HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo de Pensamentos, Sentimentos e Momentos

Primeira BONECA

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NÃO! Eu não serei nem um segundo hipócrita em dizer o quanto estou FELIZ agora! Ainda falta MUITO, muito mesmo, mas sei que um ciclo se fechou e agora começa outro na realização da produção e divulgação. Tais como este só existem 2 exemplares no mundo todo, por isso desde o começo achei que esse seria meu legado à humanidade quando eu me for. A CURA não existe para mim, mas quem sabe minha tataraneta não precise trilhar os mesmos caminhos tortuosos que tive! Tenho em mãos o primeiríssimo protótipo do meu livro, que levei dois anos escrevendo, diga-se de passagem…

São 124 páginas de uma auto biografia retratando a convivência com as enfermidades raras, auto imunes e sem cura, seus aspectos clínicos, físicos, psicológicos, psiquiátricos, consequências e sequelas… Espero em breve poder estar disponibilizando para o público! =) Tinha que dividir esta alegria com vcs! Aliás, devo isto também a ela, Ivy Micheli. Minha gratidão eterna tia! Minha primeira mentora no sentido de me mostrar a responsabilidade de se extrair o BEM de todo o MAL!

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (IX)

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Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

Naquele distante dia de 7 de agosto de 1942, vinha ao mundo, ao planeta terra, uma criança, a quem os pais dariam o nome de Caetano. E, no longínquo dia 18 de junho de 1946, era a vez de dar o ar de sua graça, outra criança, que seria chamada de Maria Bethânia, nome este que fora uma escolha, um pedido, uma sugestão, feita aos pais, por parte do pequeno Caetano, que na época contava com apenas 4 anos de idade. O nome escolhido foi por causa de uma música do cantor Nelson Gonçalves.

Aproximadamente três décadas depois, essas duas crianças se tornariam muito famosas em todo o Brasil, inclusive no exterior. As armas que eles utilizariam para ganhar tal notoriedade foi o talento musical, o inexplicável talento que os músicos possuem, e que a ciência, por mais que procure explicar não consegue. O mundo misterioso e harmonioso da música popular brasileira.

Da mesma forma que a religião, música também não se discute muito. Religião e música, nós livremente escolhemos. Só nós podemos escolher aquela que nos agrada mais. No entanto, gosto musical… Recomendamos aos leitores, a darem uma lida com a devida permissão deste jornal no artigo escrito pela jornalista Cássia Santana, no Jornal do Dia, datado de 27 de janeiro de 2009, página 03, do qual roubamos uma parte:… a cada ano arrasta multidões, num prospecto que nos remete ao passado, com a vivência do presente e semeando o futuro… O título do artigo é Debutantes no Pré-Caju. Já a ciência… Bendita ciência…

Para a história da música popular brasileira, para a história do Brasil, e para a história da humanidade, o nascimento daquelas duas crianças é tão importante que, para se ter um pequeno exemplo, 66 anos depois eles aparecem na revista das celebridades chamada Contigo! (editora Abril, edição nº 1.736, páginas 84 e 85 e edição 1.739, páginas 92 e 93). A cantora saiu de Santo Amaro da Purificação aos 17 anos para substituir Nara Leão, que a indicou para a tarefa em um show no Teatro Opinião, ao lado de João do Vale e Zé Keti, e mantém-se até hoje como uma das principais vozes do Brasil e do mundo. O nome dela é Maria Bethânia Vianna Telles Veloso, mais conhecida como Maria Bethânia (hoje com 62 anos de idade). O nome foi escolhido pelo irmão, inspirado numa canção interpretada por Nelson Gonçalves. O nome do irmão é Caetano Emanuel Viana Telles Veloso, mais conhecido como Caetano Veloso (hoje com 66 anos de idade).

