HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo para alimentação

A HS mudou a minha vida.

Num breve instante, num instante radioso, desses capazes de mudar toda a nossa existência para sempre. E se esse instante for embora, quantos anos são necessários para reconstruir um passado perdido? Quantos anos são necessários para reconstruir um único instante? O bom da vida é sempre poder RECOMEÇAR!

Há um bom tempo não reporto algo sobre mim. Como estou; o que tenho feito da vida sobrevivendo numa corda bamba cheia de incertezas, aprendendo um pouco todo dia a conviver da melhor forma possível sendo portadora da HS e da Ictiose. No início eram 3 doenças ditas sem cura e auto-imunes. Eu possuía alem das duas mencionadas também a psoríase, que com as graças de Deus provou-se também em mim, curável através da auto-hemoterapia após aproximadamente 5 anos de uso. Dizem que a Ictiose também é incurável. Tenho o primeiro e mais simples nível dela, a chamada Ictiose ulgaris. Só me atinge pés, mãos e cotovelos. Ela foi reconhecida pelo Ministério da Saúde em Portaria em 1986. a portaria diz termos direito a assistência pelo SUS, muito embora a maioria dos portadores nunca são bem diagnosticados sempre acreditando que o que lhes acomete é algum tipo de micose ou coisa parecida, mas por certo percebem que algo errado há já que nenhum produto usado soluciona o problema! De qualquer forma, o SUS nunca foi de grande ajuda a uma população igualmente inculta nesse aspecto. Embora eu ainda a possua como enfermidade acredito na cura desta pois que já li testemunhos de pessoas que se curaram também através da auto-hemoterapia. Ainda não atingi esse resultado, mas não perdi as esperanças. A grande vilã da história é justo a HS ou tão pouco conhecida como Hidradenite Supurativa. Esta só acomete 1% da população mundial e de fato não há relatos ou registros de nenhum caso de cura para tal, apenas suposições. Destes 1%, poucos sobrevivem anos a fio, então sejamos gratos por fazer parte de um grupo raríssimo quase em extinção de 1% dos sobreviventes destes 1% afetados por ela.

Vamos retomar falando um pouco da HS, esse tal “bicho papão”! E não seria diferente de um bicho papão já que nós, portadores, só temos paleativos para controlarmos os sintomas dela, uma vez, como já dito eé fato de que não há registros de cura dela em todo o mundo. Ela é congênita, hereditária, autoimune, sem cura e de acordo com os últimos registros cientìficos e acadêmicos encontrados ela se manifesta em 70% dos casos de 4 em 4 gerações, muito embora eu já tenha testemunhado inúmeros casos de pais e filhos a possuirem… Despreendi pelo menos 3 anos de minha vida como cobaia de tudo eliminando suposições até ser realmente diagnósticada pelo Dr. Blackburn em Dallas, no Texas e posteriormente aqui no Brasil pelo Dr. Carlos Nery, meu atual cirurgião, o qual me acompanha pelo menos nos últimos 4 anos de minha vida; bem como meu psiquiatra Dr. Maurício Cajazeiras.

É realista, apesar de penoso, aceitar o fato de que seremos por muitos anos ainda cobaias a fim de que a medicina atual se atente a dar importância (principalmente em investimentos financeiros) a apenas 1% da população mundial acometida por ela. Estamos falando de aproximadamente 2 séculos sem pesquisa e a ausência de qualquer literatura médica e científica devida ou apropriada.

Os abcessos, um dos sintomas mais expressivos desta enfermidade tem por certo, pela minha experiência, a retirada cirúrgica como melhor paleativo em seu auto-controle. Depois da quinquagésima cirurgia parei de contar. Foi quando escutei um dos meus médicos: – Pare de contar. Se você já sabe que ela irá para o túmulo contigo então você sabe que quantos abecessos surgirem, o retiraremos um a um para que você tenha uma melhor qualidade de vida, enquanto vida tiver!

A princípio aquelas palavras me chocaram, depois fui compreendendo, me resignando e com a aceitação, de fato minha mente se expandiu e juntamente com com este crescimento comecei a buscar outras alternativas que aliadas me trariam melhores condições de vida.

Nos conhecemos formalmente há aproximadamente 12 anos já. Tempo suficiente para descobrir o quanto ela é devastadora, cruel, desorientadora, dolorida e impiedosa. Não saberia dizer ainda hoje se os piores efeitos dela são os físicos ou os psicológicos. Esta é uma enfermidade que lhe atinge o corpo e a mente e creiam que metade do conteúdo exposto na web contam casos dela completamente erráticos, incompletos e cheios de falsas informações baseados em mitos conhecidos na parca literatura encontrada e disponível. O meio médico pouco sabe a respeito e ainda tenho a audácia de dizer que um portador tem mais conhecimento de causa que um médico formado. Eles conheceem a teoria (errada) e estão longe de compreender tudo que ela atinge num ser humano, a não ser que você seja um portador e ainda assim a maioria dos portadores se envergonha de contar sem pudores sua verdadeira história o que só dificulta os registros e o histórico desta tal enfermidade. Ou seja, ausência de registros, que se houvesse talvez ela não fosse considerada tão rara assim e seu diagnóstico fosse mais fácil de ser encontrado.

