HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo para ANVISA

“PROIBIÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA É AGRESSÃO À ARTE DE CURAR”

auto-hemo-rosa

Um médico estudioso e sem preconceitos fez uma leitura de todo material disponibilizado no site http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm desde que o FANTÁSTICO abordou o assunto auto-hemoterapia, em abril de 2007. Sua conclusão foi surpreendente. Ele percebeu e afirma que “a ‘arte’ de curar que caracteriza a medicina estava fortemente agredida.”. E acrescenta: “Não vi nenhum paciente queixoso da referida técnica; pelo contrário, diversos relatos não contestados de benefícios”. Ainda segundo o médico, “O que foi argumentado para diminuir a importância da técnica foi um efeito placebo sugerido, mas não comprovado. E se comprovado… que mal há? Não trouxe o bem? Inclusive o próprio placebo tem a sua aplicação em Medicina.”.

O médico a quem me refiro é o Dr. Francisco das Chagas Rodrigues, psiquiatra do Rio Grande do Norte, que fez uma avaliação completa do assunto e relata: “O que achei mais interessante é que existem muitos pacientes em todo o Brasil que utilizam a técnica e que os Conselhos de cada estado poderiam ter solicitado o testemunho dessas pessoas.”. “Ora, – observa – se é para a população que os Conselhos prestam serviço na fiscalização dos atos médicos, parece que a grande testemunha foi deixada de fora.”

Dr. Rodrigues continua afirmando que “Outra observação que podemos fazer nesse caso é que a grande arma usada para atacar a técnica é que ela não é científica e que, se imagina, os pareceristas são cientistas cujo poder de discriminação, de investigação, de julgamento, está acima de qualquer tipo de preconceito, como defende a Ciência.”. E enfatiza: “Não é verdade, são pessoas humanas, cada uma com seus defeitos e preconceitos. Um deles é que a Medicina deve ser uma atividade científica. Não é! Todos os grandes médicos reconhecem que a essência da Medicina é a ARTE de curar, de cuidar.”

Aquele médico potiguar vai além e explica que “A Ciência é uma importante aliada para exercermos essa arte, mas não pode dar todas as respostas, pois ela é simplesmente um foco de luz nas imensas trevas de nossa ignorância.”. Observa mais: “Veja só o caso da espiritualidade. Todos sabemos do grande poder terapêutico que a fé traz para os pacientes e no entanto a ciência não consegue até hoje e talvez nunca em penetrar nesse campo transcendental. Possivelmente a mecânica quântica seja de grande utilidade para dar uma nova vestimenta e um maior alcance à Ciência, de mudar paradigmas.”

Lembra que na sua área, a Psiquiatria, existe um importante recurso terapêutico, a Eletroconvulsoterapia (ECT), “que consegue salvar vidas quando nenhuma outra técnica é capaz de solucionar o problema e até hoje a Ciência não esclareceu como é que ela faz isso acontecer.” Por falar nisso, diz ser “bom lembrar que em nosso estado (o Rio Grande do Norte) e em muitas comunidades pelo Brasil afora não dispomos dessa técnica por simples preconceitos de uns e ignorância de muitos. Enquanto isso os pacientes vão morrendo por falta desse recurso, como já vi acontecer aqui em Natal, inclusive com uma colega médica.”

Voltando à auto-hemoterapia, garante que “pelo que li a técnica traz inúmeros benefícios. Agindo profissionalmente na perspectiva do custo/benefício, eu não teria nenhuma dúvida em aplicar a técnica em um paciente devidamente esclarecido e que tivesse indicação terapêutica.” . Finalizando, o médico revela emocionado sentir um grande peso dentro do seu coração. Há três anos sua mãe faleceu vitimada por um câncer cerebral. Fez cirurgia, radioterapia, quimioterapia e nada a resgatou do abraço da morte. Lembra que ficou impotente ao seu lado até o último minuto. E anuncia: “Caso tivesse a informação que tenho hoje, estaria usando a auto-hemoterapia para despertar nela as suas defesas e certamente não iria me sentir tão impotente.”

por Walter Medeiros
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Para liberar alimentos em 2014, governo fiscalizou duas bananas

banana

 

por Walter Medeiros

A Folha de S. Paulo deste domingo veicula matéria denunciando que “Sem controle, alimentos circulam no país com agrotóxico irregular”. Segundo a reportagem, “É quase certo que a fruta, o legume e a verdura que chegam atualmente à sua mesa não tenham passado por nenhum controle rígido dos níveis de agrotóxicos”. Para ter uma ideia do descaso governamental, a a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais), em São Paulo, que é o maior armazém comercial da América Latina, por onde passam cerca de 30% de toda a produção nacional de alimentos atualmente, durante todo o ano de 2014, segundo documento do Ministério da Agricultura, só duas amostras de bananas foram coletadas ali para monitoramento.

