HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (LX)

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Doenças autoimunes – AHT e ascaridil
Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

Se o mundo da medicina já é muito misterioso, muito mais misterioso ainda é o mundo dos medicamentos, pois envolve interesses econômicos bastante poderosos. No caso da teratogênica talidomida, passados mais de meio século, continua um mistério a sua verdadeira origem.
Algumas fontes apontam para o seu surgimento em 1944, na Alemanha, – portanto durante a Alemanha nazista – e que teria sido desenvolvida, como antídoto para gases venenosos. Outras fontes sugerem que a teratogênica talidomida pode ter sido sintetizada em 1949, por cientistas britânicos (Universidade de Nottingham). Uma terceira fonte diz que a teratogênica talidomida foi patenteada em 1954, pela indústria de medicamentos alemã Chemie Grünenthal, tendo como objetivo aumentar os seus lucros, aproveitando o “boom” dos antibióticos que ocorreu no pós-guerra (1).
Bem amigos e amigas da rede AHT. A luta contra a debilitante poliomielite (paralisia infantil) continua e a luta a favor da inofensiva AHT (auto-hemoterapia) também continua. Mais uma vez estamos de volta para fazermos algumas considerações sobre a trágica talidomida e sobre a inofensiva auto-hemoterapia.
1º intervalo musical – “O maior amigo da verdade é o tempo; o maior inimigo é o preconceito”. – Colton.
No magnífico trabalho do Dr. Olívio Martins – “O Poder Curativo do Sangue – Menos Remédios e Mais Ciência” – há referência sobre a talidomida. Vejamos: “Quanta gente existe, por este Brasil afora, com o fígado, os rins, o estômago, o sistema nervoso, as suprarrenais, etc., arruinados pelos sais de ouro, pelos mercuriais, sulfas, bismúticos, antibióticos, córtico-esteróides, etc. e que não se curando do mal primitivo, ainda adquire novas enfermidades provocadas pela intoxicação medicamentosa, ou pela ação colateral das drogas.
Ninguém poderá se esquecer da talidomida, que usada como calmante, por algumas gestantes, fez com que nascessem pequenos monstros. Muitas drogas, como a amidopirina e seus derivados, deprimem a função da medula óssea, acarretando alterações graves do sangue, como a agranulocitose, por exemplo.
A sulfamida e os seus derivados, tão em uso, também, empobrecem o sangue de seus elementos nobres, diminuindo o número de leucócitos”. (2). Por conseguinte, ponto para o livro do Dr. Olívio Martins, quando, há muito tempo atrás, já fazia comentários sobre a teratogenicidade da talidomida e sobre os
malefícios de outras drogas alopáticas, ao mesmo tempo que já nos ensinava os benefícios e a total inofensividade da auto-hemoterapia. (2).
2º intervalo musical – “Aquele que contigo fala dos defeitos dos demais, com o demais fala dos teus”. – Diderot.
Já no meritório trabalho do Dr. Luiz Moura a teratogênica talidomida não é mencionada, no entanto, a “bíblica” lepra é ventilada. Vejamos: “Uso associado da auto-hemoterapia com ascaridil. O ascaridil é um medicamento que foi e ainda é usado para vermes.
O ascaridil foi descoberto por acaso por uns médicos americanos, que fazendo uma campanha contra a verminose na Califórnia, eles verificaram que os pacientes com leucemia tinham tido bons resultados. Então eles resolveram estudar o cloridrato de levamisol e descobriram nele um enorme potencial imunológico.
O cloridrato de levamisol funcionava muito bem em herpes simples, em herpes zoster e até em hanseníase ele foi usado com ótimos resultados. Usaram em artrite reumatóide e também em câncer. Eles usavam como coadjuvante da quimioterapia e da radioterapia. Mas, misteriosamente, o produto com esta finalidade que se chama estimamizol, foi retirado do mercado, nunca mais existiu. Mas como eu tenho a cópia dele, do estimamizol, num Dicionário de
Especialidades Farmacêuticas (DEF), eu tenho a cópia. Eu tirei a cópia, e tirei a cópia do ascaridil”. (3).
