HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Auto-Hemoterapia e os antibióticos (LXVI)

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Comunidade científica ressuscita talidomida
Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

“Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso”.
Bem amigos da rede AHT. Bem saudáveis amigas da rede Record. Auto-hemoterapia? Tudo a ler e tudo a ver. A luta contra a debilitante poliomielite (paralisia infantil) continua e a luta a favor da inofensiva AHT (auto hemoterapia) também continua. No artigo de hoje estamos concluindo o tema da teratogênica talidomida.
1º aniversário de casamento – “bodas de algodão”.
Talidomida, o calmante monstruoso. As pessoas mais idosas e mais informadas lembram deste nome: Talidomida. Prescrito como calmante e sonífero no final dos anos cinquenta e início dos sessenta, o medicamento transformou-se em um sinistro sinônimo da ganância monstruosa da indústria farmacêutica. Lançada sem a devida comprovação de seus efeitos colaterais, testada apenas em ratos, produzida em dezenas de países com nomes comerciais diferentes (Contergan, Distaval, Kevadon, Softnon, Talimol, etc.), a substância foi sintetizada pelo laboratório Chemie Grünenthal, de Nordrhein-Westfalen, na então Alemanha Ocidental.
2º aniversário de casamento – “bodas de papel”.
Logo após o seu lançamento comercial em 1956, (como anti-gripal e com o nome de Grippex), transformou-se em uma mina de ouro para a indústria farmacêutica, a qual investiu pesadamente na sua divulgação. Somente em um ano, na Alemanha, venderam a assombrosa quantidade de 14 (quatorze) toneladas. Era, então, considerado o melhor soporífero jamais inventado, passando também a ser utilizado contra a gripe, a nevralgia, a asma, a tosse e,
sobretudo, como antiemético para as mulheres grávidas . Foi justamente aí que ele fez história – uma trágica história: receitado para muitas grávidas em início de gestação, ingerido em pílulas brancas, era um sedativo barato que provocava um sono rápido, profundo e natural, sem a característica “ressaca” da manhã seguinte.
3º aniversário de casamento – “bodas de trigo”.
Usado nos primeiros 40 dias de gestação, atuava como teratogênico – ou seja, produzia monstros, se é que, infelizmente, assim se pode falar de suas vítimas, calculadas em cerca de 10 mil em todo o mundo. As cianças nasciam muitas vezes, sem dois, três ou até quatro membros, dentre tantos outros defeitos observados. A má-formação dos membros tinha um nome científico: focomelia – do grego “phoke” = foca e “melos” = membros, ou “membros de foca”. Os braços dos recém-nascidos surgiam como tocos abaixo dos ombros, semelhantes às nadadeiras das focas. Também se observou deformação dos olhos, do esôfago e do tubo digestivo. De cada duas crianças nascidas assim, apenas uma sobrevivia. Sem entender o porquê daquilo, com problemas de consciência, algumas mães enlouqueceram e outras chegaram a praticar o suicídio.
4º aniversário de casamento – “bodas de flores”.
Em 1961, os casos de “focomelia” já eram tantos que se falava em uma “epidemia”. De início foi extremamente difícil descobrir-se a origem de tal fenômeno, o elo comum. Pensou-se nos alimentos, na água, até em poeira atômica. Porém, graças a duas pessoas, precisou-se exatamente a talidomida como o agente causador. Uma delas, o advogado Karl Schulte-Hillen, de 32 anos, não havia aceito a explicação “genética”, como a causadora da focomelia em seu filho recém-nascido. Homem saudável e esclarecido, ele descobriu que, coincidentemente, um casal de amigos seus tivera um filho em condições idênticas. Intrigado e inconformado, Karl passou a fazer investigações por conta própria, conversando com as mães que haviam dado a luz a tais “monstros”. Ao tentar chamar a atenção da comunidade médica para o que estava se passando, encontrou uma revoltante indiferença e ignorância.
