HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo para novembro, 2015

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (XXXIX)

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Eficácia do sangue no tratamento das doenças
Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

Bem amigos da rede AHT*. A luta contra a poliomielite continua e a luta a favor da auto-hemoterapia também continua.

Algumas curiosidades de 1940 – História Mundial – Em 12 de março de 1940, a União Soviética e a Finlândia assinam um acordo de paz. (1).

História do Brasil – Em 11 de maio de 1940, a bordo do encouraçado Minas Gerais, o presidente Getúlio Vargas discursa: “Passou a época dos liberalismos imprevidentes, das demagogias estéreis, dos personalismos inúteis e semeadores de desordem.” (2).

História de Sergipe – Em 19 de agosto de 1940 morre o professor e médico Helvécio Ferreira de Andrade, um dos pioneiros da homeopatia em Sergipe. O Estado de Sergipe estava sendo governado pelo intervendor, capitão do Exército e médico-cirurgião Eronildes Ferreira de Carvalho. (2).

Prêmio Oscar – Em 1940 o melhor filme foi: “Rebeca, a Mulher Inesquecível”; melhor ator: James Stewart; melhor ator coadjuvante: Walter Brennan; melhor atriz: Ginger Rogers; melhor atriz coadjuvante: Jane Darwell; e melhor diretor: John Ford. (1).

Futebol – Em 1940, na cidade do Rio de Janeiro, o Fluminense sagra-se campeão. (1). Em Sergipe o time campeão é o Sergipe. (1).

Carnaval – A escola de samba Mangueira, sagra-se campeã em 1940. (1).

Prêmio Nobel – Em 1940 não houve ganhadores do Prêmio Nobel. (1).

Outra curiosidade – Em 1940, no Rio de Janeiro, o médico cirurgião Jésse Teixeira publica o seu trabalho científico “Autohemotransfusão: Complicações Pulmonares Pós-Operatório”. (3) e (4).

Curiosidade das curiosidades – Em 1940, no Rio de Janeiro, o baiano Olívio Martins, trabalhava como médico assistente na Clínica Oliveira Botelho. O médico Oliveira Botelho foi o introdutor do pneumotórax** no Brasil. Na época áurea do pneumotórax, Dr. Oliveira Botelho desprezou este tratamento para adotar o tratamento da tuberculose*** pela vacina do sangue (auto-hemoterapia), levando sempre ao conhecimento da Academia Nacional de Medicina, os brilhantes resultados obtidos. (5).

Ainda do livro do Dr. Olívio Martins – “A natureza colocou, generosamente, no sangue do homem as suas defesas naturais. Se não fossem elas o homem teria uma vida fugaz, somente atingindo, raramente, a puberdade. O sangue é a alma material do corpo. É ele que torna possível a sua vida e que é, ainda, capaz de curar algumas ou muitas vezes as suas moléstias, por mais graves que elas possam ser.

O sangue desprovido dos elementos nocivos e banais, é de uma eficácia tão grande no tratamento das doenças que consideramos a hemoterapia a mais enérgica e pronta, além da mais inofensiva, de todas as terapêuticas”. …”Graças, portanto, a essas defesas naturais, que são reações próprias do organismo, é que devemos os êxitos na recuperação da saúde. O papel do médico é, apenas, de auxiliar o doente na luta contra a doença. Assim, ele deve ser útil ao doente ou, pelo menos, não prejudicá-lo. Portanto, o médico trata, e o doente é que se cura”.

Vejamos a verdade neste exemplo: – Se um indivíduo sofre uma incisão na pele, o médico intervém, apenas, fazendo a limpeza e a junção das bordas da ferida, e ao organismo cabe a função principal, isto é, a da formação da fibrina, graças aos elementos próprios contidos no sangue, no ponto atingido, a fim de produzir a cicatrização do tecido. E, ainda, por intermédio do sangue, mobiliza o seu exército de glóbulos brancos (leucócitos) para dar caça e destruir os germes patogênicos que tenham permanecido no local do ferimento. A doença está assim sempre na dependência das reações do organismo. É essa célebre questão de terreno.