“A dosagem do ascaridil – É o cloridrato de levamisol. Ele é um modulador imunológico. Ele não é um estimulante imunológico. Agora, somando o cloridato de levamisol à auto-hemoterapia funciona muito bem nas doenças auto-imunes. Tomando dois comprimidos por semana durante 8 semanas, descansa um mês, depois faz outra vez, como imunomodulador, ele vai ajudar muito numa doença auto-imune que chama-se artrite reumatóide. E funciona em muitas outras, até na lepra, mal de Hansen, ele é usado, o cloridrato de levamisol”. (3).
É preciso que os leitores prestem bem atenção no fato de que, nos dias atuais, a “comunidade científica” continua a proibir a prática da auto-hemoterapia, alegando não haver provas científicas sobre a mesma. Ao mesmo tempo, evitam de todas as maneiras e a todo custo, um amplo e profundo debate sobre o assunto. E o que é bem pior, a “comunidade científica” mostra-se completamente desinteressada quando se fala em fazer pesquisas científicas sobre a auto-hemoterapia.
Por outro lado, é esta mesma “comunidade científica”, que aplaude efusivamente, e incentiva financeiramente pesquisas com a terrível, trágica e teratogênica talidomida, aprovando o seu uso em determinados casos de hanseníase, em várias doenças auto-imunes, em certos casos de câncer, e em certos casos de aids, etc.
Em outras palavras, a mesma “comunidade científica” que classifica a auto-hemoterapia como uma panacéia, não classifica a talidomida como uma panacéia. Coisa de “modernos” alquimistas…
3º intervalo musical – “Democracia é o nome que dão ao povo quando precisam dele”. – R. Flers.
O prestimoso livro do Dr. Ricardo Veronesi, além de falar da talidomida no tratamento da hanseníase, também fala no cloridrato de levamisol: Tratamento da ascaridíase – O medicamento de escolha é o tetramisole. O tetramisole é o tetra-hidrofenil-imidazotiazol ou composto R-8-299. Pode ser empregado
sob a forma de base ou de sais, como o cloridrato e o ciclamato e, também, em preparados contendo as formas racêmica ou levógira de tetramisole. Dá-se nítida preferência à modalidade levógira (L-tetramisole ou levamisole) por ser mais ativa e porque se demonstrou que o efeito ascaricida se deve ao isômero
levógiro. Em mil pacientes tratados, Castro e colaboradores (1970) obtiveram cura de 96,3%.
Em 1966, os autores P. M. Mesquita, H. D. Daher, O. B. Nascimento Filho, M. Halsman, H. Oria e J.V.M. Campos, publicaram trabalhos sobre o uso do R-8-299 ou tetramizole, no tratamento da ascaridíase. (4). No livro do professor Ricardo Veronesi o uso da talidomida é mencionado na página 396 (capítulo 40 – lepra), o que já foi visto em nosso artigo anterior (artigo de nº LIX – 59).
4º intervalo musical – “A democracia muitas vezes significa o poder nas mãos de uma maioria incompetente”. – Bernard Shaw.
1ª observação: Os trabalhos desenvolvidos na Califórnia pelos médicos americanos, sobre o cloridrato de levamisol (na época com o nome comercial de estimamizol), para o tratamento de verminoses, devem ter ocorridos na década de 60. Continua um mistério a mudança do nome de estimamizol para ascaridil.
Há muito tempo já sabemos da existência de substâncias que deprimem a medula óssea (imunodepressores). Exemplo: o antibiótico cloranfenicol pode produzir agranulocitose. Por outro lado, também temos conhecimento de que existem medicamentos que estimulam a medula óssea (imunoestimulantes).
5º intervalo musical – “Nada de desgosto, nem desânimo; se acabas de fracassar, recomeça”. – Marco Aurélio.
Já no conhecido livro terapêutico do Professor Otto Miller e colaboradores, não existe menção sobre o uso da talidomida no tratamento da lepra. Mas, é mencionado o ascaridil no tratamento de verminoses.
