Associação dos
Celíacos do Brasil. (5).

5ª observação: segundo todas as opiniões, por enquanto, a terapia principal é evitar o glúten. A terapia secundária é a convencional.

Revista brasileira II – Intolerância ao glúten – Não são apenas os pacientes celíacos que precisam retirar o glúten da alimentação. No consultório, observamos que mesmo os não alérgicos apresentam sintomas como abdômen distendido e dificuldade em perder peso. Ocorre também piora dos processos inflamatórios nas doenças auto-imunes como psoríase, artrite reumatóide e lúpus.

(“No miolo da questão”, 28 de julho) – Fátima Nunes – Nutricionista clínica funcional – Natal, RN. Sou celíaca e sofri durante anos com diarréia intensa, diagnosticada por inúmeros médicos, em São Paulo, como sintoma das mais variadas enfermidades. Aqui, encontrei um médico que salvou minha vida ao fazer o diagnóstico correto. Meu intestino já estava praticamente destruído. Hoje levo uma vida normal seguindo a dieta recomendada. Depois que passei a ter contato com outros celíacos, fiquei surpresa ao constatar que casos como o meu não são exceção. A regra é esta: anos de sofrimento decorrentes da ignorância dos médicos. Marina Moraes Barbosa – Curitiba – PR. (6).

6ª observação: a nutricionista potiguar Fátima Nunes chamou a atenção para um fato muito interessante. Segundo ela, o glúten, além de afetar os portadores de doença celíaca, também piora os processos inflamatórios nas doenças auto-imunes como psoríase, artrite reumatóide e lúpus.

7ª observação: essas três doenças auto-imunes são citadas pelo médico Luiz Moura, sendo, as três, passíveis de cura através da auto-hemoterapia. Acrescente-se que o médico Olívio Martins, em seu livro, também recomenda o tratamento da psoríase através da vacina do sangue (auto-hemoterapia). (7).

Finalmente, no trabalho do médico Ricardo Veronesi, tanto a artrite reumatóide como a doença de Crohn podem ser curadas através da imunoestimulação. Fica aqui registrada mais uma vez, a pergunta que não quer calar: seria também possível atenuar a doença celíaca ou curá-la através da auto hemoterapia?

Bem amigas e amigos da rede AHT. Por hoje terminamos aqui. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. A todos boa saúde, boa alimentação, boa digestão, boa auto-hemoterapia, boa visão, boa leitura e bom dia.

Fontes:
(1) – Livro – Farmacologia Clínica e Terapêutica – Otto Miller – 11ª Edição – 1977 – Editora Livraria Atheneu – páginas 500 e 502 – (693 páginas).
(2) – Revista Medicina de Hoje – Março de 1976 – Dr. Ricardo Veronesi – página 7 – (9 páginas).
(3) – DVD de 2004 – Auto-Hemoterapia: “Uma Contribuição Para a Saúde” – Dr. Luiz Moura.
(4) – JORNAL DA CIDADE – Artigo de Marcionilo de Melo Lopes Neto (professor de química da U.F.S.) – Caderno A – página 2 – de 12 de março de 2009.
(5) – Revista Veja – edição nº 2.175 – 28-julho-2010 – páginas 106 e 107.
(6) – Revista Veja – edição nº 2.176 – 4-agosto-2010 – página 45. (7) – Livro – “O Poder Curativo do Sangue” – Dr. Olívio Martins – páginas 21 e 22 – (50 páginas).

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por Walter Medeiros

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