A revista Contigo, de 25 de dezembro de 2008, curiosamente, trás na página 71 a fotografia do Sr. João Doria conversando com Dom Fernando Figueiredo e com o padre Marcelo Rossi (este também cantor). Eis a música e a religião de mãos dadas! Já nas páginas 84 e 85, encontramos: Mulheres relevantes Para comemorar seu aniversário, Contigo faz uma homenagem às mulheres que iluminaram a vida do país. (a revista Contigo fez 45 anos de existência). Aparece então uma série de fotos, com diferentes idades, da compositora e cantora Maria Bethânia. Diz a revista: Maria Bethânia tinha 17 anos quando saiu da Bahia acompanhada pelo irmão que a batizou (Caetano Veloso). Sim, era essa a condição que os pais, seu Zeca e dona Canô (hoje com 101 anos de idade), impuseram para que a garota fosse para o Sul maravilha. Continua a revista: no livro Verdade Tropical, Caetano Veloso conta que foi ela (Maria Bethânia) que o alertou a prestar mais atenção em Roberto Carlos (o cantor) e na jovem guarda. E coube a ele (Caetano Veloso) a escolha do nome Maria Bethânia, retirado da composição do pernambucano Capiba, entoada por Nelson Gonçalves: Maria Bethânia / tu és para mim a senhora do engenho, / em sonhos te vejo, Maria Bethânia, / és tudo que eu tenho. Betânia é também o lugar onde Jesus costumava pregar, próximo a Jerusalém. São oito irmãos ao todo, dois adotados.

A adolescente Bethânia começou a freqüentar com ele (Caetano Veloso) rodas intelectuais, artísticas e musicais. Sua estréia foi na peça Boca de Ouro de Nelson Rodrigues. Ela cantava no escuro e sem acompanhamento a música Na Cadência do Samba (de Ataulfo Alves), antes de os atores entrarem em cena. O culto à voz de Bethânia cresceu entre os artistas e boêmios de Salvador, revela Caetano Veloso em Verdade Tropical. Ligação com o divino esta geminiana tem de sobra. Foi criada no catolicismo, por obra e graça de sua mãe; mas foi apresentada ao candomblé por Vinicius de Morais (o poeta). Maria Bethânia não frequenta eventos, restaurantes.

Prefere o aconchego do lar. Não faltam especulações sobre sua vida amorosa. É, sim, movida a paixão, que derrama sobre todos nós com sua arte. E isso basta. (conclui a reportagem da jornalista Rosângela Espinossi). A reportagem completa encontra-se na revista Contigo, edição nº 1.736, nas páginas 84 e 85.

Já na Contigo, edição nº 1.739, às páginas 92 e 93 encontramos: Dona Canô Salve a rainha de Santo Amaro! Em festa que acontece há mais de 50 anos, a matriarca é coroada e reúne os filhos Caetano e Bethânia. A reportagem é da jornalista Danile Rebouças e as fotos de Lunaé Parracho. Na matéria podemos observar quatro fotos. Numa delas Dona Canô aparece entre os dois filhos famosos: Caetano Veloso e Maria Bethânia. Em outra, Dona Canô e o neto Tom (11 anos de idade) filho mais novo de Caetano Veloso. Um trecho da reportagem: Rodrigo Velloso (73 anos de idade), responsável pela organização da festa, explicou que a idéia do evento começou com uma homenagem ao casamento dos pais, que na época comemoravam bodas de prata.

Eles subiram ao altar na manhã seguinte ao Dia de Reis. Acabou virando tradição. Após o desfile, a família Velloso curtiu o show da cantora Sandra Simões.

Os leitores devem estar se perguntando: e o que eu tenho a ver com a revista Contigo! Meu amigo, não é contigo, é comigo! Mas, pode ser comigo, contigo, consigo, conosco e até convosco. Depende da posição do microscópio óptico. Os leitores mais exigentes podem perguntar: e o que isto tem a ver com a proibida auto-hemoterapia? Ótimo! Pois muito bem! Fiz então uma longa viagem… Como sempre fui forte das finanças, forte de dinheiro e muito forte de dólares principalmente de multidólares – viajei, peguei uma carona na internet… Quem não tem cão caça com gato, dizem.

Acontece que, a não ser que surjam provas em contrário, o médico Dr. Olívio Martins é filho de Santo Amaro da Purificação, que hoje recebe o nome de Santo Amaro, município que faz fronteira entre outros com Feira de Santana, a terra natal do conhecidíssimo radialista Douglas Magalhães. Então, ficamos sabendo que ele (Dr. Olívio), nasceu na mesma terra dos talentosos e famosos cantores, Caetano Veloso e Maria Bethânia. Dr. Olívio Martins é autor de vários trabalhos, entre eles o livro O Poder Curativo do Sangue Menos Remédio e Mais Ciência, cuja 1ª edição remonta à década de 1940.