Sabemos que se trata de uma doença auto-imune e que seguramente entre outros fatores mandatórios como hormônios, hereditariedade, ela está diretamente ligada ao nosso estado emocional. Tendo em vista a publicação científica atestando o fato que mudou a história da ciência confirmando que o nosso sistema imunológico está diretamente ligado ao nosso sistema nervoso central, fica implícito que nosso estado emocional que por sua vez também dita mandatoriamente nosso estado imunológico acaba por se tornar um poderoso gatilho para as manifestações do que pensamos e sentimos na matéria. Ou seja, o pensamento toma forma.

Em meu caso em particular, tenho o que poderiamos chamar de “metástase”, apesar de não ser o termo mais adequado na área médica, mas é o mais próximo que tenho para me fazer entender com clareza. Dado o fato de que em mim, ela não se limitou a me atingir em áreas isoladas como costumam relatar em diversos depoimentos encontrados pela web. Dizem ser apenas uma inflamação no folículo piloso e em regiões isoladas onde podese encontrar as glândulas apócrinas. Isso é um mito e eu sou a prova viva disso. Em mim, ela já se manisfestou em todas as regiões do meu corpo, da cabeça aos pés.

Ela é um tanto imprevisível e de fácil transição já seus nódulos ou abcessos se comunicam por baixo da derme através de fístulas formando uma verdadeira rede de comunicação purulenta que dificilmente drena sozinha. Na maioria dos casos deve ser lancetada para promover a retirada. Existem casos a parte, claro, como em toda situação de vida, mas estamos tomando como base o que ocorre na maioria dos casos. Inúmeras situações incertas devido a sua instabilidade e mobilidade ela confunde os prósprios médicos. Em muitos casos as deduções não correspondem aos resultados almejados, planejados e esperados. A título de exemplo, por pelomenos 10 anos faço exames laboratoriais regularmente de 6 em 6 meses além dos neceessários para as operações e até hoje nunca foi detectado qualquer corpo estranho em mim. Pode acontecer? Pode sim, mas muito provavelmente por falta de cuidado com a área afetada ou por for qualquer falta de disciplina ou assepsia. Como sou MUITO cuidadosa nesse aspecto, quase caí de costas quando identifiquei naquele montante de exames que até a minha purulência era estéril, devido a minha ignorância na área de saúde, para mim até então onde havia puz, havia inflamação e por consequência algum microorganismo causador de tal moléstia. Mas quando se trata da HS isso também é um mito.

Sempre stive livre de qualquer tipo de fungos, víris ou bactérias de qualquer espécie. Explicação óbvia do porque nenhuma medicação surtir efeito para amenizar o que quer que seja que me surja. Falar além disso é redundância a meu ver.

Mas então o que tenho feito desde então?
Bem, a princípio tornei-me vegetariana, mudei completamente meus hábitos alimentares; busquei a auto-hemoterapia que já pratico há mais ou menos 10 anos no intuito de aumentar a minha imunidade á que é uma técnica milenar que aumentar o número dos seus macrófagos em pelo menos 4 vezes por um período de no máximo 7 dias, daí a necessidade de disciplina e frequência. Lembrem-se de que a autohemo não é um remédio, um comprimido, um antibiótico ou qualquer substância industrializada que irá lhe curar repentinamente. Ela é uma TÉCNICA que fará com que seu corpo reaja melhor as adversidades que lhe surgirem porque simplesmente irá lhe deixar mais forte e preparada. Ainda me auxilio com o uso do cloreto de magnésio e suplementos vitamínicos e minerais a fim de amenizar as deficiências detectadas comumente na maioria dos portadores, como por exemplo a deficiência de vitamina D3 e da vitamina K. Um adendo importante de ressaltar é que a HS só mostra em indivíduos que possuaam em seu histórico familiares consanguíneos, claro, também portadores de qualquer enfermidade dermatológica. Em meu caso, tirei a sorte grande porque tenho este histórico tanto por parte materna quanto paterna, ou seja, fui a bola da vez! O coquetl molotofe explodiu justo em mim! Alguma razão há de ter!

Ainda faço uso de suplementos alimentares como o ômega 3, do cártamo, do óleo de côco e do magnésio dimalato. Minhas aplicações de auto-hemo atualmente é de 20 ml uma vez por semana. Entretanto em períodos de pre e pós operatório reduzo o tempo das aplicações para de 5 em 5 dias os memos 20 ml e uso em cada compriido, manipulado, é claro de 50 mil UI da vitamina D3 e 1 mil UI da vitaminha K. estes não são níveis normais para não enfermos, que isso fique bem claro. Não usem meu relato como receita porque cada caso é um caso. E não se sabe ao certo como cada metabolismo irá reagir a este conjunto de medidas simultâneas. Podem me chamar de louca que talvez não seja tão mentiroso assim, mas para quem não tem nada a perder, costumo dizer que o desconhecido é o campo aberto de todas as possibilidades!