É assim que é tratada a saúde dos brasileiros, pois a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por analisar se a quantidade de agrotóxico presente no alimento é tóxico para o organismo humano. Segundo a Folha, resta aos cidadãos tomar providências como Lavar os alimentos em abundância e retirar a casca; usar vinagre ou desinfetante específico para alimentos a fim de matar os micro-organismos; bem como – A melhor saída – procurar conhecer a procedência dos alimentos e, se possível, comprar produtos orgânicos.

Pois é esta mesma Anvisa que age de forma estapafúrdia com relação ao uso da auto-hemoterapia no Brasil, proibindo a sua prática nos serviços de saúde. Em nota completamente contestável, a proibição do uso desta técnica aconteceu em março de 2007, como se houvessem bases para duvidar do tratamento que há quase duzentos anos vem tratando e curando doenças sem efeitos colaterais. Pois para surpresa geral, depois de proibir o uso da técnica, a mesma Anvisa resolveu fazer consulta sobre o assunto ao Conselho Federal de Medicina – CFM. Este, por sua vez, emitiu meses depois, em dezembro de 2007, um parecer tendencioso e incompleto, para proibir o seu uso pelos médicos. E assim a população brasileira e os profissionais de saúde, em particular, estão esse tempo todo à mercê de um órgão que comprovadamente não vem cumprindo corretamente as suas funções e obrigações.


Fontes de Referência:
http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm

http://www1.folha.uol.com.br/

CFM E SBHH NÃO TÊM ARGUMENTOS CONTRA AUTO-HEMOTERAPIA

— Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

A divulgação de extensa matéria sobre auto-hemoterapia no Domingo Espetacular da TV Record de 30.01.2011, pode abrir o caminho para mudança na postura do Conselho Federal de Medicina e Ministério da Saúde. É o que defendem médicos que assistiram à matéria e acreditam que o momento exige uma decisão sobre a pesquisa do assunto no âmbito da medicina. O programa, através da reportagem de Tatiana Chiari, apresentou vários casos de pessoas que se cuidam e obtém sucesso com auto-hemoterapia, enquanto os médicos que discordaram do uso não apresentaram qualquer justificativa nem comprovação do que alegaram.

Para começar, o Secretário-Geral do Conselho Federal de Medicina – CFM, Henrique Batista afirmou que “Como ainda não é uma prática suficientemente reconhecida, ela está no campo ainda das experiências”. Ou seja: se ainda não é reconhecida, pode vir a ser. Diz ainda que “Não pode ser, portanto, divulgada e usada e o médico que assim o fizer, estará cometendo uma infração ética”. Trata-se de mais uma manifestação autoritária daquele órgão que devia estimular o desenvolvimento da ciência e das descobertas, para possibilitar a cura de doenças. Ao contrario, faz um discurso totalmente proibitivo e cerceador da liberdade de expressão e de informação de quem quer trocar experiências nas práticas médicas.

EQUÍVOCO

Com essa postura do CFM, como explicar o fato de ter sido permitido o uso da auto-hemoterapia durante 150 anos, até 2007, sem que tivesse sido registrado nenhum problema dela decorrente? Por tudo isto, o Dr. João Veiga, ex-secretário da saúde de Olinda afirmou na reportagem: “Eu acho que o Conselho Federal de Medicina tomou uma decisão equivocada. Ele não tinha esse direito de fazer isso”. Opinião, aliás, há muito difundida pelo médico carioca Alex Botsaris, segundo a qual “Não é verdade que a auto-hemoterapia não tenha comprovação científica”.

A matéria explica que auto-hemoterapia é um tratamento feito com o próprio sangue, retirado da veia e injetado no músculo imediatamente. Os adeptos da técnica afirmam que isso aumenta a imunidade do organismo. Exibiu parte do vídeo onde o Dr. Luiz Moura, que foi absolvido em dois processos nos conselhos de medicina por abordar a técnica, onde ele mostra que a auto-hemoterapia estimula o sistema imunológico. Mostrou também o surgimento da técnica na França e o trabalho de um médico brasileiro feito em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, onde a auto-hemoterapia foi muito utilizada.

ESTÍMULO

Por outro lado, o médico da Sociedade Brasileira de Hematologia Dante Langhi Júnior disse que discorda da auto-hemoterapia, mas não cita nenhum argumento qualificado para basear sua opinião. Deixa claro que é desinformado sobre os trabalhos que abordam a auto-hemoterapia ou faz questão de nada citar a respeito. Diz o médico da SBHH que “Se você injetar qualquer coisa no músculo, existe um processo inflamatório; esse processo inflamatório é local, isso não é sistêmico. Não existe nenhum mecanismo de desencadear uma resposta imunológica sistêmica, com a aplicação desse sangue no músculo”. Basta dar uma olhada no DVD do Dr. Luiz Moura ou ler os trabalhos científicos já publicados a respeito, para concluir quanto errada está a afirmação do hematoligista.

Mas o hematologista vai mais longe e diz que “além de não obter os efeitos desejados correm outros riscos” dizendo que a pessoa que retira o sangue coloca a mão suja com a luva “que não serve prá nada”. Como ele pode afirmar que não obtém efeitos desejados? Que pesquisas ele tem ou fez a respeito? Como ele pode dizer que aquela luva não serve prá nada? Ele esteve lá? Examinou ou mandou examinar algum nível de contaminação? Basta atentar para o seu tom de voz e aspereza com que fala, para perceber que ele age de forma raivosa contra a auto-hemoterapia. Não seria este o papel de um representante de uma entidade tão importante para a saúde dos brasileiros. Ele esquece, inclusive, que aquele procedimento de injetar a agulha na veia é feito milhões de vezes a cada dia pelo país e em muitos casos sem todos os cuidados. Ele afirma mais ainda que o aplicador estava “Levanto contaminação que ele tinha na mão diretamente para a circulação desse indivíduo”. Como, através do vídeo que lhe apresentaram ele atestou contaminação? De onde ele tirou isso? É assim que querem enfrentar a auto-hemoterapia?

ARROGÂNCIA

O mesmo hematologista considera a auto-hemoterapia como “Procedimento que não tem nenhuma base científica e tem riscos importantes que devem ser considerados”. Trata-se de uma afirmação arrogante, pois existe, sim, comprovação e quanto aos riscos, caberia a ele citar e comprovar. Mas nem cita nem comprova. Apenas generaliza, como se o simples fato de representar uma entidade importante fosse capaz de mudar a realidade dos fatos. Por isto, o Dr. João Veiga fez mais uma referência, segundo a qual é possível que a auto-hemoterapia não seja capaz de curar tudo, “mas não pode dizer que não serve prá nada”. Aliás, como observou a reportagem, a técnica não tem contra-indicação.

A explicação do Secretário-Geral do CFM de que o resultado da auto-hemoterapia seria efeito placebo, dramático, emocional, que deve ser considerado, mostra que para aquele órgão, pelo menos até agora só tem servido a opinião de quem discorda da técnica. Do outro lado, mesmo milhões de provas, exames, depoimentos, fotografias, imagens, nada é levado em consideração. É importante lembrar que a auto-hemoterapia é aplicada há muito tempo em animais, com pleno êxito. Será que o efeito placebo pode ser empregado também em bois, vacas, cachorros, gatos e outros?

LINKS

A matéria do DOMINGO ESPETACULAR destacou o trabalho da enfermeira Ida Zaslavski, que tem até artigo no site do Supremo Tribunal Federal sobre o assunto e o site “AUTO-HEMOTERAPIA, Meu sangue me cura”( http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm ), que já foi visitado por mais de 83 mil pessoas. E com muita firmeza foram apresentados exemplos que desmancham todos os argumentos vazios daqueles que combatem a auto-hemoterapia. A usuária Camila Lisboa, de Pariqueraçu, Dona Nair, Júnior, o pescador, e o maquiador Alex, que foi a vários dermatologistas e alergologistas e teve de tomar corticóide sem resultado, mas curou seu mal com a auto-hemoterapia.

A reportagem do DOMINGO ESPETACULAR da TV RECORD pode ser assistida através do link http://noticias.r7.com/…/043446133201162851b87de96aa91c6d.h… . Pode ser vista também no Youtube, pelo endereço http://www.youtube.com/watch?v=M1jrfj1x7OY .
*Jornalista

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