Já o grande Claude Bernard dizia: – “o micróbio não é nada, o terreno é tudo”. – Há quem diga, que o próprio Pasteur, o descobridor do primeiro micróbio, tivesse em sua hora extrema balbuciado a mesma frase: “Bernard avait raison; le microbe n’est rien, le terrain est tout”. Não vamos ventilar, aqui estas questões porque são complexas. Digamos, apenas, de passagem, que muitos doentes se curam, até espontaneamente, sempre que sejam favoráveis as condições do organismo. (5).

Observação do escriba – É importante os leitores observarem que em 1940, no Rio de Janeiro, pelo menos três médicos lidavam com a auto-hemoterapia: Dr. Jésse Teixeira, Dr. Olívio Martins e Dr. Oliveira Botelho. Com toda certeza, outros médicos utilizavam tal técnica terapêutica.

AHT* = Auto-Hemoterapia – que não deve ser confundida com AZT, DDT, PFL, THC ou TNT, pois, algumas destas siglas podem estar “contaminadas” por corrupção, lise e mamatas. Portanto, navalha nelas.

Pneumotórax** – acúmulo de gases na cavidade pleural. Tuberculose*** – em 1940, a penicilina ainda não estava disponível para o público. Se o 1º antibiótico descoberto – a penicilina – ainda não estava disponível, a estreptomicina evidentemente que também não estava disponível. A estreptomicina – o 2º antibiótico da “História da Medicina” – viria a ser o 1º antibiótico específico para o tratamento da terrível tuberculose.

Como em 1940 não existiam os antibióticos, nem o CFM e nem a Anvisa, compreende-se perfeitamente por que os três médicos citados – Dr. Jésse Teixeira, Dr. Olívio Martins e Dr. Oliveira Botelho – usavam a auto-hemoterapia no combate às infecções e no tratamento de várias outras afecções, com grande sucesso.

Bem leitoras e leitores amigos da AHT. Por hoje, concluímos aqui. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. A todos muita saúde, boas ideias, boa auto-hemoterapia, bom “terreno”, boa visão, boa leitura e bom dia.

por Walter Medeiros

Fontes:

(1) – Almanaque Abril, Editora Abril, Edição de 1977, páginas 392, 360, 685, 686, 347 e 348 à 353, respectivamente – (784 páginas).
(2) – Livro – História Política de Sergipe – 3º volume – autor – Ariosvaldo Figueiredo – Sociedade Editorial de Sergipe – páginas 54 e 41 respectivamente – (459 páginas).
(3) – DVD gravado em 2004 – entrevista com Dr. Luiz Moura – Realização: Ana Martinez & Luis Fernando Sarmento.
(4) – Revista Brasil Cirúrgico – (16 páginas) –
(5) – Livro – “O Poder Curativo do Sangue – Menos remédios e mais ciência” – autor – Dr. Olívio Martins – 9ª edição – 1969 – Gráfica Editôra Laemmert S/A – Rua Carlos de Carvalho, 48 – Rio de Janeiro – Guanabara – páginas 6, 13, 14, 18 e 19 – (50 páginas).


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Auto-Hemoterapia e os antibióticos – I – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/844686498983603/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – II – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845057435613176/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – III – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845474032238183/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – IV – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845873625531557/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – V – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846255108826742/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VI – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846643988787854/
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Auto-hemoterapia e os antibióticos – VIII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/847423832043203/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – IX – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/847768768675376/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – X – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/848251258627127/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – XI – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/848754801910106/?notif_t=like
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Auto-hemoterapia e os antibióticos – XIII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/849467971838789/
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Auto-hemoterapia e os antibióticos – XVI –
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Auto-hemoterapia e os antibióticos – XVII –
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Auto-hemoterapia e os antibióticos – XXIV –
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Auto-hemoterapia e os antibióticos – XXXV – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/856662171119369/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – XXXVI – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/857159344402985/
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Auto-hemoterapia e os antibióticos – XXXVIII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/857923240993262/

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (XXXVIII)

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Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)
Doença celíaca

A doença celíaca é uma doença do intestino delgado caracterizada pela intolerância permanente ao glúten. Recentes publicações médicas descrevem a doença celíaca como sendo uma patologia de caráter imunológico. Os sintomas dessa doença são diarréia crônica, falta de apetite, desnutrição com retardamento do crescimento, osteoporose, dor abdominal, manchas e alteração do esmalte dentário e câncer do duodeno.

