HSSuffer: Hidradenitis Suppurativa, Ictiose, Auto-Hemoterapia, Disordens Cutâneas, Doenças Raras e Auto-Imunes

Hidosadenite Supurativa, Ictiose, Doenças Raras, Auto-Hemoterapia e tratamentos na Medicina Alternativa abordando aspectos Psicológicos e sequelas que envolvem seus portadores

Arquivo de outubro, 2015

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (IX)

fleming2

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

Naquele distante dia de 7 de agosto de 1942, vinha ao mundo, ao planeta terra, uma criança, a quem os pais dariam o nome de Caetano. E, no longínquo dia 18 de junho de 1946, era a vez de dar o ar de sua graça, outra criança, que seria chamada de Maria Bethânia, nome este que fora uma escolha, um pedido, uma sugestão, feita aos pais, por parte do pequeno Caetano, que na época contava com apenas 4 anos de idade. O nome escolhido foi por causa de uma música do cantor Nelson Gonçalves.

Aproximadamente três décadas depois, essas duas crianças se tornariam muito famosas em todo o Brasil, inclusive no exterior. As armas que eles utilizariam para ganhar tal notoriedade foi o talento musical, o inexplicável talento que os músicos possuem, e que a ciência, por mais que procure explicar não consegue. O mundo misterioso e harmonioso da música popular brasileira.

Da mesma forma que a religião, música também não se discute muito. Religião e música, nós livremente escolhemos. Só nós podemos escolher aquela que nos agrada mais. No entanto, gosto musical… Recomendamos aos leitores, a darem uma lida com a devida permissão deste jornal no artigo escrito pela jornalista Cássia Santana, no Jornal do Dia, datado de 27 de janeiro de 2009, página 03, do qual roubamos uma parte:… a cada ano arrasta multidões, num prospecto que nos remete ao passado, com a vivência do presente e semeando o futuro… O título do artigo é Debutantes no Pré-Caju. Já a ciência… Bendita ciência…

Para a história da música popular brasileira, para a história do Brasil, e para a história da humanidade, o nascimento daquelas duas crianças é tão importante que, para se ter um pequeno exemplo, 66 anos depois eles aparecem na revista das celebridades chamada Contigo! (editora Abril, edição nº 1.736, páginas 84 e 85 e edição 1.739, páginas 92 e 93). A cantora saiu de Santo Amaro da Purificação aos 17 anos para substituir Nara Leão, que a indicou para a tarefa em um show no Teatro Opinião, ao lado de João do Vale e Zé Keti, e mantém-se até hoje como uma das principais vozes do Brasil e do mundo. O nome dela é Maria Bethânia Vianna Telles Veloso, mais conhecida como Maria Bethânia (hoje com 62 anos de idade). O nome foi escolhido pelo irmão, inspirado numa canção interpretada por Nelson Gonçalves. O nome do irmão é Caetano Emanuel Viana Telles Veloso, mais conhecido como Caetano Veloso (hoje com 66 anos de idade).

A revista Contigo, de 25 de dezembro de 2008, curiosamente, trás na página 71 a fotografia do Sr. João Doria conversando com Dom Fernando Figueiredo e com o padre Marcelo Rossi (este também cantor). Eis a música e a religião de mãos dadas! Já nas páginas 84 e 85, encontramos: Mulheres relevantes Para comemorar seu aniversário, Contigo faz uma homenagem às mulheres que iluminaram a vida do país. (a revista Contigo fez 45 anos de existência). Aparece então uma série de fotos, com diferentes idades, da compositora e cantora Maria Bethânia. Diz a revista: Maria Bethânia tinha 17 anos quando saiu da Bahia acompanhada pelo irmão que a batizou (Caetano Veloso). Sim, era essa a condição que os pais, seu Zeca e dona Canô (hoje com 101 anos de idade), impuseram para que a garota fosse para o Sul maravilha. Continua a revista: no livro Verdade Tropical, Caetano Veloso conta que foi ela (Maria Bethânia) que o alertou a prestar mais atenção em Roberto Carlos (o cantor) e na jovem guarda. E coube a ele (Caetano Veloso) a escolha do nome Maria Bethânia, retirado da composição do pernambucano Capiba, entoada por Nelson Gonçalves: Maria Bethânia / tu és para mim a senhora do engenho, / em sonhos te vejo, Maria Bethânia, / és tudo que eu tenho. Betânia é também o lugar onde Jesus costumava pregar, próximo a Jerusalém. São oito irmãos ao todo, dois adotados.