Em outubro de 2007, o médico sergipano Dr. Cleomenes da Silva Araújo, na época trabalhava no hospital de Santa Luzia, no município de Barra dos Coqueiros (SE). Despertado pelo tema da auto-hemoterapia e movido pela sua habitual curiosidade, localizou o livro do médico baiano, leu atenciosamente e, posteriormente emprestou-me a 9ª edição (de 1969) para que eu pudesse tirar uma cópia. Foi o que eu fiz. Dr. Cleomenes praticamente não fez nenhum comentário sobre o conteúdo, nem me revelou aonde tinha conseguido o livro do médico Olívio Martins. Assim, até hoje, continuo sem saber quem é o misterioso proprietário do proibido livro.

Dr. Cleomenes da Silva Araújo é formado em medicina pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), turma de 1969, coincidentemente o ano da publicação do livro de Dr. Olívio Martins (9ª edição). Apresentamos os colegas de formatura de Dr. Cleomenes da Silva Araújo (formandos de 1969): Dr. Byron Emanoel de Oliveira Ramos, Dr. Geraldo Moreira Melo, Dr. Hélio Araújo Oliveira, Dr. José Mendonça Gonçalves de Oliveira, Dr. Manoel José Leal, Dr. Marcos Aurélio Prado Dias, Dra. Maria Janete Sá Figueiredo, Dra. Marília Souza de Oliveira, Dra. Marinice Martins Ferreira e Dra. Wilma Gonçalves Melo Viana. Foram ao todo 11 formandos. Foi homenageada a Sra. Gilka de Almeida Pinho (secretária).

Tais informações podem ser encontradas na página 35, do livro de autoria do eminente cardiologista sergipano, Dr. Henrique Batista e Silva, Curso de Medicina Memória Fotográfica (1966 2003) impresso na Sercore Artes Gráficas Ltda., edição de 2004, total de 155 páginas. Fico a imaginar a trabalheira que o Dr. Henrique teve para elaborar o referido livro.

Importantíssimo do ponto de vista memorialístico. Nos faz dar uma viagem ao passado. Infelizmente não é uma viagem muito agradável como a de trem, pois, as multinacionais da indústria automobilística ajudaram a destruir as ferrovias brasileiras, da mesma forma que as multinacionais da indústria farmacêutica impediram e continuam a impedir a prática da auto-hemoterapia.

Todavia, ao autor, faço as seguintes sugestões: 1ª o livro merece uma segunda edição. 2ª na nova edição as fotos (ou fotografias) devem ser melhoradas. 3ª a nova edição deve abranger o período de 1966 a 2009. 4ª a nova edição deverá ser vendida por um preço simbólico se for direcionada à classe médica. 5ª – se for também direcionada ao público em geral o preço deverá ser um pouco maior. 6ª – todavia, se a nova edição for vendida a qualquer político do então PFL, multiplicar o preço por 1.000 e, se for vendida a qualquer executivo de multinacional ou banqueiro internacional, multiplicar o preço por 100.000.

O baiano Olívio Martins, antes de ser médico, conseguiu o título de Farmacêutico-Químico, pela Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia em 1923. Durante o ano de 1937, e durante os anos de 1942 e 1943, Dr. Olívio Martins foi Diretor-Médico do Hospital Nossa Senhora das Vitórias (Santo Amaro Bahia). Pelo ano de formatura em Farmácia e Química (1923), é de se supor que o mesmo tenha nascido no início do século passado (século XX). O que devemos adiantar aos leitores é que – consta no livro do médico Olívio Martins – a prática de retirar sangue da veia de uma pessoa, e aplicá-lo logo após, no músculo da mesma pessoa, ele chama a isso de Vacina do Sangue ao invés de hemo-picaretagem.

Continuaremos outro dia. Bom dia!

por Walter Medeiros

Auto-Hemoterapia e os antibióticos – I – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/844686498983603/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – II – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845057435613176/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – III – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845474032238183/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – IV – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845873625531557/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – V – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846255108826742/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VI – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846643988787854/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/847117532073833/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VIII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/847423832043203/

Honra aos Médicos

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— Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

Dia do Médico – 18 de outubro, e chega uma reflexão sobre o trabalho desse profissional que recebe, por instrução, por direito e por lei, o poder de indicar os rumos da saúde dos seus clientes e até tomar decisões que afetam a própria vida das pessoas. Durante as minhas décadas de vida sempre observei questões relacionadas aos médicos, a maioria delas com respeito e admiração; outra parte, porém, com a visão crítica de quem rejeita a incompetência, a má fé e até ações criminosas que decorrem do exercício distorcido da profissão. Mas desta segunda parte não tratarei neste momento.