A doença celíaca não tem cura e o único tratamento consiste em uma dieta rigorosa por toda a vida, com total abstinência de todos os alimentos que contém glúten como: pães, biscoitos, bolachas, bolos, tortas, pizzas, hambúrgueres, macarrão, vodka, uísque, cervejas…

Em 2008, gastroenterologistas australianos anunciaram em Melbourne que se encontrava em fase de testes uma vacina contra a Doença Celíaca. A Associação dos Celíacos do Brasil (www.acelbra.org.br) estima que existem no Brasil cerca de 300 mil celíacos. Destes, aproximadamente 500 sergipanos estão cadastrados na Associação. (4).

4ª – observação: No texto é afirmado que a doença celíaca é de caráter imunológico. Em 2008, gastroenterologistas australianos anunciaram que se encontrava em fase de testes uma vacina contra a doença celíaca. Trocando em miúdos: o glúten é uma proteína, que em alguns casos – ou em muitos casos – poderia estar agindo como um anticorpo agressor. Portanto, como uma doença auto-imune.

Parece que estamos envolvidos em imunologia, imunoterapia e, por conseguinte em auto-hemoterapia! Então aqui cabe uma provocante interrogação. Poderia a auto-hemoterapia, também, colaborar no tratamento da
doença celíaca?

Revista brasileira I – 2010 – No miolo da questão – Pesquisadores australianos identificam componentes do glúten associados à doença celíaca. Com 1 milhão de vítimas no Brasil e mais de 6 milhões na Europa, América do Norte e Austrália, a doença celíaca caracteriza-se pela intolerância do organismo ao glúten, proteína encontrada no trigo, aveia, centeio, cevada e malte.

Descrita pela primeira vez no fim do século XIX, a doença celíaca até hoje não conta com um tratamento eficaz. Resta aos pacientes viver à base de uma dieta ultrarrestritiva.

Um estudo divulgado na semana passada na revista científica americana Science Translational Medicine lançou a esperança de que um dia os celíacos possam voltar a consumir alimentos à base de trigo, aveia, centeio, cevada e malte. Liderados pelo australiano Robert Anderson, do Instituto Walter e Eliza Hall de Investigação Médica, os pesquisadores identificaram os principais componentes do glúten que tornam a proteína tão nociva para determinadas pessoas.

…”Como o organismo do doente não consegue processar a proteína, o sistema imunológico acaba por atacar a mucosa do intestino delgado”, diz o infectologista Artur Timerman. Os cílios encontrados na parede intestinal, responsáveis pela absorção de vitaminas, sais minerais e outros nutrientes, são danificados. Tais lesões podem causar desde diarréia, anemia e perda de peso até déficit de crescimento, osteoporose e câncer.

…O objetivo final é a criação de uma vacina que “ensine” o organismo dos celíacos a lidar com o glúten – num processo conhecido no jargão médico como “dessensibilização”. Ainda não há previsão para o término dos estudos.

Fontes: Ellen Simone Paiva (endocrinologista e nutróloga) e Associação dos
Celíacos do Brasil. (5).

5ª observação: segundo todas as opiniões, por enquanto, a terapia principal é evitar o glúten. A terapia secundária é a convencional.

Revista brasileira II – Intolerância ao glúten – Não são apenas os pacientes celíacos que precisam retirar o glúten da alimentação. No consultório, observamos que mesmo os não alérgicos apresentam sintomas como abdômen distendido e dificuldade em perder peso. Ocorre também piora dos processos inflamatórios nas doenças auto-imunes como psoríase, artrite reumatóide e lúpus.

(“No miolo da questão”, 28 de julho) – Fátima Nunes – Nutricionista clínica funcional – Natal, RN. Sou celíaca e sofri durante anos com diarréia intensa, diagnosticada por inúmeros médicos, em São Paulo, como sintoma das mais variadas enfermidades. Aqui, encontrei um médico que salvou minha vida ao fazer o diagnóstico correto. Meu intestino já estava praticamente destruído. Hoje levo uma vida normal seguindo a dieta recomendada. Depois que passei a ter contato com outros celíacos, fiquei surpresa ao constatar que casos como o meu não são exceção. A regra é esta: anos de sofrimento decorrentes da ignorância dos médicos. Marina Moraes Barbosa – Curitiba – PR. (6).