A adolescente Bethânia começou a freqüentar com ele (Caetano Veloso) rodas intelectuais, artísticas e musicais. Sua estréia foi na peça Boca de Ouro de Nelson Rodrigues. Ela cantava no escuro e sem acompanhamento a música Na Cadência do Samba (de Ataulfo Alves), antes de os atores entrarem em cena. O culto à voz de Bethânia cresceu entre os artistas e boêmios de Salvador, revela Caetano Veloso em Verdade Tropical. Ligação com o divino esta geminiana tem de sobra. Foi criada no catolicismo, por obra e graça de sua mãe; mas foi apresentada ao candomblé por Vinicius de Morais (o poeta). Maria Bethânia não frequenta eventos, restaurantes.

Prefere o aconchego do lar. Não faltam especulações sobre sua vida amorosa. É, sim, movida a paixão, que derrama sobre todos nós com sua arte. E isso basta. (conclui a reportagem da jornalista Rosângela Espinossi). A reportagem completa encontra-se na revista Contigo, edição nº 1.736, nas páginas 84 e 85.

Já na Contigo, edição nº 1.739, às páginas 92 e 93 encontramos: Dona Canô Salve a rainha de Santo Amaro! Em festa que acontece há mais de 50 anos, a matriarca é coroada e reúne os filhos Caetano e Bethânia. A reportagem é da jornalista Danile Rebouças e as fotos de Lunaé Parracho. Na matéria podemos observar quatro fotos. Numa delas Dona Canô aparece entre os dois filhos famosos: Caetano Veloso e Maria Bethânia. Em outra, Dona Canô e o neto Tom (11 anos de idade) filho mais novo de Caetano Veloso. Um trecho da reportagem: Rodrigo Velloso (73 anos de idade), responsável pela organização da festa, explicou que a idéia do evento começou com uma homenagem ao casamento dos pais, que na época comemoravam bodas de prata.

Eles subiram ao altar na manhã seguinte ao Dia de Reis. Acabou virando tradição. Após o desfile, a família Velloso curtiu o show da cantora Sandra Simões.

Os leitores devem estar se perguntando: e o que eu tenho a ver com a revista Contigo! Meu amigo, não é contigo, é comigo! Mas, pode ser comigo, contigo, consigo, conosco e até convosco. Depende da posição do microscópio óptico. Os leitores mais exigentes podem perguntar: e o que isto tem a ver com a proibida auto-hemoterapia? Ótimo! Pois muito bem! Fiz então uma longa viagem… Como sempre fui forte das finanças, forte de dinheiro e muito forte de dólares principalmente de multidólares – viajei, peguei uma carona na internet… Quem não tem cão caça com gato, dizem.

Acontece que, a não ser que surjam provas em contrário, o médico Dr. Olívio Martins é filho de Santo Amaro da Purificação, que hoje recebe o nome de Santo Amaro, município que faz fronteira entre outros com Feira de Santana, a terra natal do conhecidíssimo radialista Douglas Magalhães. Então, ficamos sabendo que ele (Dr. Olívio), nasceu na mesma terra dos talentosos e famosos cantores, Caetano Veloso e Maria Bethânia. Dr. Olívio Martins é autor de vários trabalhos, entre eles o livro O Poder Curativo do Sangue Menos Remédio e Mais Ciência, cuja 1ª edição remonta à década de 1940.

Em outubro de 2007, o médico sergipano Dr. Cleomenes da Silva Araújo, na época trabalhava no hospital de Santa Luzia, no município de Barra dos Coqueiros (SE). Despertado pelo tema da auto-hemoterapia e movido pela sua habitual curiosidade, localizou o livro do médico baiano, leu atenciosamente e, posteriormente emprestou-me a 9ª edição (de 1969) para que eu pudesse tirar uma cópia. Foi o que eu fiz. Dr. Cleomenes praticamente não fez nenhum comentário sobre o conteúdo, nem me revelou aonde tinha conseguido o livro do médico Olívio Martins. Assim, até hoje, continuo sem saber quem é o misterioso proprietário do proibido livro.