Minhas experiências com os médicos começaram ainda criança, quando meu pai falava sobre o trabalho em sua repartição, o Departamento Nacional de Endemias Rurais – DNERU, referindo-se ao diretor do órgão, Dr. Joaquim Elói. Psiquiatra que depois tive a honra de conhecer e com ele atuar em favor de dependentes químicos, na Unidade de Tratamento de Adictos – UTAD cuja criação, por volta dos anos noventa, ele liderou no Hospital Onofre Lopes. Um homem ilibado e respeitado na sua categoria e na sociedade, por honrar o jaleco branco que veste.

O segundo médico que conheci foi Dr. Dari Dantas, que também fazia parte daquela casta invejável e saudosa. Tive oportunidade de acompanhar pessoas para receberem seus préstimos e depois acompanhei sua atuação tão qualificada como deputado estadual. Daquele tempo era também o Dr. Ernani Rosado, que fez história pela sua postura humana e qualificação técnica destacada. Tempo em que os médicos ainda achavam que não podiam errar e se responsabilizavam até não poder mais pela vida e saúde dos seus pacientes.

A vida seguia e continuava minha observação do trabalho desses profissionais, muitos dos quais fui passando a conviver com eles. Consequência das minhas condições de saúde, precisei do socorro do urologista Dr. Edson Juvino, que atendia muito bem pelo INAMPS. Depois, por recomendação do amigo jornalista Eugênio Netto, conheci o Dr. José Severiano da Câmara, que me livrou de uma fístula. E o Dr. Pedro Atiê, que me tirou o apêndice poucas horas depois de uma crise inesperada. Ao lado deles, o amigo Dr. Manoel Rocha, anestesista de todas as horas.

Depois vieram a minha ex-vizinha Dra. Graça Morais, cardiologista; o amigo Dr. Francisco Rodrigues, um missionário do nosso tempo, com quem também realizamos trabalhos na área de dependência química; o amigo Dr. Tarcísio Gurgel de Sousa, com quem trabalhamos na Junta Médica do Estado do RN e na Secretaria Estadual de Saúde; o Dr. Ronaldo Dumaresk, que cuida dos meus olhos; a Dra. Graça Bandeira, que cuida do meu coração; a Dra. Diana Dantas, grande batalhadora pela Humanização da Medicina; Dra. Isis Cristina Souto, de relevantes serviços prestados na Junta Médica do Estado; e o Dr. Sebastião Paulino, em nome de quem homenageio os médicos sensíveis do Hospital Walfredo Gurgel. A todos eles homenageio com gratidão e amizade, pela competência, pelo profissionalismo e dedicação que sempre demonstraram ao juramento de Hipócrates.

Reservo ainda um cantinho especial para outros médicos que marcaram a nossa história: Dra. Mary Lane Maia, pediatra dos nossos filhos com uma dedicação extrema. Com ela vivemos momentos importantes de luta pela saúde. Dra. Maria Luiza Tassi, que socorreu nosso filho Breno num momento de alto risco decorrente de um erro médico que poderia levar à morte. Somos eternamente gratos a elas e nunca esquecemos do esforço que fizeram para eliminar a nossa aflição. Da mesma forma que somos gratos ao Dr. João Batista Borges, pelas suas fundamentais orientações, inclusive sobre alcoolismo. E a Dra. Domicina Monteiro, exemplo de dedicação à saúde pública mundial, com trabalho de valor inestimável na Organização Mundial de Saúde, pelas recomendações sobre cuidados com a saúde no exterior.

Além de todos esses médicos respeitáveis, quero homenagear também um profissional de noventa anos, que se dedica à medicina há mais de sessenta e, apesar de perseguido e injustiçado pelo autoritarismo da entidade de classe e dos órgãos de saúde do governo federal, fez nos últimos dez anos mais do que milhões de médicos não conseguiram ou não quiseram fazer pela saúde pública brasileira: o Dr. Luiz Moura, defensor da auto-hemoterapia, uma técnica que pode ser a grande propulsora da melhoria de vida da população do Brasil.

Nesta homenagem a todos esses médicos vem o reconhecimento por todo sacrifício que fazem e fizeram pela vida e pela saúde da sua clientela. Por outro lado, um apelo aos que ainda não conseguiram enxergar a importância dessa missão, para que ajam com a maior humanidade possível. E que desmintam na prática, contrariem nas ações aquela impressão vulgar que se tem de que certos médicos acham que são Deus e outros têm certeza disso. Parabéns aos Médicos com M maiúsculo pelo seu dia, e que esta data seja um momento merecidamente feliz para todos.

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