6ª observação: a nutricionista potiguar Fátima Nunes chamou a atenção para um fato muito interessante. Segundo ela, o glúten, além de afetar os portadores de doença celíaca, também piora os processos inflamatórios nas doenças auto-imunes como psoríase, artrite reumatóide e lúpus.

7ª observação: essas três doenças auto-imunes são citadas pelo médico Luiz Moura, sendo, as três, passíveis de cura através da auto-hemoterapia. Acrescente-se que o médico Olívio Martins, em seu livro, também recomenda o tratamento da psoríase através da vacina do sangue (auto-hemoterapia). (7).

Finalmente, no trabalho do médico Ricardo Veronesi, tanto a artrite reumatóide como a doença de Crohn podem ser curadas através da imunoestimulação. Fica aqui registrada mais uma vez, a pergunta que não quer calar: seria também possível atenuar a doença celíaca ou curá-la através da auto hemoterapia?

Bem amigas e amigos da rede AHT. Por hoje terminamos aqui. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. A todos boa saúde, boa alimentação, boa digestão, boa auto-hemoterapia, boa visão, boa leitura e bom dia.

Fontes:
(1) – Livro – Farmacologia Clínica e Terapêutica – Otto Miller – 11ª Edição – 1977 – Editora Livraria Atheneu – páginas 500 e 502 – (693 páginas).
(2) – Revista Medicina de Hoje – Março de 1976 – Dr. Ricardo Veronesi – página 7 – (9 páginas).
(3) – DVD de 2004 – Auto-Hemoterapia: “Uma Contribuição Para a Saúde” – Dr. Luiz Moura.
(4) – JORNAL DA CIDADE – Artigo de Marcionilo de Melo Lopes Neto (professor de química da U.F.S.) – Caderno A – página 2 – de 12 de março de 2009.
(5) – Revista Veja – edição nº 2.175 – 28-julho-2010 – páginas 106 e 107.
(6) – Revista Veja – edição nº 2.176 – 4-agosto-2010 – página 45. (7) – Livro – “O Poder Curativo do Sangue” – Dr. Olívio Martins – páginas 21 e 22 – (50 páginas).

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por Walter Medeiros

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (XXXVII)

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A doença de Crohn e a doença celíaca
Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