Agora a parte mais difícil de lidar e relatar. A mente!
Os sintomas físicos e as experiências dolorosas causadas por ela por certo criam um caminho obscuro de síndromes e traumas muito bem justificáveis a qualquer ser humano normal. A princípio você passa pela vergonha, desconfortos diversos, se sente anti social, então como consequência vem a depressão, síndrome do pânico, síndrome do isolamento e combater a DOR torna-se seu maior objetivo, senão vital!
Muitos não resistem e perdem a sua sanidade mental quase que comumente. Esta é uma doença bastante traiçoeira! É desta forma que se explica seu alto índice de mortalidade, dado o crédito e méritos ao suicídio; porque se depender dela, você não morrerá dela tão cedo, mas ela irá lhe torturar infinitamente inúmeras vezes enquanto você respirar… E irá para o túmulo contigo.
Perdi meu trabalho, meu casamento, minha família, minha vida social. quase tornei-me um vegetal consciente e por fim depois de muita luta consegui me aposentar por invalidez. Não havia como me sustentar após ter perdido o emprego, diga-se de passagem, mais de 19 anos CLT com todas as minhas contribuições previdenciárias em dia. Creio que este tenha sido também um grande desafio. Ela me tirou de ffoco numa ds fases mais produtivas da minha profissão que não tenho mais capacidade de exercer. A gente também morre de tristeza sabiam?

Então fica claro que é necessário um acompanhamento psiquiátrico sim senhor, não somente o clínico. Ridículo seria negligenciar o poder que ela exerce sobre você. Vivo num duelo constante com a famosa “Doença Invisível”. Atualmente, pessoas que não conhecem a minha história nem veem minhas cicatrizes são incapazes de me julgarem enferma a este nível. Por esta razão a apelidei de “doença invisível”. Mas de fato,nos últimos 4 anos pelo menos, com esse conjunto de medidas preventivas consegui reduzir o surgimento dos abcessos espalhados pelo corpo de 30 para 5.
Mas como diria um amigo meu: – Não se fa um omelete sem quebrar os ovos!
Explicando melhor, para tato foi necessário extirpar muitos fragmentos, digo, pedaços do meu corpo e além de muita medicação psiquiátrica me enveredei na meditação e na ioga em tudo mais que fizesse com que eu me sentisse um pouquinho melhor comigo mesma.

Em momentos coo este acrença em algo Maior é fundamental. Para mim, Deus é o meu Rochedo de Gibraltar ou costuma ser conhecido coo a Coluna de Hércules. Eu nada seria sem a Fé inabalável que tenho nos desígnios divinos. Não sou nenhuma santa, em nunca serei canonizada e sou cheia de imperfeições. Mas um dia escutei de minha mãe ditado bem popular mas ao qual jamais teria dado tanta importância se ela não tivesse se reportado amim daquela maneira. Ela disse: – Filha, você é uma guerreira e Deus só envia seus maiores desafios aos seus melhores soldados. Mas lembrese quele não escolhe os preparados, Ele prepara os Escolhidos. Abrace sua causa e sirva-O com resignação sendo grata a todo instante pela oportunidade do conhecimento porque com certeza existe um propósito maior para tudo nessa existência.

Arrisquese, viva e verá! Infelizmente muitos de nós e me incluo nesta lista, ainda somos muito humanos, muito mundanos, medrosos, incrédulos e fraquejamos infinitas vezes… E justo devido a esta tênue imperfeição é comum se estivessemos presos num orobôs: o corpo influencia a mente e esta retorna ao corpo o sentimento emanado. Não se trata de qualquer lei religiosa, mas sim da lei da vida, da lei da ação e reação, se assim preferir…
Estou longe de ser o exemplo de CURA, mas espero com sinceridade que meu testemunho seja uma fagulha de esperança de melhores dias àqueles que ainda persistem como eu em lutar.
Uma guerra é feita de muitas batalhas e a melhor forma de ter uma chance de vencê-la é se conhecendo, desvendando suas fraquezas, conhecendo os seus limites, se é que eles existem e conhecendo o seu “oponente”. Isso significa que quanto mais preparados estivermos melhores são as nossas chances de chegarmos próximos a uma vida quase que normal, mas por certo você jamais será a mesma pessoa.

Até lá, não desistam. Sempre acreditei que háuma passagem secreta em todo calabouço!
Força, Fé, Paz, Coragem e Amor!
É o que desejo a todos os meus companheiros de viajem. Boa sorte com suas batalhas e fiquem com Deus!
Precisando, estarei bem aqui lutando enquanto Deus me permitir…
Que o bom e misericordioso Pai os acompanhe sempre. Amém!