Dr. Cleomenes da Silva Araújo é formado em medicina pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), turma de 1969, coincidentemente o ano da publicação do livro de Dr. Olívio Martins (9ª edição). Apresentamos os colegas de formatura de Dr. Cleomenes da Silva Araújo (formandos de 1969): Dr. Byron Emanoel de Oliveira Ramos, Dr. Geraldo Moreira Melo, Dr. Hélio Araújo Oliveira, Dr. José Mendonça Gonçalves de Oliveira, Dr. Manoel José Leal, Dr. Marcos Aurélio Prado Dias, Dra. Maria Janete Sá Figueiredo, Dra. Marília Souza de Oliveira, Dra. Marinice Martins Ferreira e Dra. Wilma Gonçalves Melo Viana. Foram ao todo 11 formandos. Foi homenageada a Sra. Gilka de Almeida Pinho (secretária).

Tais informações podem ser encontradas na página 35, do livro de autoria do eminente cardiologista sergipano, Dr. Henrique Batista e Silva, Curso de Medicina Memória Fotográfica (1966 2003) impresso na Sercore Artes Gráficas Ltda., edição de 2004, total de 155 páginas. Fico a imaginar a trabalheira que o Dr. Henrique teve para elaborar o referido livro.

Importantíssimo do ponto de vista memorialístico. Nos faz dar uma viagem ao passado. Infelizmente não é uma viagem muito agradável como a de trem, pois, as multinacionais da indústria automobilística ajudaram a destruir as ferrovias brasileiras, da mesma forma que as multinacionais da indústria farmacêutica impediram e continuam a impedir a prática da auto-hemoterapia.

Todavia, ao autor, faço as seguintes sugestões: 1ª o livro merece uma segunda edição. 2ª na nova edição as fotos (ou fotografias) devem ser melhoradas. 3ª a nova edição deve abranger o período de 1966 a 2009. 4ª a nova edição deverá ser vendida por um preço simbólico se for direcionada à classe médica. 5ª – se for também direcionada ao público em geral o preço deverá ser um pouco maior. 6ª – todavia, se a nova edição for vendida a qualquer político do então PFL, multiplicar o preço por 1.000 e, se for vendida a qualquer executivo de multinacional ou banqueiro internacional, multiplicar o preço por 100.000.

O baiano Olívio Martins, antes de ser médico, conseguiu o título de Farmacêutico-Químico, pela Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia em 1923. Durante o ano de 1937, e durante os anos de 1942 e 1943, Dr. Olívio Martins foi Diretor-Médico do Hospital Nossa Senhora das Vitórias (Santo Amaro Bahia). Pelo ano de formatura em Farmácia e Química (1923), é de se supor que o mesmo tenha nascido no início do século passado (século XX). O que devemos adiantar aos leitores é que – consta no livro do médico Olívio Martins – a prática de retirar sangue da veia de uma pessoa, e aplicá-lo logo após, no músculo da mesma pessoa, ele chama a isso de Vacina do Sangue ao invés de hemo-picaretagem.

Continuaremos outro dia. Bom dia!

por Walter Medeiros

Auto-Hemoterapia e os antibióticos – I – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/844686498983603/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – II – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845057435613176/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – III – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845474032238183/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – IV – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845873625531557/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – V – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846255108826742/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VI – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846643988787854/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/847117532073833/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VIII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/847423832043203/

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (VIII)

fleming8

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico)