Vejamos: Tetramizol e levamizol – O tetramizol é o tetra-hidrofenil-imidazotiazol, substância dotada de ação paralisante e letal sobre vários nematódeos, especialmente os áscaris. O levamizol é o levo-isômero do tetramizol. Especialidades – Ascaridil “Johnson” (comprimidos com 150 e 80 mg de base ativa).
Ao invés do uso da talidomida para o tratamento da hanseníase, curiosamente, no livro do professor Otto Miller, é mencionado o uso de sulfonas no tratamento da tuberculose e da lepra: “até 1943, a tuberculose era tratada com as sulfonas. A partir deste ano a descoberta da atividade antileprótica das sulfonas, consagrou o seu uso no tratamento do mal de Hansen”. (5).
6º intervalo musical – “Não pode haver um bom descanso sem prévia fadiga”. – Mariano Aguiló.
2ª observação: o bacilo causador da lepra é “muito amigo” do bacilo causador da tuberculose. Como já informamos em artigos anteriores, a estreptomicina viria a ser o 2º antibiótico da “história da medicina”. Ao mesmo tempo, viria a ser o 1º antibiótico específico para o tratamento da tuberculose, esta, naquela
época, também conhecida como “peste branca”. Fica claro que a estreptomicina do Dr. Waksmann surgiu após o advento da penicilina do Dr. Fleming. Em muitos casos, os pacientes tuberculosos eram internados
em sanatórios, e, no tratamento da tuberculose, a princípio fazia-se uso das sulfonas e tentou-se o emprego do pneumotórax, com pouco sucesso. A este propósito, consta no livro do Dr. Olívio Martins:
“Já o Dr. Oliveira Botelho, o introdutor do pneumotórax no Brasil, desprezou este processo, em sua época áurea, para adotar o tratamento da tuberculose pela vacina do sangue (auto-hemoterapia), levando sempre ao conhecimento da Academia Nacional de Medicina, os brilhantes resultados obtidos”. (2).
Muitos pacientes portadores de hanseníase eram internados em leprosários. A partir de 1943 a terapia preconizada passou a ser as sulfonas. O uso da talidomida em determinados casos de hanseníase passou a ser preconizada a partir de 1965, quando a “comunidade científica” já tinha conhecimento da sua
teratogenicidade.
7º intervalo musical – “Quando o homem está ocupado pensa no descanso; logo descansa e pensa no trabalho”. – R. Browning.
O prestimoso livro do Professor Ricardo Veronesi confirma as palavras do Dr. Olívio Martins: Terapêutica – A experiência com a quimioterapia, adquirida nos últimos 15 anos, mostrou que a cura da tuberculose é possível apenas com o tratamento medicamentoso. Esta verificação fez com que métodos terapêuticos em grande voga fossem completamente abandonados, como é o caso de o pneumotórax, o pneumoperitônio e outros, passassem a ser utilizados nos raros casos de insucesso da quimioterapia. Por outro lado, as medidas gerais, tais como repouso e alimentação, especialmente a necessidade do tratamento sanatorial foram relegados a um papel secundário.
Desde 1944, quando Waksmann descobriu a estreptomicina, surgiram numerosos medicamentos com ação sobre o bacilo tuberculoso. De todos eles,
a hidrazida do ácido isonicotínico é ainda o mais ativo. (4).
8º intervalo musical – “A desconfiança é a mãe dos discretos”. – Calderon.
Já na “bíblia” da indústria farmacêutica, no caso o DEF (Dicionário de Especialidades Farmacêuticas), em sua edição de 2003/2004, encontramos: ASCARIDIL (Janssen-Cilag). Cloridrato de levamisol. Ascaridíase. Est. com 1 comp. de 80 mg (pediátrico) e 150 mg (adulto). E encontramos para a hanseníase: DAPSONA (Neovita). Hansen. Cx. com 100 comp. de 100 mg. (6). Curiosamente no DEF 2003/2004 não é mencionada a talidomida. Ainda no DEF (2003/2004), podem ser encontrados: estimuladores de colônias de granulócitos e macrófagos, fabricados pelos laboratórios Biosintética, Cristália, Aventis Pharma, Eurofarma, Roche, Bergamo e Blaüsiegel. (6).