O que destrói e enfraquece o sistema imunológico?

Sistema-Inmunologico-SRI-VIH-SIDA-500x590-500x590

 

Muitas das refeições que formam parte da nossa dieta diária podem causar uma depressão do sistema de defesa.
Se o sistema imunológico estiver desequilibrado nós podemos adoecer ou nos sentirmos mal. Mas, você sabe o que destrói e enfraquece o sistema imunológico? Saiba neste artigo e comece a prestar mais atenção ao que está piorando as suas defesas.

Também chamado sistema de defesas ou sistema imunológico, é a barreira natural que o corpo tem para preservar a vida, quer dizer, evitar que algo ruim aconteça. Poderíamos imaginar a um grupo de guardas na porta de uma discoteca permitindo ou negando o ingresso de certas pessoas segundo suas características. Sem o sistema imunológico não poderíamos viver, devido a que todos os agentes tóxicos, vírus, bactérias e fungos entrariam sem problemas ao corpo.

Outra das responsabilidades do sistema imunológico é impedir que as doenças proliferem se é que podem superar a barreira inicial. Assim é como ele nos defende das infecções, neutralizando e eliminando os micro-organismos daninhos.

O que acontece se o nosso sistema imunológico não é eficaz?
Com certeza você pode imaginar essa resposta. Teremos mais possibilidades de ficar doentes e de nos infectarmos. É o caso dos pacientes com o HIV, por exemplo. Eles têm o seu sistema imunológico muito fraco (já que a doença elimina as defesas) e é por essa razão que um simples resfriado pode até causar a morte. Sem chegar a essa situação tão terrível, devemos saber que um sistema deprimido (quer dizer, desequilibrado) não tem a capacidade de nos cuidar e proteger como deve ser.

Quando o sistema de defesas do corpo não funciona corretamente não somos resistentes aos micro-organismos que nos danificam. Isso provoca muitas consequências negativas, como podem ser doenças crônicas ou prolongadas, reincidência de certas patologias ou problemas de cicatrização. Não só podemos sofrer de gripes, resfriados ou catarros, mas também as doenças podem se agravar e causar infecções urinárias, renais ou hepáticas, artrose, vírus do papiloma humano (HPV), artrite, problemas na pele, onicomicose, etc.
O que reduz o nosso sistema imunológico?
Poderíamos englobar as causas de um sistema imunológico fraco em três grandes grupos: alimentação, emoções e atividades.

Alimentação
“Somos o que comemos” é uma frase muito comum. Neste caso a poderíamos interpretar como “adoecemos segundo o que consumimos”. Muitas comidas presentes em nossa dieta diária podem causar uma depressão no sistema de defesas. Estes são:

Farinhas refinadas (brancas).
Cereais processados e açucarados.
Leite de vaca.
Aditivos, conservantes e corantes.
Açúcar branco.
Refrigerantes.
Doces.
Enlatados, bolos e todo tipo de alimentos que já vêm preparados, em pó, congelados, etc.
Se você ficar doente com frequência, possivelmente você esteja consumindo muitos “alimentos” dessa lista.

Emoções
Sobretudo o estresse, mas também a ansiedade e o nervosismo. Todas essas emoções, que em uma quantidade elevada são prejudiciais, reduzem a capacidade das defesas para nos cuidar e nos proteger dos “males”. É por isso que quando estamos muito cansados, carregados de trabalho e obrigações, ansiosos ou nervosos é mais provável ficarmos doentes.

Também relacionado com o grupo anterior, foi comprovado que o corpo “pede” certos tipos de comidas quando está desequilibrado, e justamente são os que pior nos fazem. Quer dizer, quando estamos deprimidos não queremos um suco de laranja, mas sim vamos querer um pacote de batatas fritas. O estresse desgasta o sistema imunológico e, portanto, você deve tentar ficar mais tranquilo. Pense que todos nós temos problemas, o que nos diferencia é a maneira com que nos enfrentamos a eles.

Atividades
O sedentarismo está intimamente relacionado com as doenças de todo tipo. E não só nos referimos ao excesso de peso ou ao colesterol, mas também a outras patologias mais graves. Portanto, se você estiver todo o dia sentado no escritório ou não faz exercício pelo menos duas vezes à semana, comece a estabelecer atividades para “mover o esqueleto” duas horas por semana. Não é muito e os benefícios são enormes! Se não quiser ir a uma academia ou ao parque, não importa, pelo menos dance em casa. Compre uma bicicleta fixa (e use-a, que ela não termine como um guarda-roupa), suba pelas escadas em lugar de usar elevador, caminhe para o trabalho ou para fazer as compras, etc.