Nos dois próximos artigos, iremos fazer uma comparação entre duas “doenças”, muito conhecidas entre os médicos e especialmente entre os gastroenterologistas. Para tanto, iremos recorrer a quatro fontes de
informação principais: à literatura médica, ao trabalho do médico e professor Ricardo Veronesi, às palavras do médico carioca Luiz Moura e à literatura “leiga” através de reportagens de jornais e revistas.
As duas “enfermidades” são a doença de Crohn e a doença celíaca.
Literatura médica I – 1977 – A doença de Crohn, também conhecida como enterocolite regional, é uma afecção granulomatosa crônica, de etiologia desconhecida, comprometendo geralmente o íleo, mas podendo também atingir outros setores do tubo gastrintestinal, inclusive esôfago, cólon e reto. Acomete principalmente adultos jovens, manifestando-se por meio de dor no quadrante inferior direito do abdome acompanhada e surtos diarréicos. Pode curar-se espontaneamente ou assumir evolução lentamente progressiva.
Tratamento – Repouso no leito, dieta hiperprotéica (pobre em resíduos) e suplementos vitamínicos estão indicados até que a lesão se torne assintomática, o que pode levar semanas ou meses. Os quimioterápicos e antibióticos ajudam a combater as infecções secundárias da lesão. Se necessário, ensaiar o emprego de corticóides, desde que não haja complicação supurativa. Alguns autores admitem que essa medicação possa determinar hemorragia ou perfuração. As medidas cirúrgicas estão indicadas apenas para tratamento das complicações, tais como abscesso, fístula, hemorragia ou fenômenos obstrutivos. (1). (página 502).
Literatura médica II – 1977 – A doença celíaca é um distúrbio diarréico de natureza crônica, acompanhado de fenômenos disabsortivos e de comprometimento do estado nutritivo, ligado a lesões degenerativas da mucosa do intestino delgado causada por intolerância ao glúten. A substância nociva é a fração gliadínica do glúten, supondo-se a existência de um defeito enzimático da parede intestinal que impede o desdobramento normal dessa proteína, com a formação de peptídios tóxicos para a mucosa.
Tratamento – Consiste em excluir-se o glúten da dieta, abolindo todos os alimentos preparados com trigo e centeio. Considerando-se que é extremamente comum a existência de uma deficiência secundária de
dissacaridases, especialmente de lactase, é aconselhável nos casos graves iniciar-se o tratamento com um breve período de Protenac e banana amassada, passando-se depois para uma dieta hiperprotéica. Nas formas clínicas mais intensas justifica-se o emprego de corticóides ao lado da dieta sem glúten.
A chamada “crise celíaca”, caracterizada por desidratação e depleção eletrolítica, exige dieta zero e reidratação venosa, com realimentação gradativa, à base de Protenac e banana amassada; havendo anemia, hipoproteinemia ou tetania, utilizar sangue, plasma ou gliconato de cálcio.
A duração da dieta sem glúten não deve ser inferior a dois anos. A observação meticulosa do desenvolvimento estrutural do paciente é de grande importância, pois o retardo do crescimento pode ser o único indício de que ainda existe intolerância ao glúten. (1). (página 500).
1ª observação: respaldado na literatura médica, podemos afirmar que, as duas doenças afetam predominantemente o intestino delgado, ambas apresentam quadro diarréico, dores abdominais, perda de apetite e de peso e podem conduzir ao câncer. Segundo a literatura médica da época, enquanto a doença celíaca era causada pela intolerância ao glúten, a doença de Crohn era de causa desconhecida.
Trabalho do Dr. Ricardo Veronesi – 1976 – Doenças auto-imunes: várias doenças de auto-agressão têm encontrado na moderna conceituação imunológica, explicação para seus mecanismos imunopatogênicos. Num aparente paradoxo, a imunoestimulação do setor T*, tem oferecido resultados favoráveis no tratamento das doenças tidas como auto-imunes, como a artrite reumatóide, a ileíte regional de Crohn e a hepatite crônica agressiva. (2).
2ª observação: em seu trabalho científico o médico Ricardo Veronesi faz referência à doença de Crohn, sendo ela classificada como uma das doenças auto-imunes. Ou seja, já se sabe que a doença de Crohn é causada por anticorpos “rebeldes”. A doença celíaca não é mencionada.
*T = Timo, uma glândula de secreção interna.
Trabalho do Dr. Luiz Moura – 2004 – Quais as outras indicações da auto-hemoterapia? Muitas, muitas aplicações. …Nas doenças auto-imunes, que são muitas hoje. Doença de Crohn, uma doença auto-imune que destrói o intestino, os anticorpos atacam o final do intestino delgado, na doença de Crohn. (3).
3ª observação: no DVD gravado pelo médico carioca Luiz Moura é mencionada a doença de Crohn, o lúpus e a artrite reumatóide. A doença celíaca não é citada.
Jornal sergipano – 2009 – Freqüentemente vemos as expressões “CONTÉM GLÚTEN” ou “NÃO CONTÉM GLÚTEN”, escritas em várias embalagens de alimentos industrializados. Alguns consumidores deixam de comprar alimentos com a expressão “CONTÉM GLÚTEN”, por que imaginam que se trata de alguma substância, tipo conservante químico, nociva à saúde. Na verdade, trata-se de um conjunto de proteínas, que não se dissolve na água, presente na semente de muitos cereais, que recebem nomes diferentes para cada cereal: trigo (gliadina), aveia (avenina), cevada (hordeína), centeio (secalina)
ou no malte (subproduto de cereais como a cevada) e em seus derivados como farelos, farinhas, germens e etc.
A lei nº 10.674, de 16 de maio de 2003, obriga que os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de controle da doença celíaca. Todos os alimentos industrializados deverão conter em seu rótulo ou bula, obrigatoriamente, as inscrições “CONTÉM GLÚTEN” ou “NÃO CONTÉM GLÚTEN”, conforme o caso.
Em 23 de outubro de 2007, a Unilever Brasil, detentora da marca Kibon, foi obrigada a fazer um recall do sorvete Cornetto Chococo, retirando do mercado todo o sorvete distribuído, porque foi impresso erroneamente em suas embalagens a informação de que o produto “não contém glúten”. Entretanto, a
empresa confirmou que o produto continha glúten em sua casquinha.
Se Deus nos permitir, continuaremos no próximo artigo. A todos boa saúde, boa leitura e bom dia.


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por Walter Medeiros

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