HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo para luta

Honra aos Médicos

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— Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

Dia do Médico – 18 de outubro, e chega uma reflexão sobre o trabalho desse profissional que recebe, por instrução, por direito e por lei, o poder de indicar os rumos da saúde dos seus clientes e até tomar decisões que afetam a própria vida das pessoas. Durante as minhas décadas de vida sempre observei questões relacionadas aos médicos, a maioria delas com respeito e admiração; outra parte, porém, com a visão crítica de quem rejeita a incompetência, a má fé e até ações criminosas que decorrem do exercício distorcido da profissão. Mas desta segunda parte não tratarei neste momento.

Minhas experiências com os médicos começaram ainda criança, quando meu pai falava sobre o trabalho em sua repartição, o Departamento Nacional de Endemias Rurais – DNERU, referindo-se ao diretor do órgão, Dr. Joaquim Elói. Psiquiatra que depois tive a honra de conhecer e com ele atuar em favor de dependentes químicos, na Unidade de Tratamento de Adictos – UTAD cuja criação, por volta dos anos noventa, ele liderou no Hospital Onofre Lopes. Um homem ilibado e respeitado na sua categoria e na sociedade, por honrar o jaleco branco que veste.

O segundo médico que conheci foi Dr. Dari Dantas, que também fazia parte daquela casta invejável e saudosa. Tive oportunidade de acompanhar pessoas para receberem seus préstimos e depois acompanhei sua atuação tão qualificada como deputado estadual. Daquele tempo era também o Dr. Ernani Rosado, que fez história pela sua postura humana e qualificação técnica destacada. Tempo em que os médicos ainda achavam que não podiam errar e se responsabilizavam até não poder mais pela vida e saúde dos seus pacientes.

A vida seguia e continuava minha observação do trabalho desses profissionais, muitos dos quais fui passando a conviver com eles. Consequência das minhas condições de saúde, precisei do socorro do urologista Dr. Edson Juvino, que atendia muito bem pelo INAMPS. Depois, por recomendação do amigo jornalista Eugênio Netto, conheci o Dr. José Severiano da Câmara, que me livrou de uma fístula. E o Dr. Pedro Atiê, que me tirou o apêndice poucas horas depois de uma crise inesperada. Ao lado deles, o amigo Dr. Manoel Rocha, anestesista de todas as horas.

Depois vieram a minha ex-vizinha Dra. Graça Morais, cardiologista; o amigo Dr. Francisco Rodrigues, um missionário do nosso tempo, com quem também realizamos trabalhos na área de dependência química; o amigo Dr. Tarcísio Gurgel de Sousa, com quem trabalhamos na Junta Médica do Estado do RN e na Secretaria Estadual de Saúde; o Dr. Ronaldo Dumaresk, que cuida dos meus olhos; a Dra. Graça Bandeira, que cuida do meu coração; a Dra. Diana Dantas, grande batalhadora pela Humanização da Medicina; Dra. Isis Cristina Souto, de relevantes serviços prestados na Junta Médica do Estado; e o Dr. Sebastião Paulino, em nome de quem homenageio os médicos sensíveis do Hospital Walfredo Gurgel. A todos eles homenageio com gratidão e amizade, pela competência, pelo profissionalismo e dedicação que sempre demonstraram ao juramento de Hipócrates.

Reservo ainda um cantinho especial para outros médicos que marcaram a nossa história: Dra. Mary Lane Maia, pediatra dos nossos filhos com uma dedicação extrema. Com ela vivemos momentos importantes de luta pela saúde. Dra. Maria Luiza Tassi, que socorreu nosso filho Breno num momento de alto risco decorrente de um erro médico que poderia levar à morte. Somos eternamente gratos a elas e nunca esquecemos do esforço que fizeram para eliminar a nossa aflição. Da mesma forma que somos gratos ao Dr. João Batista Borges, pelas suas fundamentais orientações, inclusive sobre alcoolismo. E a Dra. Domicina Monteiro, exemplo de dedicação à saúde pública mundial, com trabalho de valor inestimável na Organização Mundial de Saúde, pelas recomendações sobre cuidados com a saúde no exterior.

Além de todos esses médicos respeitáveis, quero homenagear também um profissional de noventa anos, que se dedica à medicina há mais de sessenta e, apesar de perseguido e injustiçado pelo autoritarismo da entidade de classe e dos órgãos de saúde do governo federal, fez nos últimos dez anos mais do que milhões de médicos não conseguiram ou não quiseram fazer pela saúde pública brasileira: o Dr. Luiz Moura, defensor da auto-hemoterapia, uma técnica que pode ser a grande propulsora da melhoria de vida da população do Brasil.