5º aniversário de casamento – “bodas de ferro”.
Série para TV – vitima dos anos 60. Foi então que surgiu em seu caminho o médico Widukind Lenz, um pediatra especializado em genética que aliou-se a Karl, encampando a causa. Lenz, por fim, achou o nexo causal. No dia 16 de novembro de 1961, Lenz comunicou oficialmente à indústria fabricante, dos efeitos nocivos dos medicamentos a base de talidomida – Contergan, no caso da Alemanha Ocidental. Dr. Lenz pessoalmente já conhecia 13 casos. A Chemie Grünenthal, porém, não retirou o remédio do mercado – o que de fato só ocorreu, quando a história virou manchete de jornal. O Contergan era o carro-chefe das suas vendas, uma verdadeira “galinha dos ovos de ouro”, rendendo milhões e milhões de marcos. Soou então o alarma em todo o mundo.
10º aniversário de casamento – “bodas de zinco”.
Nesse tempo, às suas próprias custas, o advogado Schulte-Hillen contratou 8 fisioterapeutas que, juntamente com ele, passaram a percorrer a Alemanha Ocidental, à procura de vítimas da talidomida. Entre agosto de 1964 e dezembro de 1965, visitaram 1.600 das 3.000 vítimas vivas da droga. Com o seu endereço publicado nos jornais, choveram cartas, narrando novos casos. A maioria das vítimas da talidomida estavam na Alemanha e na Inglaterra.
15º aniversário de casamento – “bodas de cristal”.
Nos Estados Unidos, graças a uma mulher, o medicamento – lá chamado de Kevadon, – não chegou a causar tantos danos e sofrimentos – não mais do que 20 vítimas. Fabricado pela Merrel Co., uma empresa de Cincinati, Ohio – e que ainda hoje é uma das grandes do mercado farmacêutico – não chegou a ser liberado pela Secretaria de Alimentos e Remédios – FDA, sigla em inglês. Apesar das terríveis pressões da indústria, a médica responsável pela aprovação, Dra. Frances Oldham Kelsey, recusou-se a dar o parecer favorável, alegando que as provas de garantias, de não haver efeitos colaterais deletérios, eram insuficientes. Em agosto de 1961, quando o escândalo veio a público, ela recebeu do presidente John Kennedy a medalha por Destacados Serviços Civis, por reter a aprovação da talidomida – medalha esta, que é uma das mais altas condecorações daquele país.
20º aniversário de casamento – “bodas de porcelana”.
No Brasil, a talidomida chegou em março de 1958, nas marcas Ectiluram, Ondosil, Sedalis, Sedim, Verdil e Slip, todas vendidas sem a exigência da receita médica. Em março de 1962, o Serviço Nacional de Fiscalização de Medicina e Farmácia, proibiu o uso da talidomida em todo o país, mandou apreender os estoques e cassar as licenças de fabricação. A medida, no entanto, não surtiu lá grandes efeitos, pois, o medicamento continuou ainda a ser usado durante anos, devido à falta de informação da população, do descontrole na distribuição e, sobretudo, graças à omissão do governo e ao poder econômico dos laboratórios.
25º aniversário de casamento – “bodas de prata”.
Em 27 de novembro de 1973, foi criada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, a Associação Brasileira dos Pais e Amigos das Crianças Vítimas da Talidomida, entidade declarada de utilidade pública. Nos últimos anos, o interesse pela talidomida, trouxe novamente o debate à tona. Conforme alguns testes – ainda não plenamente comprovados – ela teria eficácia na luta contra a lepra e contra a tuberculose. (1).
30º aniversário de casamento – “bodas de pérola”.
“APENAS UM COMPRIMIDO” – Escândalo da talidomida volta às telas alemãs em forma de ficção. Após parecer favorável do Tribunal Constitucional Federal (Alemanha), a emissora de televisão WDR, associada à produtora Zeitsprung, entre outras, criou uma série de ficção, em dois episódios, baseada no escândalo em torno do Contergan (talidomida). “Apenas um Comprimido” – o nome da série – é um filme de ficção e não um documentário, embora seja
baseado em fatos reais. Pressionada pelos fabricantes da droga, a emissora foi, a princípio, impedida de veicular a série.