6º (2) linfócitos são leucócitos, que fazem parte do grupo dos agranulócitos. Tais células não apresentam grânulos no citoplasma. Existem dois tipos de agranulócitos os linfócitos e os monócitos. (fonte: página 312 do livro citado na parte VII deste artigo). (2) linfócito: ou linfoleucócito, glóbulo branco, elemento celular do sangue formado nas glândulas linfáticas e no baço (células linfóides). Elemento do Sistema Retículo Endotelial (imunitário ou defensivo).
Orientação e educação pelo timo. (fonte: página 1089 do dicionário mencionado). A menção do livro Biologia Hoje como fonte de pesquisa, não foi casual. Nesse livro, encontramos uma pergunta (de vestibular questões discursivas), sobre autohemotransfusão ou auto-hemoterapia, que certamente irá produzir mais polêmica entre os pesquisadores, biólogos, médicos e outros profissionais de saúde. Pode acontecer de a Editora Ática voltar atrás e decidir dar o dito pelo não dito. Alerte-se para o fato de que a publicação do livro é recente (2004). Sendo assim, a resolução do CFM poderá perder seu valor. O que podemos adiantar, é que a pergunta contida no livro, fortalece ainda mais as palavras do Dr. Luiz Moura, sobre os incríveis benefícios da auto-hemoterapia, em que pese estar proibida.

7º O cientista japonês, professor e médico imunologista Dr. Toru Abo, não concorda que o futuro da medicina esteja nas mãos das pesquisas com células-tronco (o jornalista e o médico devem estar se referindo a células-tronco embrionárias humanas). Por quê? No entanto, a grande mídia festejou a permissão das pesquisas com células-tronco embrionárias, após a aprovação pelo Supremo Tribunal Federal, com relatório favorável do eminente jurista sergipano Dr. Carlos Ayres Britto. O Conselho Federal de Medicina também aprovou e comemorou as pesquisas com células-tronco embrionárias, conforme consta na capa e nas páginas 2 e 3 do jornal do CFM de maio e junho de 2008 nº 171. Por quê?

8º – Os pacientes leitores devem estar se perguntando se, para o escriba, a minha vida é só falar de auto-hemoterapia, Dr. Fleming, e dos antibióticos. Gostaria que fosse, mas, felizmente não é. Fazemos questão de lembrar a todos, que durante o século passado (século XX), três grandes projetos mudaram o destino dos povos e das nações. Foram eles: o Projeto Manhattan, o Projeto Apolo e o Projeto Genoma, este último nos interessando mais de perto. O Projeto Manhattan levou a fabricação das duas bombas atômicas, por parte dos EUA, que foram despejadas em duas cidades japonesas em 1945. O médico Dr. Toru Abo deve saber disso. O principal subproduto pacífico é a energia nuclear. O Projeto Apolo permitiu que astronautas norte-americanos pisassem na lua. De lá eles trouxeram oxigênio, água, alimentos, mais petróleo, mais dinheiro, mais saúde e muita paz (para todos). Como principais subprodutos, forneceram satélites de comunicação e de espionagem, além dos satélites que guiaram as pacíficas bombas cirúrgicas e genocidas utilizadas no Iraque (por enquanto). O terceiro, o Projeto Genoma, ninguém sabe com exatidão os benefícios que nos proporciona ou proporcionará.

9º – Como perguntar não ofende a ninguém, lá vai! Os ministros do STF são brilhantes juristas, senão não teriam alcançado os importantíssimos cargos naquela Corte Suprema. Entretanto, do ponto de vista estritamente médico-científico, será que eles têm o necessário conhecimento, a ponto de levá-los a tomar uma decisão dessa magnitude, tão vital para todos os brasileiros? Tudo bem! Ótimo!

10º As pesquisas com células-tronco embrionárias humanas fazem parte do Projeto Genoma. O jornal do CFM é uma publicação oficial da classe médica. Por conseguinte, torna-se importante transcrever alguns trechos, visto que, o Conselho Federal de Medicina é a Corte Suprema dos Médicos e, em decorrência de suas resoluções, incide sobre o nosso comportamento (dos médicos) e, por tabela, indiretamente, sobre a saúde da população.
11º Capa do jornal do CFM Decisão do STF coloca o Brasil na vanguarda das pesquisas.

12º Página 2 Justiça Com decisão sobre células-tronco, STF coloca o Brasil na vanguarda das pesquisas (a manchete). O plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu que as pesquisas com células-tronco embrionárias não ferem a Constituição. Na sessão do dia 29 de maio de 2008, em julgamento que marcou a história do progresso da ciência no Brasil, os ministros do STF julgaram improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin).