Nesta homenagem a todos esses médicos vem o reconhecimento por todo sacrifício que fazem e fizeram pela vida e pela saúde da sua clientela. Por outro lado, um apelo aos que ainda não conseguiram enxergar a importância dessa missão, para que ajam com a maior humanidade possível. E que desmintam na prática, contrariem nas ações aquela impressão vulgar que se tem de que certos médicos acham que são Deus e outros têm certeza disso. Parabéns aos Médicos com M maiúsculo pelo seu dia, e que esta data seja um momento merecidamente feliz para todos.

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CFM E SBHH NÃO TÊM ARGUMENTOS CONTRA AUTO-HEMOTERAPIA

— Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

A divulgação de extensa matéria sobre auto-hemoterapia no Domingo Espetacular da TV Record de 30.01.2011, pode abrir o caminho para mudança na postura do Conselho Federal de Medicina e Ministério da Saúde. É o que defendem médicos que assistiram à matéria e acreditam que o momento exige uma decisão sobre a pesquisa do assunto no âmbito da medicina. O programa, através da reportagem de Tatiana Chiari, apresentou vários casos de pessoas que se cuidam e obtém sucesso com auto-hemoterapia, enquanto os médicos que discordaram do uso não apresentaram qualquer justificativa nem comprovação do que alegaram.

Para começar, o Secretário-Geral do Conselho Federal de Medicina – CFM, Henrique Batista afirmou que “Como ainda não é uma prática suficientemente reconhecida, ela está no campo ainda das experiências”. Ou seja: se ainda não é reconhecida, pode vir a ser. Diz ainda que “Não pode ser, portanto, divulgada e usada e o médico que assim o fizer, estará cometendo uma infração ética”. Trata-se de mais uma manifestação autoritária daquele órgão que devia estimular o desenvolvimento da ciência e das descobertas, para possibilitar a cura de doenças. Ao contrario, faz um discurso totalmente proibitivo e cerceador da liberdade de expressão e de informação de quem quer trocar experiências nas práticas médicas.

EQUÍVOCO

Com essa postura do CFM, como explicar o fato de ter sido permitido o uso da auto-hemoterapia durante 150 anos, até 2007, sem que tivesse sido registrado nenhum problema dela decorrente? Por tudo isto, o Dr. João Veiga, ex-secretário da saúde de Olinda afirmou na reportagem: “Eu acho que o Conselho Federal de Medicina tomou uma decisão equivocada. Ele não tinha esse direito de fazer isso”. Opinião, aliás, há muito difundida pelo médico carioca Alex Botsaris, segundo a qual “Não é verdade que a auto-hemoterapia não tenha comprovação científica”.

A matéria explica que auto-hemoterapia é um tratamento feito com o próprio sangue, retirado da veia e injetado no músculo imediatamente. Os adeptos da técnica afirmam que isso aumenta a imunidade do organismo. Exibiu parte do vídeo onde o Dr. Luiz Moura, que foi absolvido em dois processos nos conselhos de medicina por abordar a técnica, onde ele mostra que a auto-hemoterapia estimula o sistema imunológico. Mostrou também o surgimento da técnica na França e o trabalho de um médico brasileiro feito em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, onde a auto-hemoterapia foi muito utilizada.

ESTÍMULO

Por outro lado, o médico da Sociedade Brasileira de Hematologia Dante Langhi Júnior disse que discorda da auto-hemoterapia, mas não cita nenhum argumento qualificado para basear sua opinião. Deixa claro que é desinformado sobre os trabalhos que abordam a auto-hemoterapia ou faz questão de nada citar a respeito. Diz o médico da SBHH que “Se você injetar qualquer coisa no músculo, existe um processo inflamatório; esse processo inflamatório é local, isso não é sistêmico. Não existe nenhum mecanismo de desencadear uma resposta imunológica sistêmica, com a aplicação desse sangue no músculo”. Basta dar uma olhada no DVD do Dr. Luiz Moura ou ler os trabalhos científicos já publicados a respeito, para concluir quanto errada está a afirmação do hematoligista.

Mas o hematologista vai mais longe e diz que “além de não obter os efeitos desejados correm outros riscos” dizendo que a pessoa que retira o sangue coloca a mão suja com a luva “que não serve prá nada”. Como ele pode afirmar que não obtém efeitos desejados? Que pesquisas ele tem ou fez a respeito? Como ele pode dizer que aquela luva não serve prá nada? Ele esteve lá? Examinou ou mandou examinar algum nível de contaminação? Basta atentar para o seu tom de voz e aspereza com que fala, para perceber que ele age de forma raivosa contra a auto-hemoterapia. Não seria este o papel de um representante de uma entidade tão importante para a saúde dos brasileiros. Ele esquece, inclusive, que aquele procedimento de injetar a agulha na veia é feito milhões de vezes a cada dia pelo país e em muitos casos sem todos os cuidados. Ele afirma mais ainda que o aplicador estava “Levanto contaminação que ele tinha na mão diretamente para a circulação desse indivíduo”. Como, através do vídeo que lhe apresentaram ele atestou contaminação? De onde ele tirou isso? É assim que querem enfrentar a auto-hemoterapia?