35º aniversário de casamento – “bodas de coral”.
Terminologia nazista – Acima de tudo, a série televisiva relembra uma Alemanha de 1961, que usava o adjetivo “disforme”, para caracterizar os deficientes físicos, recorrendo ainda à terminologia do Terceiro Reich. “A Alemanha em delírio com o milagre econômico, onde um medicamento era liberado para o mercado, após testes feitos em animais”, lembra o diário Die
Welt.
40º aniversário de casamento – “bodas de esmeralda”.
Somente após idas e vindas do processo, entre instâncias jurídicas, é que o Tribunal Constitucional Federal anunciou, na última quinta-feira (05-09-2007), que os episódios poderão ser exibidos. A série deverá ir ao ar em outubro próximo. O produtor Michael Souvignier, elogia a decisão da Justiça, que acredita ter sido “um grande passo em prol das vítimas do Contergan e de todo o meio cinematográfico alemão”. Ao reavivar o caso das vítimas da talidomida, o debate sobre a exibição ou não do filme, se transformou no país, numa discussão sobre os limites entre o real e a ficção, em trabalhos que transitam entre os dois gêneros. Na opinião dos juízes que deram sinal verde ao filme, o espectador, diante de uma série fictícia, tem discernimento suficiente para distinguir o real, da criação para a tela do cinema ou da TV. (2).
45º aniversário de casamento – “bodas de platina”.
O rastro de destruição, sofrimentos e mortes provocadas pela teratogênica talidomida parece não ter fim. Além da sua origem duvidosa – 1944 na Alemanha nazista, 1949 na Inglaterra ou 1954 na Alemanha Ocidental, – nos dias atuais, por causa das suas múltiplas indicações, a “droga venenosa” continua na ordem do dia. A sua “fórmula mágica” se prestou ou ainda se presta para tudo. Já foi indicada como antídoto contra gases venenosos, contra insônia, contra nervosismo, contra náuseas e vômitos, contra gripe, contra nevralgia, contra asma, contra tosse e contra a lepra. Só não foi indicada contra os fabulosos lucros da indústria farmacêutica.
50º aniversário de casamento – “bodas de ouro”.
Aulas de natação para vitimas da talidomida, em 1968. Em 1968, a FDA (Food and Drug Administration) aprovou o uso da teratogênica talidomida no tratamento do Eritema Nodoso Leproso (ENL). Atualmente, sobre a suposta ação terapêutica da teratogênica talidomida, estão em estudos: doenças inflamatórias, doenças auto-imunes (artrite reumatóide), câncer de um modo
em geral, infecções graves como as sofridas por portadores de HIV, amenização da letargia e náusea dos pacientes submetidos a quimioterapia, rejeição de transplantes de medula óssea. Uma “perfeita” panacéia.
55º aniversário de casamento – “bodas de ametista”.
Enquanto a teratogênica talidomida continua com a bola toda, a inofensiva auto-hemoterapia permanece com a bola murcha.
60º aniversário de casamento – “bodas de diamante”.
Entre as diversas pesquisas que estão em andamento com a teratogênica talidomida, – conspiração do barulho, – a que mais bate de frente com a auto-hemoterapia – conspiração do silêncio, – são aquelas que estão relacionadas com as suas supostas características imunomoduladoras. Agradecendo o valioso apoio da Dra. Internet, do Dr. Google, e da Dra. Wikipédia, e, da ainda “enigmática” colaboração da Dra. Medula, dos Drs. Monóticos e dos Drs. Macrófagos, vejamos a seguir a peleja entre a categoria dos imunoestimulantes e a categoria do sistema imunológico. Relação dos imunoestimulantes:
65º aniversário de casamento – “bodas de safira”.