Como aumentar as defensas de maneira natural?
Podemos reforçar o sistema imune se mantivermos hábitos saudáveis, como talvez já tenha percebido. Alguns conselhos que podem ajudar a melhorar este aspecto:

Comer mais saudável
Frutas, vegetais, farinhas integrais, frutas secas e legumes não podem faltar na sua dieta diária. Também não se esqueça de beber, pelo menos, dois litros de água. Comece a fazer uma compra mais consciente e encha a sua geladeira e despensa com comida natural: assim você não vai se tentar.

Dormir bem
Outra das maneiras de aumentar as defesas é com um bom descanso. Não existe uma quantidade de horas padrão, porque tudo depende de cada pessoa, embora a média seja de 7 horas (podem ser 6 ou 8). Dormir ajuda a recuperar as energias gastas durante o dia e a que seu sistema imunológico esteja mais forte.

Aproveitar a luz natural
Se você trabalha em um escritório no centro da cidade, saia durante a hora do almoço para uma praça próxima, onde possa aproveitar a luz do sol. Coloque-se o mais perto possível de uma janela grande e abra as cortinas. Não use a luz artificial até ficar escuro.

Viver com otimismo

A risada é uma grande terapia. Está recomendada em pacientes com doenças terminais ou crônicas para obter uma melhor qualidade de vida. O bom humor combate todo o mal, afasta a depressão, o estresse, o nervosismo, a ansiedade, etc.

fonte:
http://melhorcomsaude.com/o-que-destroi-e-enfraquece-o-sistema-imunologico/

Presídios Naturalistas: O MOTIM SILENCIOSO

Uma das grandes mudanças que experimentei juntamente com a auto-hemoterapia e toda a mudança de hábitos foi aderir à dieta macrobiótica. Primeiro tornando-me vegetariana, abolindo a carne vermelha e aos poucos eliminando do cardápio qualquer ingrediente que não fosse natural. Ainda não posso dizer que estou 100% macrobiótica porque ainda consumo alguns alimentos dos quais AINDA sou viciada… Café, por exemplo, ainda me é uma verdadeira tortura também porque AINDA não consegui abandonar o vício do cigarro. Bem, cada dia uma nova batalha que faz parte de uma grande guerra santa comigo mesma.

Mas de fato, o conjunto de todas essas variáveis agregadas foi o que tornou possível a sensível, visível e irrefutável melhora em minha saúde. Não se trata da CURA, mas por certo que me foi devolvido a condição de voltar a ter uma vida social, uma vez que quase todos os sintomas das minhas enfermidades (tanto da HS quanto da Ictiose) tornaram-se administráveis. Sou capaz de dizer que “ressuscitei” das cinzas.

Em meio a minhas tantas leituras e pesquisas acho interessante a reportagem feita por Marco Antônio de Lacerda (de São Francisco, EUA) sobre a influência da alimentação sobre a saúde física e mental, justamente por se tratar da mesma linha a qual me adéquo atualmente. Para mim, mais uma prova contundente da veracidade do que venho experimentando. Afinal, não sou a única a reportar os milagres promovidos por estas adequações de hábitos.

Hoje, já não uso qualquer medicação. Aboli todos os comprimidos. Minha pressão normalizou em 12 por 8 constantemente sem oscilações, perdi bastante peso, ganhei muita vitalidade, desconheço a palavra “purulência ou abscessos” já por meses, ando descalça sem problemas, recuperei a capacidade de me locomover e de me exercitar como há muito tempo não podia… Meu corpo tem se regenerado mais rápido e mais forte… Já me esqueci até como é estar gripada ou ter uma espinha… Abaixo reporto a matéria que comentei.

Dieta Alimentar Recupera a Nata do Crime nos Estados Unidos

Os mais perigosos presidiários dos Estados Unidos – alguns condenados à perpétua – fornecem ao chamado e caótico “mundo moderno” a mais fascinante experiência já vivida a partir da dieta alimentar macrobiótica naturalista.

Quinta-Feira é dia de conferência na prisão de Alameda, pequena cidade no litoral da Califórnia, a poucos quilômetros de São Francisco. O tema é Ecologia e o conferencista, Marc Hanner, um dos presidiários, é um homem condenado a passar o resto da vida na cadeia por ter matado o pai e mais sete pessoas numa única chacina. “A Ecologia começa dentro de nós mesmos”, diz Marc com voz calma e pausada para uma platéia onde estão reunidos alguns dos homens mais perigosos dos Estados Unidos. Senão vejamos: Anthony Bassin, 33 anos, condenado a 12 anos de detenção por assalto a mão armada e assassinato; Arthuro Flores, 44 anos, o resto da vida na cadeia por ter degolado a mãe por razões ignoradas. John Burnie, 26 anos, 12 anos de reclusão por roubar 500 mil dólares da General Electric, onde trabalhava até o ano passado. E outros crimes menores, porém sempre revestidos de violência ímpar, que garantiam aos seus autores um lugar de honra na mais famosa prisão da Califórnia.