ARROGÂNCIA

O mesmo hematologista considera a auto-hemoterapia como “Procedimento que não tem nenhuma base científica e tem riscos importantes que devem ser considerados”. Trata-se de uma afirmação arrogante, pois existe, sim, comprovação e quanto aos riscos, caberia a ele citar e comprovar. Mas nem cita nem comprova. Apenas generaliza, como se o simples fato de representar uma entidade importante fosse capaz de mudar a realidade dos fatos. Por isto, o Dr. João Veiga fez mais uma referência, segundo a qual é possível que a auto-hemoterapia não seja capaz de curar tudo, “mas não pode dizer que não serve prá nada”. Aliás, como observou a reportagem, a técnica não tem contra-indicação.

A explicação do Secretário-Geral do CFM de que o resultado da auto-hemoterapia seria efeito placebo, dramático, emocional, que deve ser considerado, mostra que para aquele órgão, pelo menos até agora só tem servido a opinião de quem discorda da técnica. Do outro lado, mesmo milhões de provas, exames, depoimentos, fotografias, imagens, nada é levado em consideração. É importante lembrar que a auto-hemoterapia é aplicada há muito tempo em animais, com pleno êxito. Será que o efeito placebo pode ser empregado também em bois, vacas, cachorros, gatos e outros?

LINKS

A matéria do DOMINGO ESPETACULAR destacou o trabalho da enfermeira Ida Zaslavski, que tem até artigo no site do Supremo Tribunal Federal sobre o assunto e o site “AUTO-HEMOTERAPIA, Meu sangue me cura”( http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm ), que já foi visitado por mais de 83 mil pessoas. E com muita firmeza foram apresentados exemplos que desmancham todos os argumentos vazios daqueles que combatem a auto-hemoterapia. A usuária Camila Lisboa, de Pariqueraçu, Dona Nair, Júnior, o pescador, e o maquiador Alex, que foi a vários dermatologistas e alergologistas e teve de tomar corticóide sem resultado, mas curou seu mal com a auto-hemoterapia.

A reportagem do DOMINGO ESPETACULAR da TV RECORD pode ser assistida através do link http://noticias.r7.com/…/043446133201162851b87de96aa91c6d.h… . Pode ser vista também no Youtube, pelo endereço http://www.youtube.com/watch?v=M1jrfj1x7OY .
*Jornalista

MINISTÉRIO DA SAÚDE OUVE SÓ UM DOS LADOS

O Ministério da Saúde está deixando à margem de todas as políticas públicas de saúde uma parcela considerável da população, que faz uso da auto-hemoterapia, a qual trata como “procedimento médico a ser reconhecido pela comunidade científica pertinente à atividade médica”. Isto fica claro no Despacho Nº 292/2010, da Coordenadoria Geral de Sangue e Hemoderivados, datado de 30 de setembro de 2010. Segundo aquela coordenadoria, não cabe seu posicionamento nem “avaliação da pertinência do procedimento de ‘auto-hemoterapia’ até que haja alteração do posicionamento do Conselho Federal de Medicina, bem como de outros órgãos de referência científica da área médica”. O despacho serviu pra fundamentar resposta, em 14.10.2010, ao ofício do Senador Eduardo Suplicy (PT/SP) que solicitava informações a respeito do uso da auto-hemoterapia no Brasil.

Os órgãos do Ministério da Saúde não levaram em conta nenhuma possibilidade de tratar com respeito uma parcela imensa da população que depende da auto-hemoterapia para garantir a sua própria saúde e bem-estar. Simplesmente anexaram documentação contestada e ultrapassada, que não leva em conta pelo menos a posição do CFM, o qual passou a considerar o procedimento denominado Tampão Sanguíneo Peridural como prática médica no âmbito da auto-hemoterapia e de eficácia comprovada. Deixou também de levar em conta o procedimento Plasma Rico em Plaquetas, outra forma de auto-hemoterapia que vem sendo usada por médicos sem qualquer restrição.