13º Páginas 2 e 3 O artigo permite, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro. O STF julgou o artigo constitucional… Por maioria apertada de votos (6×5), os ministros julgaram improcedente a ação. Seis ministros votaram pela constitucionalidade do tema: Carlos Ayres Britto, relator da matéria, Ellen Grace, Carmen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa, Marco Aurélio e Celso de Melo. Já os ministros Cezar Peluso, Gilmar Mendes, Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski e Eros Grau também declararam a constitucionalidade da lei, mas com algumas ressalvas às pesquisas… Com a decisão, o Brasil é o primeiro país da América Latina a permitir as pesquisas com células-tronco e, no mundo o 26º.

13ª Página 3 Após o julgamento, manifestações contra e a favor da decisão… Pesquisadores e deficientes físicos comemoraram o resultado da decisão. A presidente da Sociedade Brasileira de Bioética, Marlene Braz, declarou que o julgamento concretiza a laicicidade do Estado, apesar de alguns ministros do Supremo serem altamente influenciados pela religião. Vivemos em um Estado democrático, com respeito à liberdade de escolha… A decisão foi comemorada pelo Conselho Federal de Medicina. De acordo com o 1º vice-presidente do CFM, Roberto Luiz dÁvila, essa era a expectativa dos médicos brasileiros… O CFM sempre esperou essa posição de vanguarda do Supremo. Aplaudimos a decisão do STF, afirmou… O 2º secretário e editor da revista Bioética, Clóvis Francisco Constantino, cumprimentou o STF pela decisão, afirmando que o início das pesquisas pode beneficiar a humanidade… Essa apreciação ficará a cargo da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), vinculada ao Conselho Nacional de Saúde…

Nem a matéria, nem as quatro fotografias, curiosa e intrigantemente, não têm autor nem têm fotógrafo responsável???
14º Quanto custou o Projeto da bombinha atômica que caiu no Japão? Quando custou o Projeto do passeiozinho à lua? Quanto já custou, quanto está custando e quanto custará o Projeto embrionariozinho? Quem é que os leitores pensam que está por trás disso tudo? Os pobres e remediados? Os deficientes?… Eles colocaram na página 2 uma enorme foto na qual aparecem dois deficientes. Um deles com os punhos levantados como que a comemorar a vitória. Mas, vitória de quem mesmo? De quem?

15º – Se o CFM realmente fosse preocupado com deficientes fiscos, o rico conselho, a partir da década de 60, teria apoiado a luta contra a poliomielite. Mesmo com a criação dos Dias Nacionais de Vacinação em todo o Brasil a partir de 1980, contando com a presença do cientista e médico Dr. Albert Bruce Sabin (já falecido e que foi casado com uma brasileira), não há notícias da participação do CFM na luta contra a paralisia infantil! Agora o CFM aplaude embriões? Na luta a favor da erradicação da varíola, não existem registros da participação do CFM. Esses elogios pela aprovação de pesquisas, e supostas terapias, com células-tronco embrionárias humanas, não parecem estranhos aos olhos dos leitores? Tal descaso me faz recordar o Dr. Luiz Moura, a criação da CEME na década de 70, e a sua posterior destruição. Quem destruiu a Central de Medicamentos? Em tal episódio, por enquanto não há notícias da presença do CFM.
16º Dois pesos e duas medidas Assim sendo, solicitamos encarecidamente aos senhores ministros do STF, que num futuro próximo, estudem, pesquisem, questionem e aprovem a prática da auto-hemoterapia no Brasil. Pesquisa com células-tronco embrionárias humanas pode! Pesquisas com a Auto-Hemoterapia não pode! Os leitores podem estar se perguntando: e o que é mesmo o Projeto Genoma? Nem o escriba sabe direito… Sobre auto-hemoterapia, Dr. Fleming e antibióticos continuo me endireitando… Rede BBB rima com bobo! CFM rima com PFL! Multinacionais rimam com satanás! Auto-Hemoterapia rima com sabedoria! Bom dia e até outro belo dia!

por Walter Medeiros


Auto-Hemoterapia e os antibióticos – I – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/844686498983603/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – II – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845057435613176/
Auto-Hemoterapia e os antibióticos – III – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845474032238183/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – IV – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/845873625531557/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – V – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846255108826742/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VI – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/846643988787854/
Auto-hemoterapia e os antibióticos – VII – https://www.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/permalink/847117532073833/