1º – Acetato de glatirâmero – é um imunomodulador indicado para redução de recaídas em esclerose múltipla. Categoria: Imunoestimulantes. (3).
2º – Lentinano – é um betaglucano com uma ligação glicosídica. É um polissacarídeo antitumoral extraído do cogumelo shiitake (Lentinula edodes). A investigação sobre o lentinano foi efetuada pela companhia farmacêutica japonesa Ajinomoto. Categorias: Polissacarídeo/Imunoestimulantes. (3).
3º – Levamisol – é um fármaco imunoestimulante e anti-helmíntico descoberto pela Janssen Farmacêutica em 1966. Categoias: Imunoestimulantes/Anti-helmínticos. (3).
4º – Pidotimod – é um fármaco imunoestimulante, utilizado na prevenção de bactérias gram positivas e gram negativas, e imunodeficiências primária e secundária no trato respiratório. Mecanismo de ação – Desconhecido. Acredita-se que proporcione estimulação e regulação da resposta imunológica através dos linfócitos T, em especial. Compostos do tipo timoestimulina. Categoria: Imunoestimulantes. (3).
5º – Talidomida – A talidomida (C13 H10 N2 O4) é uma substância usualmente utilizada como medicamento sedativo, anti-inflamatório e hipnótico. Devido a seus efeitos teratogênicos, tal susbstância deve ser evitada durante a gravidez e em mulheres que podem engravidar, pois causa malformação ou ausência de membros no feto. Categorias: Teratogênicos/Carcinógenos/Imunoestimulantes. (3).
70º aniversário de casamento – “bodas de vinho”.
A menção aos imunoestimulantes acima relacionados, têm razão de ser, tendo em vista três aspectos: 1º – Recentemente, (2006), a FDA aprovou o uso da teratogênica talidomida no tratamento do Mieloma Múltiplo (MM). (3). 2º – Entre os imunoestimulantes acima mencionados encontra-se o levamisol, que nada mais é do que aquele mesmo cloridrato de levamisol, (ascaridil), mencionado no meritório trabalho do Dr. Luiz Moura. (4). 3º – O 6º imunoestimulante que deveria constar na Wikipédia é a auto-hemoterapia, pois, ela estimula a medula óssea a produzir maior número de macrófagos, fortalecendo assim as defesas do organismo, conforme consta no trabalho do Dr. Luiz Moura, e de conformidade com a comprovação científica, feita em 1940 pelo Dr. Jésse Teixeira. (4).
75º aniversário de casamento – “bodas de brilhante”.
Se por um lado a “comunidade científica” deseja sepultar a auto-hemoterapia (que nunca fez vítimas), através da “conspiração do silêncio”, por outro lado, esta mesma “comunidade científica”, usando e abusando de seu imenso poder financeiro, está aos poucos ressuscitando a teratogênica talidomida (que já fez milhares de vítimas), através da “conspiração do barulho”. E durma-se com um barulho desses.
80º aniversário de casamento – “bodas de carvalho”.
Bem amigos da rede AHT. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Desejamos a todos muita saúde, muito dinheiro, muitas amizades, muitas alegrias, boas conversas, boa autohemoterapia, boa medula óssea, muitos macrófagos, boa visão, boa leitura e bom dia.
Aracaju, 26 de maio de 2011.
Jorge Martins Cardoso. Médico. CRM 573.
Fontes:
(1) – Google – Conselheiro X – Blog do Vitor Minas. Porto Alegre. Brasil – 24 de julho de 2008. (2) – Google – Talidomida – Filmes – Alemanha – 06 de setembro de 2007. (3) – Google – Imunoestimulantes e sistema imunológico. (4) – DVD/2004 – Entrevistado: Dr. Luiz Moura – Roteiro, produção e direção: Ana Martinez e Luiz Fernando Sarmento – Duração: 2 horas e 37 minutos.

por Walter Medeiros

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