Ex-Rei da cocaína lançará livro sobre Justiça e Gratidão.

“A loucura do mundo em que vivemos começa pela falta de equilíbrio ecológico interno nas pessoas”, prossegue Hanner em sua palestra. “Há muito mais gente no mundo morrendo por causa de alimentação desequilibrada do que por falta de alimento”, afirma ele. Marc Hanner, assim como a maioria dos presidiários de Alameda, está em busca desse equilíbrio ecológico interior. Aos 58 anos, ele já passou a maior parte de sua vida na prisão. Marc tem câncer no intestino grosso e, em maio do ano passado, os médicos disseram que ele só teria mais um mês de vida. Ao saber do diagnóstico, Hanner decidiu abandonar o tratamento por quimioterapia a que estava sendo submetido, e aderiu à dieta naturalista seguida por outros prisioneiros de Alameda.

Os resultados conseguidos por ele surpreendem médicos, diretores de prisão e até os próprios companheiros de cadeia que o ajudam a seguir a dieta. Basicamente, o que Marc fez foi eliminar carne, laticínios, e açúcar da sua alimentação, substituindo-os por vegetais frescos, frutas e cereais integrais. Além de comer o máximo de cenoura que consegue, Marc toma todos os dias pela manhã, um copo de chá de aspargo moído (uma pesquisa recente constatou que o aspargo contém um poderoso agente anticancerígeno). Três meses depois de iniciado a nova dieta, o tumor maligno no intestino de Marc, antes do tamanho de um ovo, reduziu-se para o tamanho de um grão de pimenta-do-reino.

Marc Hanner é o resultado mais eloqüente de uma nova experiência que vem sendo realizada em algumas prisões da Califórnia. Tudo começou na penitenciária de Alameda, para onde são enviados os detentos mais perigosos dos Estados Unidos desde que Alcatraz foi fechada por decisão do governo. No começo, um pequeno grupo de prisioneiros pediu autorização para cozinhar a sua própria alimentação natural. As mudanças ocorridas na vida e no comportamento desses detentos, por causa da dieta, foram tão visíveis, que inspiraram outros presidiários a seguirem o exemplo. Hoje, dos 800 presos de Alameda, 500 seguem uma alimentação naturista baseada no equilíbrio yin-yang. Além da alimentação equilibrada, eles fazem exercícios físicos pela manhã, ioga e meditação.

“No passado essa idéia provavelmente me parecia ridícula”, diz Lewis Whale, 28 anos, ex-chefe de uma quadrilha de traficantes de cocaína da Colômbia para os Estados Unidos, condenado a 10 anos de detenção. No passado a vida de Lewis seguia um ritmo muito frenético para que sobrasse tempo para ele mastigar 80 vezes os alimentos – como prescreve a macrobiótica. “Agora, um senso de justiça e gratidão me compele até a escrever um livro a respeito dessa dieta que regenerou a minha vida”, diz ele. “Eu me transformei, e quando um homem se transforma a sua visão se amplia e aprofunda.” O sonho de Lewis é que seu livro, caso venha mesmo a terminá-lo, sirva de inspiração aos presos de todo o mundo. “Em qualquer cadeia que se vá, os prisioneiros estão em péssimo estado de saúde física e mental”, diz ele. “Os crimes que eles cometeram em geral tiveram origem, não na coragem e na força, mas no medo, no desespero, na fraqueza.”

A modificação radical no comportamento dos presos de Alameda logo teve repercussão nacional nos Estados Unidos e o American Institute of Biosocial Research resolveu dar um passo adiante: com o apoio da Comissão do Crime e Prevenção da Violência, estendeu a experiência a dez outras penitenciárias do país. “Estamos convencidos de que a violência e o crime estão diretamente ligados à alimentação”, diz Edward Cohen, um dos responsáveis pelo programa. O sucesso alcançado em Alameda tem levado juízes, advogados e burocratas do sistema penitenciário os Estados Unidos a admitirem a existência de uma “correlação entre alimentação e comportamento” e a apoiarem a tese de que uma dieta adequada pode ser o primeiro passo para a reabilitação dos presidiários.

A comovente visita de Kushi, o guru da macrobiótica

Uma pesquisa feita pelo American Institute of Biosocial Research demonstra o sucesso da experiência macrobiótico-vegetariana nas cadeias dos EUA. O ponto considerado mais importante é o aspecto médico da experiência. Desde que mudaram de dieta, a saúde dos presos melhorou bastante, a ponto da procura da clínica da prisão ter caído para a metade nos últimos três anos. “A nova alimentação parece tornar os presidiários mais resistentes a doenças”, diz Edward Cohen. “Além disso, eles agora desfrutam de maior equilíbrio psicológico e emocional, o que criou uma nova atmosfera dentro da cadeia. Não é preciso ser detetive para perceber a enorme diferença entre Alameda e uma prisão comum. Aqui não existe o clima de histeria e violência próprio da maioria das cadeias. Em vez disso há mais harmonia e delicadeza entre os detentos”, observa Cohen.