Fosfoetanolamina e auto-hemoterapia: doentes não podem mais esperar tanto

O clamor dos cidadãos pela garantia do direito à saúde vem estabelecendo uma prática diferente do que tem sido usual. Na prática, surge uma espécie de grito da verdade, que passo a passo vai superando arbitrariedades, injustiças e pedantismo de órgãos que agem como se estivessem acima de tudo e de todos, como se o estado de coisas não pudesse ser modificado nunca. Referimo-nos ao uso da substância fosfoetanolamina, que é capaz de curar câncer com ajuda da imunidade do organismo dos doentes.

Esse clamor começou com a busca da justiça através de processos ajuizados por pessoas doentes de câncer que faziam uso e sentiam melhoras com as capsulas. Ganharam na Justiça de São Paulo o direito a receber o remédio, mas houve recurso e a decisão foi derrubada. Inconformados, recorreram ao Supremo Tribunal Federal, onde um ministro fez Justiça mandando fornecer o medicamento, tendo em vista tratar-se do único recurso que fazia efeito para os citados cidadãos. E assim o assunto está em discussão no STF, porém a repercussão vai além e nesta quinta-feira a substância será tema de debate no Senado Federal.

O que vem se configurando é que os pesquisadores levam décadas para cumprir protocolos de pesquisas intermináveis que só servem para retardar a cura de doenças, mas o uso da substância fosfoetanolamina vem apresentando efeitos tais que as pesquisas certamente servirão apenas para comprovar a sua eficácia. Da mesma forma que protelam, proíbem e criam obstáculos para o uso da auto-hemoterapia, uma técnica usada há quase duzentos anos, que trata e cura doenças com o uso do sangue da própria pessoa. Aliás, a auto-hemoterapia aumenta a imunidade do organismo ao multiplicar o percentual de macrófagos de 5% para 22% durante cinco dias, o que poderia gerar uma excelente dobradinha com aquela substância e curar o câncer com maior rapidez. É preciso que esta situação seja também pesquisada, para comprovar a sua eficácia.

Este clamor precisa gerar uma agilidade nas pesquisas, pois os cidadãos precisam da substância que cura e outros setores estão fazendo a sua parte, como o Judiciário, que tem se mostrado lúcido ao autorizar o uso do remédio mesmo sem o registro na Anvisa como medicamento. Até parece que no Brasil remédio só pode ser chamado de medicamento quando pode ser vendido. Mas os tribunais tem entendido que se existe possibilidade de cura depois que a medicina diz que nada mais pode fazer, então que seja feita a tentativa. E como essas tentativas tem curado gente Brasil afora, com fosfoetanolamina, auto-hemoterapia e outras alternativas injustiçadas!

O assunto voltará a ser debatido nesta quinta-feira pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado. Desta vez, em conjunto com a Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A reunião está marcada para 9h. Na última quinta-feira (22), a CCT fez audiência pública sobre o desenvolvimento de tecnologias na área de saúde, e o tema acabou dominando o encontro. A substância ganhou o noticiário nacional depois de ter sido apontada como revolucionária no tratamento do câncer. Todavia, especialistas vêm alegando a necessidade de maiores estudos e testes clínicos.

O Senado informa que foram convidados o doutor em química Gilberto Orivaldo Chierice (USP), que coordenou os estudos com a droga sintética; o mestre em bioengenharia Renato Meneguelo (USP); o pesquisador Salvador Claro Neto (USP); o biomédico do Instituto Butantã Durvanei Augusto Maria; o doutor em biotecnologia Marcos Vinícius de Almeida (Uniesp); o doutor em ciência e concentração química analítica Otaviano Mendonça Ribeiro Filho (USP); a diretora do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde do Ministério da Saúde, Clarice Alegre Petramale; o diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Paulo Eduardo Xavier Mendonça; o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovação, Jailson Bittencourt de Andrade; e o oncologista José Antônio Ribeiro Filho.

por Walter Medeiros

https://www.facebook.com/photo.php

%d blogueiros gostam disto: