HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo para doenças

Alexandre Fleming e a Descoberta do Antibiótico

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Palavra do Dr. Luiz Moura:
Usando a auto-hemoterapia junto com os antibióticos haveria muito menos casos de resistência ao antibiótico, porque não sobrariam cepas resistentes que depois se reproduzem em outras cepas resistentes de micróbios.

Alexandre Fleming e a descoberta do antibiótico

Ele era um filho de jardineiro que chegou a lorde, graças ao bendito afogamento de Winston Churchill, que tinha 8 anos de idade quando caiu num poço. Alexandre Fleming tinha 10 anos, era filho de jardineiro do pai de Winston Churchill e salvou Winston Churchill, tirando-o do poço.

Lorde Churchill chamou o pai dele e disse: “A vida do meu filho não tem preço. Peça alguma coisa que eu lhe darei, se quiser uma casa eu lhe darei uma casa.”. “Eu não preciso de casa, eu nasci aqui, meu pai nasceu aqui, meu avó é que foi o primeiro que trabalhou aqui. Eu preciso é conseguir atender um desejo de um filho. Tenho quatro filhos, três vão ser operários, não tem interesses, mas o Alexandre desde pequeno diz que quer ser médico e quer ser pesquisador. Eu não tenho a menor condição de atender ao desejo dele.”. Lorde Churchill disse: “Então ele será, se tiver capacidade. Por falta de dinheiro é que não haverá problema.”. Ele se formou em medicina, o Alexandre, e graças à sua humildade descobriu a penicilina.

Lorde Churchill ofereceu para ele qualquer quarto de sua mansão e o Alexandre disse não. (Isso foi contado pelo próprio Alexandre no Hospital do Servidor do Estado em 1951, na rua Sacadura Cabral.). “Basta um lugar embaixo da escada. Ali há espaço suficiente para montar o laboratório.”. Por sorte era um lugar muito úmido. E ele, fazendo experiências com placas de cultura, um fungo – que adora umidade, o penicilium notatum – destruiu uma daquelas placas de cultura. Como ele era um pesquisador, em vez de jogar fora a cultura estragada, quis saber por que tinha havido aquele halo de destruição. Encontrou esse fungo e descobriu que esse fungo secretava uma substância, a penicilina. Então ele começou a usar esse antibiótico em cavalos do jóquei clube de Londres, e em vacas das fazendas das imediações com alguma doença infecciosa.

Um dia aparece para buscá-lo o comandante da Royal Air Force, para ele aplicar a penicilina em Winston Churchill que estava morrendo no Norte da África. Winston Churchill tinha ido dar apoio moral ao general Montgomery, que estava levando a pior com o marechal Rommel, a raposa do deserto de Hitler. Lá contraiu uma pneumonia dupla, não havia recursos, estava praticamente desenganado.

Alexandre Fleming e o comandante da Royal Air Force sozinhos atravessaram por cima da Europa, passando por zonas ocupadas pelos alemães, em grandes altitudes, e chegaram a tempo de aplicar a penicilina em Churchill. Só que ele, com simplicidade, disse ao comandante da Royal Air Force: “Mas logo Churchill vai ser o primeiro ser humano a receber uma injeção de penicilina. Logo Churchill, nosso primeiro ministro?”. E a resposta: “É tudo ou nada. O caso dele é caso perdido.”. E assim salvou pela segunda vez Winston Churchill, a primeira no poço, que resultou em estudar medicina.

Aí ele diz que nas suas pesquisas tinha constatado que os micróbios ao longo de 10 (dez) anos iam criando resistência a antibiótico, mas também tinha constatado que eles perdiam a memória. Todo antibiótico deveria ser usado num prazo máximo de 10 (dez) anos e depois descontinuado, se possível, alguns anos, já que muitos outros antibióticos surgiriam nesse intervalo. Foi por isso que surgiu essa quantidade enorme de antibióticos, todos derivados de fungos. Porém a ganância resultou em usar os antibióticos permanentemente, não descontinuar, e com isso os micróbios criaram resistência e – dizem de brincadeira os médicos que trabalham em hospital – que há micróbios residentes, que já até adoram os antibióticos. Essa é que foi a história contada por Alexandre Fleming, o descobridor da penicilina.

E foram os antibióticos que levaram a descontinuar o uso da auto-hemoterapia, quando o normal seria acrescentar, somar e não substituir. Porque cada um age de uma forma diferente: os antibióticos agem impedindo a reprodução dos micróbios e o Sistema Imunológico – ativado pela auto-hemoterapia – completa a tarefa com os macrófagos fagocitando os micróbios. A função dos macrófagos – o termo ‘macro’ é grande e ‘fagos’ é comer – é comer partículas grandes. Usando a auto-hemoterapia junto com os antibióticos haveria muito menos casos de resistência ao antibiótico, porque não sobrariam cepas resistentes que depois se reproduzem em outras cepas resistentes de micróbios.

fonte: Walter Medeiros
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Fosfoetanolamina e auto-hemoterapia: doentes não podem mais esperar tanto

O clamor dos cidadãos pela garantia do direito à saúde vem estabelecendo uma prática diferente do que tem sido usual. Na prática, surge uma espécie de grito da verdade, que passo a passo vai superando arbitrariedades, injustiças e pedantismo de órgãos que agem como se estivessem acima de tudo e de todos, como se o estado de coisas não pudesse ser modificado nunca. Referimo-nos ao uso da substância fosfoetanolamina, que é capaz de curar câncer com ajuda da imunidade do organismo dos doentes.

Esse clamor começou com a busca da justiça através de processos ajuizados por pessoas doentes de câncer que faziam uso e sentiam melhoras com as capsulas. Ganharam na Justiça de São Paulo o direito a receber o remédio, mas houve recurso e a decisão foi derrubada. Inconformados, recorreram ao Supremo Tribunal Federal, onde um ministro fez Justiça mandando fornecer o medicamento, tendo em vista tratar-se do único recurso que fazia efeito para os citados cidadãos. E assim o assunto está em discussão no STF, porém a repercussão vai além e nesta quinta-feira a substância será tema de debate no Senado Federal.

O que vem se configurando é que os pesquisadores levam décadas para cumprir protocolos de pesquisas intermináveis que só servem para retardar a cura de doenças, mas o uso da substância fosfoetanolamina vem apresentando efeitos tais que as pesquisas certamente servirão apenas para comprovar a sua eficácia. Da mesma forma que protelam, proíbem e criam obstáculos para o uso da auto-hemoterapia, uma técnica usada há quase duzentos anos, que trata e cura doenças com o uso do sangue da própria pessoa. Aliás, a auto-hemoterapia aumenta a imunidade do organismo ao multiplicar o percentual de macrófagos de 5% para 22% durante cinco dias, o que poderia gerar uma excelente dobradinha com aquela substância e curar o câncer com maior rapidez. É preciso que esta situação seja também pesquisada, para comprovar a sua eficácia.

Este clamor precisa gerar uma agilidade nas pesquisas, pois os cidadãos precisam da substância que cura e outros setores estão fazendo a sua parte, como o Judiciário, que tem se mostrado lúcido ao autorizar o uso do remédio mesmo sem o registro na Anvisa como medicamento. Até parece que no Brasil remédio só pode ser chamado de medicamento quando pode ser vendido. Mas os tribunais tem entendido que se existe possibilidade de cura depois que a medicina diz que nada mais pode fazer, então que seja feita a tentativa. E como essas tentativas tem curado gente Brasil afora, com fosfoetanolamina, auto-hemoterapia e outras alternativas injustiçadas!

O assunto voltará a ser debatido nesta quinta-feira pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado. Desta vez, em conjunto com a Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A reunião está marcada para 9h. Na última quinta-feira (22), a CCT fez audiência pública sobre o desenvolvimento de tecnologias na área de saúde, e o tema acabou dominando o encontro. A substância ganhou o noticiário nacional depois de ter sido apontada como revolucionária no tratamento do câncer. Todavia, especialistas vêm alegando a necessidade de maiores estudos e testes clínicos.

O Senado informa que foram convidados o doutor em química Gilberto Orivaldo Chierice (USP), que coordenou os estudos com a droga sintética; o mestre em bioengenharia Renato Meneguelo (USP); o pesquisador Salvador Claro Neto (USP); o biomédico do Instituto Butantã Durvanei Augusto Maria; o doutor em biotecnologia Marcos Vinícius de Almeida (Uniesp); o doutor em ciência e concentração química analítica Otaviano Mendonça Ribeiro Filho (USP); a diretora do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde do Ministério da Saúde, Clarice Alegre Petramale; o diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Paulo Eduardo Xavier Mendonça; o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovação, Jailson Bittencourt de Andrade; e o oncologista José Antônio Ribeiro Filho.

por Walter Medeiros

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Breve história da Auto-Hemoterapia : Parte XIII e XIV por Walter Medeiros [continuação]

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Breve história da auto-hemoterapia – Parte XIII
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JUSTIÇA

Mostramos em artigo anterior que o estado em que se encontra hoje a questão do uso da auto-hemoterapia no Brasil proporciona uma forte visão do autoritarismo, do abuso do poder e da força arbitrária. Fazia mais de cem anos que a técnica era permitida e usada por médicos para curar ou ajudar na cura de inúmeras doenças, mas de repente foi proibida devido a uma interpretação errônea que vem prejudicando a população brasileira inteira. Durante todo aquele tempo de uso, não existiu nenhum registro de algum mal que pudesse ter dela decorrido. Mas estranhamente, sem que tivesse ocorrido qualquer fato que justificasse, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, de forma injusta e confusa, criou um clima de proibição.

A confusão jurídica na ANVISA é grande, pois pedimos esclarecimentos sobre a auto-hemoterapia junto àquele órgão, para saber se havia sido proibida ou não, e responderam com duas informações contraditórias. Primeiro, que o assunto ainda estava sendo analisado; depois, que estava, sim, proibida através da Nota Técnica, que era anterior àquela outra informação. Acontece que Nota Técnica não tem poder de proibir nenhum procedimento. Mas apesar disso os médicos temem punições e não aplicam oficialmente a técnica, embora seja grande e crescente o número de profissionais que defendem a auto-hemoterapia e criticam a decisão drástica, inesperada e desumana do CFM. Resta aos cidadãos então procurarem a Justiça, para garantir seus direitos à vida e à saúde.

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Breve história da auto-hemoterapia – Parte XIV
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CFM E ANVISA PROÍBEM AHT; CIDADADÃO MORRE PEDINDO DIREITO DE VIVER *

“Como se fosse crime lutar para ter saúde”
Sindicalista pediu na Justiça direito de usar auto-hemoterapia
— Ubervalter Coimbra – ubervalter@gmail.com

A suspensão dos efeitos da NOTA TÉCNICA Nº 1 DE 13 DE ABRIL DE 2007 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que proíbe a prática da auto-hemoterapia no Brasil foi requerida na segunda-feira (30/05/2011) ao Juizado Especial Federal (JEF) no Espírito Santo. O processo foi identificado como SJES – 2011.50.50.004293-1 Vitória. Através daquele instrumento ilegal, a Anvisa impede que os brasileiros tratem suas doenças através da auto-hemoterapia, que cura ao aumentar a imunidade em quatro vezes. Seu preço é irrisório: uma seringa de aplicar injeção.

A ação foi impetrada pelo sindicalista Waldemar Almeida Lyrio, que foi aposentado por invalidez pelo INSS, por sofrer de enfisema pulmonar. Na ação, ele afirma ao juiz “… o requerente é portador de uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), a popularmente conhecida como enfisema pulmonar, considerada pela medicina como uma doença progressiva e irreversível, levando invariavelmente à morte. Mal conseguia se locomover a passos lentos para o sanitário e para se alimentar. Vivia acamado. Era um morto-vivo. Foi levado, carregado, para as quatro primeiras aplicações de auto-hemoterapia, feitas a partir de maio de 2009.

Na data do pedido, o requerente caminhava, tomava ônibus, subia escada, dirigia, voltara a ter desempenho sexual. Voltara a viver graças à auto-hemoterapia! Mas fazias as aplicações clandestinamente – como se fosse crime lutar para ter saúde, para viver! – por ato arbitrário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), acompanhada na desumanidade pelos Conselhos Federais de Medicina (CFM), Enfermagem (Cofen) e de Farmácia (CFF), como provará.

COMPROVAÇÃO

Depois de provar a ilegalidade da Anvisa, Waldemar Lyrio faz os seguintes requerimentos:
“…Desta forma, o requerente considera que a proibição, por parte da Anvisa, do uso da auto-hemoterapia é ilegal e injusto. O presente pleito baseia-se nos seguintes fatos:

1. É fortemente documentada a eficácia da auto-hemoterapia para aumentar as defesas do organismo, conforme comprovado – e nunca contestado cientificamente – através do trabalho do Dr. Jessé Teixeira.

2. O requerente deseja manter a imunidade do seu organismo elevada, para ter sob controle o enfisema pulmonar que o impedia de práticas corriqueiras, como andar e comer à mesa, situação que pode voltar a afligi-lo se a auto-hemoterapia for suspensa e, ainda, quer prevenir outras doenças e ajudar no tratamento e na cura de qualquer mal do qual seja ou vier a ser acometido.

3. O requerente autorizará a realização do procedimento e assume a responsabilidade por qualquer conseqüência advinda da aplicação da auto-hemoterapia.

4. Faz-se necessário que seja declarada suspensa a aplicação da Nota Técnica Nº 1, de 13 de abril de 2007, da Anvisa.

5. Pela urgência da necessidade de uso da técnica, justifica-se que seja concedida medida liminar para que os profissionais de saúde possam aplicar a auto-hemoterapia e o requerente não fique desassistido.

Requer, finalmente, o direito de receber aplicação de auto-hemoterapia para reforçar a imunidade do seu organismo; que este direito inclua a atuação de qualquer profissional de saúde de livre escolha em qualquer lugar do território nacional brasileiro, para aplicar, e os que forem habilitados poderem sugerir a utilização da referida terapia alternativa com o consentimento informado; e que seja declarada suspensa a aplicação da Nota Técnica Nº 1, de 13 de abril de 2007, da Anvisa.”

Waldemar Lyrio foi dos mais destacados dirigentes sindicais dos trabalhadores na construção civil no Espírito Santo no período do regime militar. Foi presidente, secretário e secretário de formação do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (Sintraconst) entre 1980 e 1986. Depois, foi diretor da Federação dos Trabalhadores na Indústria (FTI-ES) até 1992.

*Antes de qualquer decisão sobre o assunto, o requerente morreu sem direito a usar nos serviços de saúde a técnica que salva e pode salvar tantas vidas.

ÍNTEGRA DA PETIÇÃO
http://www.rnsites.com.br/peticao-de-vitoria.pdf

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