Por conseguinte, já existem no mercado alguns estimulantes de macrófagos (estimulantes artificiais), e, como era de se esperar, de propriedade de poderosos grupos farmacêuticos (multinacionais). Tais produtos são vendidos a preços elevados.
9º intervalo musical – “Quem tem culpas, desconfia de tudo e de todos”. – Madame Roland.
3ª observação: – Em relação aos imunoestimulantes, a indústria de medicamentos, através do DEF (Dicionário de Especialidades Farmacêuticas), ao publicar em suas páginas a existência de estimuladores de colônias de granulócitos e macrófagos (6), ratifica as palavras do médico Luiz Moura, quando, logo no início do DVD ele diz:
“Ocorre esse aumento da produção de macrófagos pela medula óssea, porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo sistema retículo endotelial. Enquanto houver sangue no músculo, o sistema retículo endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima
no fim de cinco dias” (3).
“Então, realmente é uma coisa que poderia ser divulgada e usada em regiões sem recursos, em que as pessoas não têm condições de pagar estímulos imunológicos caríssimos. Como, por exemplo, os “feitos” de medula óssea, com a qual se fazem medicamentos. Eu não posso dizer o nome do medicamento, porque não estou aqui fazendo propaganda. Mas é um medicamento caríssimo, que se usa para produzir o mesmo efeito da auto-hemoterapia, que é o lisado de timus de vitela, que foi fabricado, isso eu posso
falar, é um lisado de timus de vitela, que tem um nome de fantasia, mas, na realidade, a essência é um produto de lisado de timus de vitela, que submetido a um fermento digestivo, se transforma num medicamento. Mas, é de custo muito alto. Enquanto que a auto-hemoterapia produz o mesmo efeito, a custo baixíssimo. Portanto, podendo ser usada em todas as camadas da população sem nenhum problema. Essa é que é a grande vantagem”. (3).
10º intervalo musical – “Os descontentes são desgraçados: nada os satisfaz”. – La Fontaine.
No próximo artigo, iremos concluir a trajetória perigosa, trágica e “terapêutica”, da teratogênica talidomida. De olho vivo nos imunoestimulantes…
Bem amigos da rede AHT. Se Deus nos permitir, voltaremos outro dia. Desejamos a todos uma catedral de saúde, um palácio de dinheiro, um castelo de alegrias, uma mansão de amizades, uma biblioteca de boas conversas, boa auto-hemoterapia, boa imunidade, bons macrófagos, boa visão, boa leitura e bom dia.
Aracaju, 19 de novembro de 2010.
Jorge Martins Cardoso. Médico. CRM 573.

Fontes:
(1) – Wikipédia – Categorias: Teratogênicos/ Carcinogênicos/ Imunoestimulantes.
(2) – O Poder Curativo do Sangue – Menos Remédios e Mais Ciência – Dr. Olívio Martins – Gráfica Editora Laemmert S/A – 9ª edição – 1969 – Rio de Janeiro – Guanabara – páginas 48 e 17 respectivamente – (50 páginas).
(3) – DVD/2004 – Entrevistado: Dr. Luiz Moura – Edição: Fernando Marcolini – Roteiro, Produção e Direção: Ana Martinez e Luiz Fernando Sarmento – Duração: 2 horas e 37 minutos.
(4) – Doenças Infecciosas e Parasitárias – Editora Guanabara Koogan S. A. – Dr. Ricardo Veronesi e colaboradores – 5ª edição – 1972 – páginas 840, 841, 846 e 373 respectivamente – Parte III – Capítulos 81 (ascaridíase) e 39 (tuberculose pulmonar), respectivamente – (1.096 páginas).
(5) – Farmacologia Clínica e Terapêutica – Otto Miller e colaboradores – 11ª edição – 1977 – páginas 255 e 204 respectivamente – (693 páginas).
(6) – Dicionário de Especialidades Farmacêuticas (DEF) – 2003/2004 – 32ª edição – Editora de Publicações Científicas Ltda. (EPUC) – páginas 247, 405, 595, 677, 678 e 679 (1.296 páginas).

por Walter Medeiros

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