No mês passado, os prisioneiros da Alameda tiveram uma grata surpresa, uma visita que eles vinham esperando há muitos anos: Michio Kushi, o guru de todos os macrobióticos do mundo. Kushi tinha intenção de ficar apenas dez minutos na prisão, mas acabou cancelando todos os compromissos para passar o dia com os detentos, só deixando a cadeia quando o horário de visitas foi encerrado. O que mais o impressionou “foram as desafiadoras perguntas feitas pelos prisioneiros, sempre revestidas de forte conteúdo espiritual e filosófico”.

A rebelião da boa alimentação

Para Michio Kushi, prisioneiros em geral são bem mais saudáveis que pessoas comuns. “Eles têm excesso de vitalidade, em vez de falta. A maioria é dotada de grande espírito de aventura e inventividade e sempre expressa idéias positivas e criativas”, diz Kushi. “Mesmo tendo cometido atos de violência, o prisioneiro é um homem moralmente superior ao cidadão comum, principalmente se o compararmos com governantes e homens de negócios que administram o mundo.”

“As prisões deviam ser lugares de educação, nunca de punição”, afirma Michio Kushi. “Os promotores de justiça deviam mudar de função e passar a desempenhar o papel de guias, e os juízes deviam tornar-se filósofos e educadores. Só assim, segundo ele, os encarcerados teriam estímulo suficiente para descobrir novos horizontes para suas vidas. “Minha experiência em Alameda”, diz Kushi, “mostrou que os prisioneiros necessitam de inspiração para desenvolverem uma nova compreensão da cosmologia de suas próprias vidas”.

Hanner, ex-colega de prisão de Al Capone: só brandura

Para o mais importante filósofo da macrobiótica (considerada por muitos como um estilo de vida que visa à felicidade física e espiritual) a dieta que os detentos de Alameda fazem hoje é recomendável para a maioria dos americanos. Isto, no mínimo, atrairia os interessados em evitar as enormes contas hospitalares resultantes das doenças degenerativas e do câncer que assolam os Estados Unidos. Essas doenças, lembram Kushi, são causadas principalmente pelo alto consumo de produtos de origem animal entre os americanos. “Ainda é possível prover o mundo com a serenidade e a beleza que fui encontrar justamente entre marginais. Isso pode ser alcançado através de uma dieta equilibrada. As religiões perderam a sua autoridade porque negligenciaram, por ignorância, em manter e ensinar suas tradições dietéticas”, afirma Michio Kushi.

O que torna a experiência de Alameda ainda mais notável, segundo Edward Cohen, “é o fato de aqui estarem detidos alguns dos homens mais perigosos dos Estados Unidos”. Marc Hanner, por exemplo, foi colega de prisão, de Al Capone, na famosa cadeia na ilha de Alcatraz. Aos 9 anos, Marc foi abandonado pelo pai, um milionário do Texas “que nunca me deu um centavo nem para pagar os estudos”. Marc alimentou ódio e desprezo pelo pai milionário durante toda a vida. Aos 30 anos, na véspera de casar-se, resolveu dar-lhe a última chance de se redimir, pedindo um empréstimo para comprar uma casa na Flórida, onde pensava em viver com a futura esposa. A resposta, segundo Marc, foi a mesma de sempre: não. Mas, naquele dia ele estava bêbado o suficiente “para não tolerar mais uma insolência”. Disparou um, dois, três tiros contra o pai. Não satisfeito, voltou o rifre contra os funcionários da empresa e passou bala em quantos viu pela frente. Resultado: 8 mortos e prisão perpétua para Marc Hanner.

Enquanto Marc conversa em sua cela com um grupo de jovens jornalistas que visitam Alameda, outros presidiários aproximam-se e põem-se a ouvir suas declarações à imprensa. Um deles traz uma bandeja de doces macrobióticos feitos na hora, à base de mel e farinha integral. Outro passa uma bandeja de suco de maça natural. “Tudo feito aqui na prisão, por nós mesmos, sem produtos químicos”, diz orgulhosamente Jeff, 25 anos, condenado a 40 anos de reclusão por ter violentado e quase matado uma menina de 13 anos em San Francisco. Até agora Jeff cumpriu apenas os dois primeiros anos de sua pena, mas parece olhar com tranqüilidade para um futuro em que estará sempre atrás das grades. “Nada melhor do que um lugar pequeno como a minha cela para acalmar o coração e a mente e para desencadear uma verdadeira mudança interior”, diz ele com firmeza, enchendo de espanto os presentes.

“A uma certa altura da entrevista, os repórteres encontravam-se numa cela de prisão, rodeados por um grupo de marginais perigosos em cujos currículos constam os mais bárbaros crimes que se poderia imaginar. Não havia policiais nem qualquer dispositivo de segurança para proteger os visitantes. Curiosamente, tampouco havia qualquer sinal de suspeita ou receio entre os jornalistas. Os presidiários de Alameda parecem um grupo de homens inofensivos, incapazes de qualquer ato de violência. Era difícil acreditar em seus currículos passados. “A vida mudou completamente nesta prisão”, diz Marc Hanner, o que tem mais tempo de casa.

Um dos deflagradores da mudança em Alameda foi Denis Hoffman, 35 anos, cujo nome seus companheiros mencionam com um ar de respeito. Denis é o cozinheiro-chefe da prisão. Foi ele quem ensinou a todos os benefícios de uma dieta baseada no princípio yin-yang. “Quando yin e yang se encontram, em qualquer lugar deste mundo, produzem um brilho que ilumina o espírito. Da união dos dois nasce o verdadeiro milagre da vida”, diz Denis.

A rebelião da boa alimentação

Nas horas vagas, Denis cuida do jardim de Alameda, ao qual acaba de adicionar um novo carvalho. Demorou muitos anos para que as árvores ficassem bonitas e frondosas como se encontram hoje, enfeitando o jardim dos condenados. Foi o Denis quem as plantou logo que chegou à cadeia, há 15 anos. Um dia ele certamente verá, copado e forte, o novo carvalho que acaba de semear. Afinal, é ali, junto de suas árvores e de seus companheiros macrobióticos, que Denis vai passar o resto da vida.

Tudo começou com as cinco punhaladas no “Verão do Amor”

Enquanto trabalhava, ele conta a trajetória que o levou à prisão perpétua. Tudo começou no “Verão do Amor” em San Francisco, no final dos anos 60. Foi nessa época que surgiram os hippies, uma nova contracultura que teria influência marcante em todo o mundo. Denis, na época aos 20 anos, era um dos muitos a engrossar a caravana de jovens que abandonaram lares e escolas em busca de um novo sentido para suas vidas.

Foi nas ruas de San Francisco que Denis ouviu, de gurus orientais, as primeiras lições de ioga e culinária macrobiótica. Todos os dias, às 4 da tarde, no Golden Gate Park, era servida uma refeição macrobiótica, de graça, para os hippies. Denis era um dos cozinheiros. A comida oferecida naqueles dias era basicamente a mesma que comem hoje os presidiários da Alameda: arroz integral, soja, vegetais cozidos, salada, pão integral e frutas da estação.

A última ceia realizada no parque, porém, transformou-se num espetáculo de violência. A polícia chegou e começou a recolher as panelas contendo a refeição do dia, sob a alegação de que os hippies não tinham autorização para fazer a celebração ao ar livre. Indignado, Denis avançou contra os policiais, tentando tomar de volta as panelas, mas acabou envolvendo-se numa briga corpo-a-corpo com um deles. Quando finalmente o guarda o derrubou no chão, Denis olhou ao seu redor e percebeu que toda a comida tinha sido confiscada. Não hesitou: pegou a faca que trazia no bolso, a mesma que usara para preparar a ceia dos hippies, e avançou contra o guarda. Cinco punhaladas. E o policial caiu morto no gramado do parque.

Quando se está condenado a passar o resto da vida atrás das grades, o melhor a fazer é adaptar-se à realidade da prisão. Denis Hoffman, assim como a maioria dos detentos de Alameda, parecem ter feito da cadeia o seu mundo, como se a vida lá fora já não valesse a pena. “De alguma maneira, todos os seres humanos vivem encarcerados”, comenta Denis, “alguns em corpos doentes ou decrépitos, outros em casamentos ou situações familiares infelizes, outros em escritórios, repartições, fazendo trabalho sem significação”, conclui.

Não existe entre os encarcerados de Alameda o menor vestígio de desespero em relação à longa duração de suas sentenças, da mesma forma como não existe neles qualquer intenção de dar uma justificativa moral para os atos de violência que cometeram no passado. No momento, eles parecem despertar de um pesadelo e a alimentação equilibrada tem papel fundamental na nova vida que escolheram.

Na cozinha dessa prisão incomum, Denis Hoffman e mais dois ajudantes criam diariamente a comida que vem revolucionando o sistema penitenciário americano e ensinando aos prisioneiros um novo sentido para a palavra liberdade. A cozinha tornou-se de repente o coração de Alameda, de onde parece emanar uma nova luz para todos. Penduradas na parede, muito limpas e coloridas, as panelas parecem esperar a hora de servir mais um banquete mágico. Facas bem amoladas, colheres de pau, uma grande mesa de amassar pão. E, a um canto, escrito à mão num pequeno quadro, um lembrete de Denis Hoffman a todos os que participam dos rituais culinários da cadeia: – “Amor não é apenas o ingrediente mais importante. É o único ingrediente que realmente importa.”

%d blogueiros gostam disto: