HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

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Auto-hemoterapia [ Dr Fleming e os antibióticos ] versão1.0

Auto-hemoterapia – Dr Fleming e os antibióticos

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Auto-hemoterapia [ Dr Fleming e os antibióticos ]

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Auto-hemoterapia – Dr Fleming e os antibióticos

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Auto-Hemoterapia e os antibióticos (XIC)

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O embasamento teórico da auto-hemoterapia começou há mais de duzentos anos
Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

por Walter Medeiros

Segunda versão sobre a gênese da auto-hemoterapia. A auto-hemoterapia é uma técnica terapêutica com certeza bastante antiga. Trata-se, segundo o Dr. Luiz Moura, de um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar um determinada quantidade sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo Endotelial (S.R.E.), quadruplicando os macrófagos em todo o organismo.
Entretanto a auto-hemoterapia (em serviços de saúde) foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em abril de 2007, apenas porque ficou em evidência a partir de um vídeo contendo uma entrevista com o Dr. Luiz Moura, praticando e defendendo a auto-hemoterapia, veiculada através da Internet a partir de 2004.
Com a matéria do Fantástico da rede Globo, também de abril de 2007, mostrando o interesse da população na utilização da “novidade”, na verdade, uma prática que existe há mais de 100 anos, as autoridades da área médica se mobilizaram para proibir uma prática que poderia gerar muitos prejuízos para as grandes empresas e laboratórios que não se interessam por práticas terapêuticas passíveis de se tornarem populares e de baixo custo operacional.
O próprio médico Dr. Luiz Moura foi julgado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro em função da entrevista difundindo a técnica e por receitar a auto-hemoterapia e posteriormente absolvido por unanimidade de votos, em 11 de janeiro de 2006 por não constatar ilícito ético-profissional em sua conduta. Por outro lado, a partir da portaria da ANVISA, nem mesmo o Dr. Luiz Moura poderá mais receitar ou praticar a auto-hemoterapia que tantos benefícios trouxe aos seus pacientes.
Apenas para termos uma idéia do alcance da técnica, vamos relacionar algumas doenças que, segundo o testemunho idôneo do Dr. Luiz Moura obtiveram bons resultados: esclerodermia, asma brônquica, psoríase, doença de Crohn, lúpus, artrite reumatóide, miastenia grave, miomas e cistos de ovário, púrpura trombocitopênica, acne, ictiose, amigdalites, gota, dermatomiosite, etc. Doenças tratadas complementarmente com a autohemoterapia,
com resultados surpreendentes, e que vem convencendo as pessoas que assistem ao vídeo pela fidedignidade do relato e a sinceridade manifestada durante a entrevista.
Por outro lado a mais alta e única missão do médico é restabelecer a saúde dos doentes, que é o que se chama curar. Quando um paciente, em estado de atroz sofrimento, procura ajuda médica, seu objetivo é obter a cura para seus males. Desde que sare, não lhe interessa saber como nem porque sarou. Apenas o médico necessita pesquisar, com a ajuda do paciente, a melhor maneira de ajudá-lo. Portanto, basta que o médico obtenha a confiança legítima do paciente para que o processo de cura se inicie.
Se a sociedade o reconhece como médico, e, no caso, foi cumprida a principal exigência, a realização do curso superior de medicina, acrescido de mais de 50 anos de clínica. Quanto à escolha do método de tratamento de cada paciente, somente o médico pode decidir ao examinar cada paciente. Em casos extremos, para salvar um paciente em estado grave, todos os recursos são possíveis, ainda que não totalmente conhecidos pela ciência.
Hipócrates dizia que para as doenças extremas os tratamentos extremos são os mais eficazes.
Com a proibição, os maiores prejudicados foram os pacientes, especialmente, aqueles que padecem com graves enfermidades e que não podem mais contar com o apoio do sistema de saúde, já que todos os profissionais estão agora impossibilitados de aplicar a técnica, correndo o risco de perder o direito de exercer a medicina ou as técnicas de enfermagem.
Na história da medicina, ambas as correntes, homeopática ou alopática, utilizaram a auto-hemoterapia no tratamento de seres humanos e também de animais. Os médicos homeopatas extraindo o sangue venoso e processando o sangue extraído do próprio paciente como qualquer substância, diluindo e dinamizando para posterior uso interno.
Pelo menos, desde finais do século XIX, a corrente alopática vem estudando e aplicando a denominada proteinoterapia, que procura combater as mais diversas enfermidades por meio de injeções de certos tipos de albuminas, leite, sangue e outras substâncias albuminóides, denominada então, terapêutica estimulante não específica, baseada sobre a noção de que o essencial no processo de proteção do organismo na luta contra a enfermidade é uma modificação do metabolismo, uma ativação do protoplasma da célula.
Entretanto o embasamento teórico da auto-hemoterapia tem origem em Broussais (1772-1838) (a*), segundo o primitivo conceito de irritação e o da teoria da excitação de Virchow (1821-1902) (b*), talvez um dos maiores patologistas de todos os tempos. Quando ficou solidamente fundamentada a ação patogênica das bactérias, a partir das pesquisas de Pasteur (1822-1895) (c*), a figura mais importante e representativa da bacteriologia, começou-se a aprofundar os estudos a respeito das substâncias tóxicas produzidas pelos microrganismos em
geral.
Bem depressa se reconheceu que as PROTEÍNAS de que são formadas as bactérias, podem provocar fenômenos análogos aos desencadeados pelas toxinas. A verificação desse fato foi o ponto de partida para os primeiros ensaios realizados com o fim de provocar uma reação geral do organismo, mediante a introdução parenteral de substâncias não bacterianas.
Os primeiros estudos clínicos desta natureza foram seguramente os de Winternitz (1859-?) (d*) em Praga (e*) e von Krehl (1861-1937) (f*) em Jena (g*), no ano de 1895. Uma das primeiras PROTEÍNAS utilizadas foi o leite de vaca, já esterilizado pelo processo pasteuriano. Graças às necessárias medidas de precaução e de técnica, a injeção parenteral de leite era asséptica.
Como consequência de tal procedimento em animais, na dose de 20 ml., a temperatura do corpo se eleva de 0,9 a 1,60. Nas reinjeções, a reação febril era maior. Observou-se também
que nos animais tuberculosos o aumento de temperatura era maior do que no são. Além disso, era possível observar nitidamente uma reação local do tecido tuberculoso. Dos ensaios promovidos por von Krehl em animais bovinos, surgiu mais tarde a excitoterapia ou PROTEINOTERAPIA. Esta consiste em produzir uma ação inespecífica com injeção de albumina, dando como resultado uma reação aguda de todo organismo.
Segundo August Bier (1861-1949) (h*) a injeção de leite, sangue ou outras PROTEÍNAS, desde que perfeitamente esterilizado, por via intramuscular, produz uma irritação local, que definia como inflamação curativa. A reação geral consiste em febre, com seus fenômenos concomitantes, e numa leucocitose às vezes considerável, traduzindo uma reação da medula óssea. Opera-se assim um aumento das forças defensivas do organismo. (1).
Considerações:
1ª – Atente-se para o fato de que, no texto, aparece o vocábulo PROTEINOTERAPIA, ou seja,
terapia protéica, ou melhor ainda, terapia com proteínas.
2ª – Também no texto surgem as palavras ALBUMINAS, LEITE, SANGUE E ALBUMINÓIDES, denominada então de terapêutica estimulante não específica, ou, em outras palavras, terapêutica estimulante inespecífica.
3ª – Segundo o autor, os primeiros estudos clínicos desta natureza (excitoterapia ou PROTEINOTERAPIA), foram seguramente os de WINTERNITZ em Praga e VON KREHL em
Jena, no ano de 1895.
4ª – Na 1ª parte da 2ª versão, aparecem os nomes de: LUIZ MOURA, CROHN, BROUSSAIS, VIRCHOW, PASTEUR, WINTERNITZ, VON KREHL e AUGUST BIER, totalizando 8 distintas
personalidades. (continua).
(a*) – Broussais – François Joseph Victor Broussais – Médico, cirurgião, patologista e fisiologista francês.
(b*) – Virchow – Rudolf Ludwig Karl Virchow – Médico, anatomista e patologista, antropólogo e político alemão. Foi ele quem, em 1867, descreveu o Sistema Retículo Endotelial (S. R. E.).
(c*) – Pasteur – Louis Pasteur – Cientista e químico francês.
(d*) – Winternitz – (1859-?) –
(e*) – Praga – Capital da Checoslováquia.
(f*) – von Krehl – Albrecht von Ludolf Krehl – Médico, patologista e fisiologista alemão..
(g*) – Jena – É uma cidade da Alemanha, localizada no estado de Turíngia.
(h*) – August Bier – Agosto Karl Gustav Bier – Médico, cirurgião e anestesista alemão.(2).
Aracaju, 12 de janeiro de 2012.
Jorge Martins Cardoso – Médico.
Fontes: (1) – A prática da auto-hemoterapia no Brasil – Saúde & Lazer – Prof. Douglas Carrara – Antropólogo – 27 de janeiro de 2009. (2) – Dra. Internet, Dr. Google e Dra. Wikipédia.


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