CONSENSO SOBRE O CONCEITO

Deixa de fazer qualquer alusão a milhões de casos de tratamento de cerca de trezentas enfermidades já citadas como tendo sido tratadas com ajuda da auto-hemoterapia. Conforme foi observado recentemente no site http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/o-conceito-teorico-da-auto-hemoterapia-em-momento-algum-foi-posto-em-duvida.asp , “O conceito teórico de auto-hemoterapia não foi posto em dúvida pelo CFM, (…) nem pela ANVISA, nem por qualquer acadêmico, defensores do método científico”. O texto assinado por Renato Sabbatini defende mais: “Portanto, pode-se partir do pressuposto de que a TEORIA que embasa a Auto-hemoterapia é reconhecida de maneira unânime como válida”, concluindo que “Se a teoria é válida, porque não seria válido seus efeitos benéficos?”, pois “É defendido por todos a necessidade de comprovação científica dos efeitos benéficos e da não evidência de efeitos colaterais”.

Além do mais, a resposta do Ministério da Saúde despreza todos os trabalhos científicos e pesquisas feitas através da história, em nome de uma burocracia nociva à saúde, sem levar em consideração a missão social do Ministério da Saúde. É estranho por que o Ministério da Saúde não adota qualquer providência com vistas a documentar o que já é comprovado cientificamente, bem como oferece condições para a pesquisa comprobatória da eficácia ou ineficácia da auto-hemoterapia para cada enfermidade sobre as quais já foi alegado que teve experiências bem sucedidas.

NUNCA OUVIRAM O OUTRO LADO

Mas existe outro aspecto que precisamos ver com atenção. Em nenhum momento o Ministério da Saúde se dispõe a ouvir o outro lado, o lado dos usuários da auto-hemoterapia, que estão se beneficiando com o uso da técnica há mais de 150 anos. Pois se prestarmos atenção existe um desequilíbrio no trato desse assunto, já que só quem tem poder de falar oficialmente é um lado. O CFM é do lado contrário à AHT, quando deveria estar ao lado da verdade. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que devia dizer ao CFM o que devia fazer, faz o contrário: pergunta ao CFM se pode ou não. E fica do mesmo lado. A Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia acompanha a ANVISA e o CFM, que também é acompanhado pelo Conselho Federal de Enfermagem. Tudo de um lado só, portanto.

O outro lado é o lado do usuário, enfermo, que precisa usar a técnica que vem dando certo e está com seu uso suspenso, embora não haja nenhuma lei que proíba seu uso no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo. Este lado é desprezado e quando alguém, como o Senador Suplicy envolve-se no problema e pede informações, fica à mercê de respostas vazias, evasivas, desatenciosas, pois nesse último documento recebeu do Ministério da Saúde até como “Dep. (deputado)” foi tratado, sem desmerecer aquela outra categoria de parlamentares federais.

VERDADEIROS MOTIVOS DA PROIBIÇÃO

Enquanto chegava esta resposta pouco esclarecedora do Ministério da Saúde para o Senador Suplicy, o Jornal da Cidade, de Sergipe, publicava o 42º artigo da séria “Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos”( http://www.jornaldacidade.net/2008/noticia.php?id=80740 ), assinada pelo médico Jorge Martins Cardoso, no qual ele afirma a continuidade da luta a favor da auto-hemoterapia e refere-se à proibição, dizendo: “Parece-me que o principal motivo é de ordem econômica, envolvendo muitos governos, muitas entidades de classe, muitas empresas multinacionais – no passado conhecidas como trustes e hoje em dia conhecidas como transnacionais – e, portanto, envolvendo bilhões de dólares”. Segundo o médico, “o que é muito estranho é a falta de pesquisa ou a falta de pesquisas sobre o assunto”. Mas garante: “Desde já, podemos adiantar a todos os leitores que a prática da auto-hemoterapia é absolutamente inofensiva. Em outras palavras, não faz mal nenhum, desde que seja corretamente aplicada”.

Dr. Jorge Martins Cardoso diz também que “Sobre a auto-hemoterapia e sobre pesquisas sobre a auto-hemoterapia, aqui não é o que me parece, mas sim, é um fato concreto, é um fato verdadeiro, é um fato real, o que está acontecendo é uma sangrenta ‘revolução do silêncio’, um cruel ‘golpe do silêncio’, e uma bem orquestrada e desumana ‘conspiração do silêncio’”. E anuncia: “Já que é assim, discorreremos em vários artigos, sobre a intocável e quase divina ‘comunidade científica’, sobre algumas das atrocidades cometidas contra a humanidade ao longo da história, e, tanto quanto possível, sobre a colaboração e a participação de ‘silenciosos’ cientistas, de ‘silenciosos’ médicos e de ‘silenciosas’ corporações. Contra a ‘conspiração do silêncio’ o antídoto auto-hemoterápico é a ‘conspiração do barulho’” – defende.

matéria de
— Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

fonte:
http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-lados.htm

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